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quinta-feira, 9 de julho de 2009

Experiências macabras em busca da imortalidade

Ao inciarmos a regressão a consulente se viu caminhando em direção a um castelo, construído na época medieval em alguma região da Europa Ocidental, onde entrou. Era uma serviçal que gozava de certos ‘privilégios’ junto ao proprietário, um mago, talvez um tipo de alquimista, que efetuava experiências com a finalidade de prolongar a sua vida, ele buscava a imortalidade de seu corpo físico. Por ser a preferida do tal mago ele permitia que ela entrasse em uma sala reservada do castelo que era seu laboratório.

As experiências principais deste mago tinham a ver com a utilização de fetos humanos, em busca da imortalidade. Ele engravidava sua serviçal ‘preferida’ e lhe provocava abortos, periodicamente, a cada gravidez, ministrando-lhe chás abortivos. A princípio com dois ou três meses de gestação, depois com quatro, cinco, seis meses, etc. Os fetos ele usava em seus experimentos, fazia poções com o sangue, etc. Com o tempo ele ficou impaciente e começou a usar as outras serviçais tbm para esta finalidade macabra, engravidar e abortar.

A ex-predileta ficou com ciúmes das outras, que ameaçavam sua posição privilegiada, e passou e dar chás abortivos a elas antes do prazo estipulado pelo mago, para que abortassem antes do previsto. Foram-se muitos anos nesse estado de coisas, engravidando e abortando, sendo os fetos usados nessas experiências de ‘longevidade’ do tal mago. Uma das outras serviçais não aguentando a situação e querendo se libertar do jugo do mago, o envenenou, porém, sem conseguir seu intento pois ele sobreviveu e achou que a culpada fosse sua ex-predileta, tendo-a prendido em uma cela e a torturado antes de morrer, arrancondo-lhe pedaços do corpo, um dedo, um pé, etc., até que ela veio a falecer. Ela chorava muito nesta cela onde foi aprisionada e cheogu neste estado no hospital, em prantos convulsivos, inclusive em estado de demência.

Após a ‘morte’ ela foi socorrida, depois de um tempo que não foi possível precisar, e levada para um hospital no astral onde ficou em recuperação. IMpressionou-se por chegado lá do mesmo jeito que morreu, faltando partes do corpo, inclusive um dos pés que foi arrancado pelo mago. Umas das pessoas que a orientavam nesse local disse que ela teria que ‘voltar’ e ajudar aquele mago. Ela não aceitou bem a princípio e questionou o pq de ter que ajudar aquele homem que ela considerava tão mau, ao que foi lembrada de que ela tbm não tinha sido lá muito boa e que isso era preciso.

Após algum tempo as outras serviçais do mago, na dimensão física, conseguiram matá-lo. Ele estava tão certo de que com seus experimentos ele conseguiria a ‘vida eterna’ que não acrediotu que havia morrido. Depois de passar pelo umbral, sabe-se lá por quanto tempo, ele foi levado para este mesmo hospital onde a consulente estava, sendo que não a reconheceu e foi ela quem tratou dele lá.

A próxima existência carnal deles foi no ‘velho oeste’ americano, nos idos de 1800, onde ele nasceu como filho da consulente. Era um garoto com má indole, agitado, inquieto, e por conta disso sofreu muitos castigos do pai, na tentativa de educá-lo. Ainda criança pequena, ele afirmou certa vez que um dia ‘pegaria uma arma e mataria todos da sua família’, pq ninguém gostava dele. Tão logo se viu responsável pelos seus atos virou um pistoleiro foragido e fugiu dali. Voltou alguns anos mais tarde apenas para cumprir sua promessa de infância, ou seja, para matar sua familia, a mãe, o pai e uma irmã.

Essa tragédia familiar não foi percebida pela famlia, que continuou vivendo junto numa cabana na região astral durante muito tempo, tempo suficiente para que seu algoz, o filho da consulente, morresse e fosse até onde eles estavam pedir abrigo. Eles recusaram e o mandaram partir, a consulente disse que ele chorava e ela não, pq nunca havia conseguido gostar dele como filho. Até este momento estavam todos ainda sem saber que haviam morrido.

Passado mais algum tempo apareceram alguns ‘vizinhos’ que vieram pedir ‘ajuda’ a eles. Provavelmente inventarm alguma história de que alguém estava invadindo e se apropriando das terras deles pois os colocaram para obsidiar uma família de pessoas encarnadas. O curioso é que eles achavam mesmo que estavam mesmo fazendo a coisa certa e não percebiam que estavam ‘mortos’ e os outros ‘vivos’. A mulher da família que estavam perturbando vivia chorando e isso começou a incomodar a consulente, provavelmente pq estava despertando nela a memória de um estado semelhante que ela vivera no final de sua encarnação anterior e logo que chegou no hospital no astral. Ela se sentia tbm muito cansada e por fim decidiu não ir mais onde estava a tal família e, desconsolada, afirmou que iria ficar sentada em casa até morrer. Após algum tempo adormeceu e quando acordou estava novamente no hospital. Lá foi esclarecida da situação e pediu pra ‘voltar’ e levar seu marido e filha, que ainda estavam sem saber do que se passava, mas lhe disseram que no momento certo eles seriam trazidos tbm para aquele local.

Fomos averiguar se havia algum ser ‘preso’ em alguma dessas vidas, ou seja, se alguma daquelas consciências que participou daqueles eventos ainda estaria de alguma forma ligada a esses sítios vibratórios na dimensão astral. Foram encontradas três moças no laboratório do mago além dele próprio, que assumira a forma de uma serpente e estava enrolado na consulente. Nós o retiramos dessa posição e lhe devolvemos a forma humana, a fim de conversarmos. Ele nutria uma certa revolta contra a consulente, resmungando inclusive que ela nem lembrou dele quando soube que estava morta (na última vida) pois só falou em voltar para buscar o marido e a filha.

Na verdade este ser estava presenciando tbm a regressão da consulente pois já estava sintonizado conosco desde a manhã do dia do atendimento, nos causando inquietação e irritação, sendo que a tarde isso se intensificou a ponto de nos causar fortes dores de cabeça. Cerca de uma hora antes de iniciar a regressão sentimos como se estivessem cravando algo pontiagudo em nosso pescoço. Quando conversamos, ele acabou confessando que tinha sido ele, e que tbm tinha colocado várias coisas na consulente. O convidamos a retirar esses artefatos de nós pq assim já estaria se ajudando, o que ele fez. Tbm averiguamos que ele possuía alguns outros seres escravizados na região onde morava e os libertamos, eram dezenas de desencarnados, fora uma grande quantidade de encarnados em várias cidades. Todos foram libertados e auxiliados, inclusive este ser que, em busca da sua imortalidade, abreviou a vida de tantos outros espíritos, com igual direito a vida que ele.

Este caso é um exemplo de como a espiritualidade utiliza nossas ligações de vidas passadas com determiandos seres, ainda envoltos num manto de escuridão que lhes tolhe a visão do amor, para promover a libertação desses espíritos.

Abraço.

GELSON CELISTRE

Um comentário:

  1. Gelson, adorei seu blog, e faço parte da comunidade do yahoo. Estou construindo um portal na internet em sociedade com um terapeuta holistico e em parceria com alguns espaços. E gostraia de convida-lo humildemente que se tornsse um de nossos colunistas, explicando sobre seu trabalho, sobre vidas passadas, apometria e o que envolve seu metodo de trabalho e vivencias. Seria um trabalho de troca, pois estariamos divulgando seu trabalho em nosso portal. Por favor se possuir msn me add: gielisee@hotmail.com, ou envie um e-mail com resposta para gielisee@yahoo.com.br, obrigada.

    Gisele Santos.

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