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quarta-feira, 9 de setembro de 2009

Atlântida

Nesta sessão a consulente acessou duas vidas bem antigas, ambas no continente atlante, há cerca de 18.000 anos. Na primeira delas era da 65ª geração atlante, filha de um ex-sacerdote e professor de uma espécie de 'cidade-universitária'. Seu pai já não trabalhava mais nesse local mas a enviou para lá ainda criança para que fosse educada para ser uma espécie de terapeuta.
Em dado momento ela se viu dentro de uma gruta onde havia veios d'água corrente e muitos cristais, fazendo imposição de mãos em uma pessoa enferma. Este tipo de terapia na ocasião parecia ser meio 'alternativa', apesar de ser ensinada naquela 'cidade-escola'. O destaque era para os estudantes de medicina, tradiconalmente homens, onde executavam uma atividade mais 'física', mas pelo que percebemos depois ela tinha sido enviada àquele local para se educar nessa medicina tbm.
Ela acabou se casando com um jovem médico que dava aulas nesse local e abandonou seus estudos passando a cuidar dos filhos e da casa, pois ele não 'endossava' essas atividades, embora não fosse contra abertamente . As residências nesse local eram amplas e feitas de algum tipo de alvenaria, os pátios das residências tinham colunas semelhantes às de templos romanos, à feição de pérgola, com vegetação do tipo trepadeira. Teve uma vida pouco expressiva e até amargurada consigo mesmo por ter deixado de lado seus estudos. Quando desencarnou seu pai, já desencarnado, lhe cobrou isso.
Ela passou um tempo no astral estudando, inclusive sobre botânica, e na próxima encarnação renasceu na mesma comunidade, mas não se casou e se tornou uma terapeuta, sendo a primeira mulher a se 'formar' no que era tido como 'médica' numa profissão tradicionalmente masculina. Usava um tipo de unguento ou óleo que passava em determinadas partes do corpo para identificar as doenças ou carências do organismo da pessoa, esses locais eram o peito, o braço e o pulso. Fazia compostos com extratos vegetais tbm. Morreu com a idade de 109 anos. Pela impressão que ela teve, simplesmente decidiu que já tinha cumprido com sua missão, deitou e desencarnou.
Abraços.

GELSON CELISTRE
(51) 9394-6023

Um comentário:

  1. Nossa que lindo relato de vida numa época tão antiga com tantos detalhes.
    Ai vc começa a entender pq as pessoas mesmo com profissões diferentes hoje ainda conservam caracteristica do passado.

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