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sábado, 25 de abril de 2009

O tratamento da obsessão através da TVP

Recentemente atendemos uma pessoa que nos procurou para terapia de vidas passadas. Após a consulta inicial com os devidos esclarecimentos sobre o que ela poderia esperar do tratamento e de como o mesmo funciona, marcamos a primeira regressão. Logo que inciou o relaxamento, antes mesmo de iniciarmos a regressão em si a pessoa começou a ver insistentemente um rosto desconhecido à sua frente. Logo percebi que se tratava de entidade extra-física ligada a ela para reajuste cármico, um dos tipos comumente classificados como obsessor, ou seja, algum companheiro de jornada com o qual aprontamos alguma coisa ruim no passado e que nos bate à porta para o acerto de contas.
Pedimos que ela ignorasse o tal rosto (sem mencionar de que se tratava) e prosseguimos com a regressão. Logo em seguida ela se viu em uma floresta, fugindo desesperadamente de um homem que a perseguia com uma machadinha. Em dado momento chegou a uma casa onde entrou e subiu para o andar de cima. Ainda perseguida pelo tal homem, ela saiu por uma janela que dava sobre um telhado, de onde caiu. A queda se deu sobre algumas estacas de madeira e seu corpo morreu neste momento, sendo que ela não percebeu o fato (coisa comum de acontecer), levantou-se e continuou a fugir para o mato (já em corpo astral). Após isso ela transitou por uma região escura e foi sintonizada em outra vida, em época já próxima da morte naquela vida, sendo que relembrou de seu resgata pós-morte, quando a levaram para o astral, o lugar onde vivia, a escola que frequentava, etc.
Já estava bem no astral quando foi sintonizada em outra existência, onde cuidava de um senhor idoso que se locomovia em uma cadeira de rodas, o qual ela gostava muito. Não conseguimos saber se ela era filha ou empregada do tal senhor, apenas que ela tinha muita afeição por ele e cuidava dele com muito carinho, tendo ficado muito triste quando ele morreu, sendo que a última cena que viu dessa vida foi ela sendo consolada por algumas pessoa no cemitério, quando da ocasião do enterro dele.
Pois bem, o que aconteceu é que aquele rosto que ela viu no início era o mesmo espírito que participou com ela dessas duas existências, cobrando-lhe uma dívida de alguma outra vida. O que acontece geralmente é que o espírito ’obsessor’ não se lembra de outras vidas além daquela onde foi vítima e quando os atendemos nas reuniões mediúnicas muitas vezes basta fazê-los relembrar uma vida ou duas anterriores com a mesma pessoa para que ela veja que ele tbm aprontou o que não devia e que portanto não tem o direito de cobrar.
Nesse caso o que a espiritualidade fez foi aproveitar a sintonia entre ambos (obsessor e obsidiado) para promover uma regressão nele tbm, fazendo-o voltar ao passado e rever outras atitudes suas, em dois momentos. Num primeiro onde ele foi o algoz de sua atual ’vítima’ e num segundo onde ela o queria muito bem. Ao conduzir a pessoa ao passado o obsessor ‘foi junto’ e passou a reviver aquelas existências. Após isso, tendo reconhecido que tbm errou com o outro ser e tbm percebendo que já fora alvo da simpatia da mesma, o resultado natural é a desistência de sua ação obsessiva e seu encaminhamento aos postos de socorro para continuidade do tratamento.
No final da sessão explicamos a ela o que de fato ocorreu, aconselhando como sempre uma revisão de conduta e postura diante da vida, ou seja, a famosa ‘reforma íntima’, pois atraímos esses irmãos para ajustes de contas por vibrarmos ainda na mesma frequência: se éramos egoístas ainda o somos, se éramos irados ainda o somos, etc., motivo pelo qual quando um desses companheiros nos encontra consegue facilmente sintonizar conosco, haja vista apresentarmos ainda as mesmas características de personalidade.
Abraços.

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