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quarta-feira
Obsessão provocando desdobramento inconsciente
Na primeira vida passada acessada a consulente era uma mulher grávida, cujo marido era bêbado e a agredia constantemente. Após uma surra ela perdeu a criança e veio a falecer. Após a morte foi socorrida e e levada para um hospital no astral.. O espírito que fora esse seu marido estava estagiando na subcrosta astral, juntamente com outro espírito de uma mulher que fora sua amante naquela existência e que foi a causa dele ter matado a esposa, era uma região de vibração muito baixa, onde os seres são todos deformados e horripilantes. Efetuamos o resgate do casal e eles foram levados para o mesmo hospital em que a consulente havia sido levada. Pedi para que ela acompanhasse seu ex-marido e a amante até lá para ver como eram a coisas lá. Lá chegando ela encontrou vários familiares seus já falecidos, da vida atal, e entabulou diálogo com eles, que a orientaram e demonstraram seu apoio.
A segunda vida passada acessada foi na época da Idade Média, onde a consulente era então um homem que teve sua família morta por um grupo de soldados e que saiu enfurecido à caça dos assassinos. Ao encontrar o grupo de soldados que haviam matado sua família ele lutou e matou vários deles, mas foi morto por um cavaleiro montado, que lhe golpeou com uma espada pelas costas. Ligado a essa vida da consulente estava uma aldeia de camponeses onde ocorreu essa luta e nela havia vários espíritos que lá habitavam e que depois de morrer permaneceram vivendo na contra-parte etérica da aldeia, que se 'soltou' da região geográfica a que estava ligada e ficou plasmada na dimensão astral. Recolhemos os seres que lá estavam e 'desmanchamos' o local.
Na terceira e mais complicada vida passada da consulente ela era um garoto de cerca de 11 anos que foi sequestrado por um homem, que o levou num trem a vapor para um local distante de onde ele residia, tendo sofrido abuso sexual seguido de morte. Naquela existência o menino não percebeu que havia morrido e entidades 'cinzentas' (de baixa vibração, seres ruins) o aliciaram para atividades menos nobres no astral inferior. O espírito daquele homem estava obsidiando a consulente atualmente. A proximidade deste ser estava provocando o desdobramento inconsciente da consulente com a personalidade daquela existência (se desdobrava como um menino) e quando isso ocorria o tal ser a amedrontava e violentava novamente.
Ao invés de apenas retirar o ser de perto dele, fizemos com que ela enfrentasse o obsessor, transformando-se no desdobramento de um menino indefeso a uma mulher forte e decidida, que subjugou o tal ser antes dele ser levado para 'tratamento'.
Situações com essa são comuns, onde a presença de antigo desafeto provoca o desdobramento inconsciente da pessoa com a personalidade de uma vida passada. Se isto não for tratado a pessoa passa a viver em constante estado de angústia e depressão, que frequentemente evolui para síndrome do pânico ou patologias mais graves.
Abraço.
Gelson Celistre.
A dama de vermelho
O espelho refletia tbm a expressão de pavor do rosto da consulente, além de uma grande mancha roxa num dos olhos, causada pelo seu marido em um acesso de fúria. Enquanto via a tal mulher em sua cama ela repetia para si mesma:
- Ela não é real! Não existe, é tudo coisa da minha cabeça.
A consulente naquela existência enxergava os espíritos, e por conta disso era considerada perturbada e louca. Seu marido se sentia envergonhado perante os amigos e parentes, e pela sociedade em geral, por conta dos acessos de 'loucura' da esposa, que por medo e desespero relatava o que via na ânsia de receber ajuda. A sociedade e o meio em que ela vivia na época não aceitavam ou desconheciam a realidade do mundo espiritual e por conta disso ela era considerada louca.
Interessante notar que a consulente na vida atual passou por situação semelhante antes de iniciar o tratamento conosco. Seus pais não aceitavam a possibilidade dela ter 'mediunidade' por conta de sua religião e ela, como 'via' pessoas que ninguém mais via, desde pequena foi tratada como 'doente', à base de medicamentos psicotrópicos e até internamentos em clínicas especializadas. Para a medicina convencional se trata de um caso de esquizofrenia, mas na realidade é 'apenas' mediunidade.
A consulente nesta ocasião estava grávida, a barriga já volumosa, e vivia em desespero com medo dos seres que via, além da 'dama de vermelho', e que lhe aterrorizavam e ameaçavam. Ela pensava em morrer e pedia a Deus que depois que o filho nascesse que ela morresse.
Talvez ela estivesse pressentindo seu destino pois ela acabou morrendo no parto. Entretanto, embora seu desejo era o de se livrar dos obsessores, com a morte a situação piorou. Ao deixar o corpo ela sentiu-se caindo e 'desceu' (vide observação abaixo) até uma região do astral inferior, onde seus algozes a estavam esperando e a aprisionaram. Foi trancafiada numa cela e ali permaneceu por um tempo que não soube precisar.
O motivo da perseguição tenaz destes outros espíritos era o fato de que em uma vida anterior a consulente era uma feiticeira, uma bruxa, e fazia todo tipo de 'poções' a quem lhe pagasse. Naquela existência o marido da 'dama de vermelho' querendo se vingar dela por algum motivo que não soubemos, contratou essa bruxa para que preparasse um veneno, a fim de matar o próprio filho dele com a 'dama', pq queria que ela sofresse com isso. Outro detalhe interessante é que na vida atual essa 'dama de vermelho' era um dos seres que a consulente via quando criança e até recentemente.
A 'dama de vermelho' ainda acompanhava a consulente neste momento de sua vida e tivemos que tratar este ser. Efetuamos o 'apagamento' da memória e a encminhamos para nossa equipe espiritual, que providenciará seu esclarecimento, orientação e posterior reencarnação. Este é um caso de obsessão onde a perseguição se estende por mais de uma vida.
Obs.: Nosso corpo espiritual (corpo astral, perispírito, etc.) é energia e possui um frequência e densidade próprias, que refletem o nosso grau evolutivo. Espíritos mais evoluídos possuem um corpo espiritual mais diáfano e com vibração mais elevada, os espíritos menos evoluídos, a grande maioria da humanidade atual, possuem um corpo espiritual mais denso e de frequência vibratória mais baixa.
Como é a 'densidade' e frequência de nosso corpo espiritual que nos situa em alguma região da dimensão astral, a consulente naquela ocasião pós-morte, 'caiu' para uma região do astral compatível com o 'peso específico' de seu corpo espiritual.
Abraço.
Gelson Celistre
terça-feira
O serial killer
Ela se via já morta naquela existência, acompanhando o tal homem enquanto ele se dirigia para casa. Momentos antes ele a violentara e, após saciar sua lasciva doentia, a fim de não ser descoberto, bateu-lhe na cabeça com uma pedra repetidas vezes, arrastando em seguida o corpo ainda vivo pelo terreno pedregoso, até um local ermo, com um pequeno capão, onde abandonou o corpo. A jovem consulente morreu logo depois.
Chegando em casa, ele pressentia a presença de algo ou alguém junto a si e ficou assustado. Este homem tinha 3 filhos, doisgarotos e uma menina. Um deles, criança ainda, tinha mediunidade e viu o espectro terrível da consulente que acompanhava seu pai quando este chegou em casa, pois ela se apresentava tal qual estava quando morreu. O garoto se assustou e afirmou ver algo mas os pais taxaram de 'coisa de criança'. A consulente naquele momento, percebendo que o menino a via, concentrou nele seus esforços de vingança. O menino acabou morrendo depois de algum tempo, vítima de forte obsessão por parte da consulente, que queria arruinar a vida do homem que a violentou e matou.
O homem estava cada vez mais perturbado, bebia muito e agredia a esposa, que acabou abandonando-o com os filhos. Ele morreu numa briga de bar e quando chegou do outro lado a consulente o estava esperando para completar sua desforra, entretanto, não teve tempo pois outros espectros escuros o levaram logo que desencarnou.
A mulher que fora mãe da consulente naquela vida enconrava-se lá, chorando o desaparecimento da filha. Como seu corpo nunca foi encontrado e ela sumiu misteriosamente, todos acharam que ela houvera fugido. A mãe chorava muito e sofria pq a filha a tinha abandonado. Este espírito que fora sua mãe naquela existência é tbm sua mãe na vida atual, está encarnada, e encontrava-se ali em desdobramento inconsciente. Pedi a consulente que conversasse com ela, explicasse o que tinha acontecido, e depois a reintegramos ao seu corpo físico. Mantendo parte da consciência da mãe da consulente ali havia um ser esquisito, parecendo um duende, que manipulava uma esfera negra com uma energia muito densa. Recolhemos este ser ao jardim e a casa onde eles estavam se desvaneceu.
Da cena vista restava ainda a trilha onde inicialmente a consulente se vira desencarnada seguindo o homem que a vitimara. Pedi que ela retornasse ao local para ver se havia mais algum espírito ligado a esse trágico evento e então ela viu, no local onde o corpo dela fora abandonado, mais corpos de jovens como ela que haviam sido vítimas desse homem que se revelava agora um 'serial killer', um matador em série.
Ao resgatar esses espíritos e levá-los para o jardim, perguntei sobre o algoz e foi mostrado a consulente ele numa região trevosa pantanosa, submerso até a cintura, com outras cinco entidades o agredindo constantemente, provavelmente vítimas suas de outras vidas.
Disse a ela que iríamos lá resgatá-lo e surgiu um espirito que dizia a ela que não era para ele ser socorrido, pois estava lá resgatando seu karma. Para a consulente o tal ser parecia 'do bem', mas logo que lhe enviei uns pulsos de energia se revelou com outra face. Este ser estava com muita raiva e insistia que não era para socorrer o outro, que ele não merecia por conta de tudo que fez. Mandei que ele se calasse e não perturbasse pois quem julga o merecimento de alguém é Deus e não ele. Retiramos o grupo todo daquele pântano e levamos para o jardim, inclusive este que reclamava, que chegando lá ainda ficou perguntando à equipe espiritual quem iria fazer ele 'pagar pelo que fez'.
O que mantém os espíritos presos a estas situações por séculos e até milênios, é a incapacidade de perdoar. As vítimas perpetuam seu sofrimento por não aceitarem o que o destino as fez passar, e quando encontram o seu algoz em posição de inferioridade, agem com igual ou maior crueldade, gerando processos obsessivos que se prolongam por incontáveis vidas.
Abraço.
Gelson Celistre.
sábado
3 vidas em 30 minutos
Como da primeira vez, sua avó (desencarnada) estava no jardim à espera dele, porém, desta vez ela apenas observou. Pedi a ele que escolhe um caminho para sair do jardim e o seguisse, o que ele fez em seguida.
O caminho era escuro e quando começou a clarear ele viu-se numa vila, trajando trajes antigos. Decidiu entrar numa igreja que avistara e quando estava em seu interior sentiu que lhe enconstavam uma lança nas costas, virou-se e se deparou com um homem furioso ameaçando matá-lo. Pedi que conversasse com o sujeito a fim de saber o motivo e est lhe disse que ele o havia traído, que havia passado para o outro lado. Pedi que ele lembrasse então do que o tal sujeito falava e ele lembrou então de que havia matado o tal sujeito, assim como vários outros de seus amigos. Estavam numa guerra e ele os havia traído. Era a Guerra Civil Espanhola (1936-1939) onde a Frente Popular (comunistas e anarquistas) e o Movimento Nacional do General Franco, lutavam contra o regime republicano. No final as tropas franquistas, apoiadas inclusive por Hitler e Mussolini, venceram e o General Francisco Franco se auto-proclamou caudilho de Espanha pela graça de Deus. A guerra civil espanhola deixou mais de 1 milhão de mortos.
Nosso consulente era da Frente Popular, provavelmente um membro ativo e de liderança, pois sua família foi aprisioanada pelas tropas nacionalistas com o apoio dos alemães e ele teve que trair seus companheiros para salvar seus familiares. Nesta pequena vila estavam algumas centenas de pessoas que sucumbiram nesse conflito, homens, mulheres e crianças, espíritos que não conseguiram se desvencilhar das fortes emoções sofridas nos momentos que precederam seu desencarne e que nem perceberam que já não habitavam mais um corpo físico.
Disse ao consulente que conversasse com seu antigo amigo e que lhe dissesse que agora estava ali para ajudá-los, a a ele e a todos que ali estavam, reunimos todos e os levamos para o jardim, onde um grupo de espíritos (médicos e outros) já esperavam para tratá-los.
Após nos certificarmos que estavam todos sendo atendidos o consulente partiu por outro caminho. Desta vez viu-se num campo vasto, era uma moça e observava um cavalho encilhado andando sozinho. Pedi que procurasse por alguma casa e a moça viu então uma casa onde havia uma família, um casal e uma criança. Estavam sofrendo e ficaram felizes em vê-la, pois estavam doentes. Pedi que ela lembrasse qual sua relaçaõ com eles e ela lembrou que era a filha mais velha daquele casal, e que os havia abandonado à própria sorte pq eles haviam contraído uma peste. Foram levados para o jardim por ela e atendidos pela equipe de espíritos que já os aguardava.
O consulente desta vez sentiu necessidade de sentar-se num dos bancos do jardim para descansar, momento em que sua avó que estava ali observando aproveitou para sentar ao seu lado e lhe dar alguns conselhos. Após esse breve descanso o consulente partiu por outro caminho e logo viu-se numa galera entre dezenas de remadores, buscando invadir algum território fortemente defendido, deviam estar próximos à costa pois seu navio foi atingido por uma grande bola de fogo, atirada por alguma catapulta que devia estar em terra.
Mais de uma centena de guerreiros, possivelmente vikings, sucumbiram naquelas águas. Assim que o consulente nos relatou o naufrágio já criei vários botes salva-vidas e assim que os viram os náufragos subiram neles e depois o conduziram remando, guiados pelo consulente, até o jardim, onde ele ajudou-os a desembarcar. Nossa equipe de espíritos já estava a postos esperando e logo todos foram socorridos e encaminhados a outro sítio no astral para tratamento.
É evidente que todos haviam morrido afogados mas como plasmaram aquela situação na dimensão astral estavam vivenciando aquele momento 'eternamente', sem perceberem que já estavam 'mortos'. Nestas situações costumo interagir com o a mente coletiva do grupo a ser resgatado criando algo que visualmente represente para eles a salvação, no caso um bote salva-vidas, pois explicar a um grupo enorme a situação real em que se encontram demandaria muito tempo e energia.
Após retirar o último companheiro do bote e entregá-lo aos espíritos socorristas, nosso consulente recebeu um abraço da sua avó, como a lhe parabenizar pelo trabalho cumprido, e logo despediu-se do jardim, voltando à nossa dimensão física. Entre o início da sessão e o término não se passaram mais de 30 minutos, onde foram acessadas três vidas do consulente e resgatados centenas de espíritos que viviam em sofrimento.
Muitos daqueles seres que foram resgatados já se encontram reencarnados, mas aqueles que não reencarnaram mantém a situação plasmada no astral e isso acaba fazendo com que muitos dos espíritos que já estão encarnados se desdobrem inconscientemente e participem de certa forma da angústia dos demais. Dependendo da sensibilidade da pessoa encarnada, ela pode vir a sentir mais ou menos o que eles sentem.
Não é um regressão do tipo 'clássica', onde o consulente revive algum drama pessoal seu, mas sim um trabalho de resgate de consciências que conviveram com ele e que estão sofrendo em outra dimensão.
Este tipo de situação é comum a todos nós, todos temos seres a quem podemos auxiliar, e muitos inclusive que foram prejudicados por nós mesmos em vidas passadas.
Abraços.
quinta-feira
Dissociação inconsciente de personalidade
A megera indomada - assassinada a mando da madrasta
Iniciada a regressão e estando já a consulente no jardim, esta imediatamente principiou a ver, ao redor do jardim (usamos como método de dissociação mento-emocional e como base para as incursões em vidas passadas um jardim, que criamos na dimensão astral), uma floresta em chamas Em meio ao fogo crepitante uma jovem cavaleira lutava pra conter sua montaria. O cavalo empinava assustado e nossa 'amazona' resolveu tentar saltar por sobre as labaredas. Caiu do cavalo e, batendo a cabeça fortemente no chão, seu corpo desfaleceu ali mesmo, consumido pelo fogo. Acordou numa caverna, sentou-se encolhendo as pernas e abraçando-as. Sentia medo. Ficou ali muito tempo até que um ser veio estender-lhe a mão e a levou para um hospital. Estava quase enlouquecida. Naquela vida era egoísta, arrogante e autoritária e quando seu pai morreu, que era o único que ainda conseguia controlá-la, sua madrasta providenciou sua morte. Um incêndio na floresta, seca em função da estiagem, seria um acidente perfeito, ainda mais sabendo-se que ela tinha o hábito rotineiro de cavalgar.
A consulente não parecia ter sequelas emocionais dessa morte e então verificamos se não haveria algum dos seres envolvidos nessa trama necessitando de auxílio, ao que ela escutou: - Ela bem que merecia morrer mesmo. Emiti um comando para que ela visse que estava falando, e como suspeitávamos, era sua antiga madrasta. Após promovermos um diálogo redentor entre ambas aquele ser foi encaminhado a outra instância do astral pelo seu marido de outrora e pai da consulente naquela existência (os auxiliares espirituais do terapeuta providenciaram a vinda deste ser para facilitar a aceitação de auxílio por parte do espírito sofredor (a antiga madrasta).
A boa moça - estuprada e degolada por vingança
De volta ao jardim, saímos para mais uma incursão e a consulente viu-se vagando numa praia deserta (já morta) em uma existência passada. A lembrança dessa outra vida começou pelo momento pós-morte. Retrocendo no tempo ela se viu desembarcando de um navio de madeira, no porto de Santos, litoral do Brasil. Viu os escravos negros carregando sua bagagem e tbm o caminho que percorreu em uma liteira, tbm carregada por escravos, juntamente com sua mãe, até a residência de seu pai. O olhar de ódio de um dos negros em direção a ela lhe chamou a atenção.
Fora ele que a matara naquela praia deserta, degolando-a, após tê-la estuprado. Era um negro livre, mas sua mãe e irmã ainda eram escravas do pai da consulente e este abusava sexualmente delas. O negro então decidiu vingar-se do 'patrão' de sua família fazendo o mesmo com a filha dele. Mais uma vez havia um ser não reencarnado ligado à consulente e mais uma vez foi proposto um diálogo entre ela e seu 'executor', onde ela demonstrava que o perdoara e que entendia os motivos que o levaram a agir daquela maneira, pois ele não entendia como ela podia perdoá-lo depois do que ele fez com ela. Próximo a eles havia um grupo de seres que 'condenavam' a atitude do negro e queriam puni-lo. Eram entidades extra-físicas de baixa vibração que pretendiam escravizar esse espírito, usando a culpa que ele sentia para atormentá-lo. Ele, eivado de culpa, ia se deixar levar por estes seres para ser castigado. Quando insistimos que iríamos ajudá-lo, ele baixou a cabeça e esticou os braços à frente do corpo, como a esperar que fossem amarradas suas mãos.
Nesse momento, eis que surgem o pai e a mãe da consulente daquela vida, ele furioso com o negro e ela chorando desesperada. Foi preciso então tratar deles tbm e foi-lhes explicado que ela estava resolvendo a situação com o rapaz e que eles não precisavam se preocupar com isso. Detalhe: ambos estão reencarnados atualmente, o pai e a mãe de então da consulente, e nesta vida são irmãos dela. Efetuamos então o 'apagamento' da memória deles sobre esses fatos (despolarização da memória) e os reconduzimos aos seus corpos físicos. O rapaz negro foi auxiliado e seus parentesdaquela encarnaçaõ vieram buscá-lo.
Dissociação inconsciente de personalidade - participando de ritual satânico
Retornamos ao jardim e a consulente percebe lá a figura de um familiar seu, envolvido já na situação anterior onde ela tinha sido ameaçada por um outro ser. Trabalhamos essa situação e então a consulente viu-se no interior de uma antiga igreja, ouvindo risadas enlouquecidas ecoando no ambiente. Atrás do altar da igreja havia uma entrada para o subterrâneo. Lá dentro estavam ao redor de uma grande mesa retangular várias pessoas com cálices dourados bebendo o sangue de um animal sacrfificado, que jazia sobre a mesa. Uma dessas pessoas era esse mesmo familiar que ela acabara de encontrar no jardim.
Paralisamos todos e efetuamos o apagamento de suas memórias relativas a aqueles eventos macabros. Após isso enviamos os que estavam encarnados de volta aos seus corpos físicos. Dos cerca de uma dúzia que estavam ali só ficaram dois que não estão encarnados no momento. Detalhe: a própria consulente sentiu que 'voltou' tbm para seu corpo quando comandamos o retorno. Ela tbm estava com a personalidade dissociada inconscientemente, manifestando-se com uma outra personalidade de vida passada, junto com o tal familiar, que tbm é encarnado e estava em igual condição de 'dissociação'. Os dois restantes foram libertados do estado de paralisação e estavam completamente atônitos, sem saber o que faziam ali. Adormecemos ambos e os encaminhamos para o posto de socorro, com o auxílio de nossos amigos espirituais.
Novamente no jardim a consulente foi revitalizada por entidades extra-físicas que nos auxiliaram na consulta e encerramos os trabalhos. Notem que tivemos nesta consulta dois casos de dissociação inconsciente da personalidade, primeiramente com os irmãos atuais da consulente, que se apresentaram como pai e mãe dela de uma vida passada, e depois dela mesma e do outro familiar que havia 'aparecido' no jardim e que se encontrava com ela no ritual subterrâneo.
A dissociação inconsciente - algumas causas e efeitos
A dissociação inconsciente de personalidade geralmente ocorre quando existe algum evento em nosso passado carregado com muita enregia emocional. Alguma situação que nos causou muito sofrimento ou prazer e à qual ficou agregado um quantum elevado de energia pode provocar uma dissociação da nossa personalidade atual, sintonizando-a com aquele evento na dimensão astral, e podendo fazer inclusive com que o espírito se manifeste naquela dimensão com a personalidade que possuía quando da ocorrência de tais eventos.
A dissociação inconsciente de personalidade vem a ser então um estado onde parte de nossa consciência se projeta na dimensão astral (em desdobramento) e assume uma personalidade já vivida em uma vida passada, ou assume características de várias personalidades já vividas e que mantém uma relação de afinidade entre si. Numa das situações acima ocorreu isso quando duas pessoas atualmente encarnadas se projetaram inconscientemente quando um evento, ao qual estavam ligadas em vida passada e que lhes causou grande sofrimento (que foi a morte trágica de sua filha) sofreu um acréscimo de energia emocional quando na regressão a consulente acessou esse evento. Notem entretanto que havia um outro espírito ligado ao evento, o rapaz que a matou, tbm com muita energia emocional 'estagnada', sofrendo com a culpa de tê-la assassinado. Este inclusive encontrava-se desencarnado e era quem estava 'potencializando' este evento.
No outro caso, a reunião macabra nos porões da igreja, tbm havia seres em desdobramento inconsciente, inclusive a consulente e um familiar seu, e tbm novamente a figura de entidades extra-físicas (espíritos) que encontravam-se desencarnados. Geralmente são esses seres desencarnados que 'potencializam' algum evento e que acabam mantendo a ligação que possuíam com os outros seres que compartilharam com eles esses eventos. Esse tipo de dissociação inconsciente pode provocar tbm uma 'ressonância' dos encarnados envolvidos com alguma vida passada ou períodos inter-vidas onde ocorreram os eventos potencializados pelas entidades desencarnadas. Pode ocorrer tbm do próprio encarnado, em função de desequilíbrios emocionais ou psicológicos, provocar a dissociação da própria personalidade e buscar em seu passado algum evento que lhe satisfaça as aspirações atuais, que pelos impedimentos cármicos ele não pode usufruir. Uma pessoa que teve muito poder em vidas passadas e que hoje é um humilde operário, sentindo-se insatisfeita interiormente com essa situação, pode dissociar-se e potencializar eventos passados onde era poderosa, assumindo uma personalidade, ou conjunto de personalidades afins, que tenham relação com essa fase de sua existência onde ele era uma pessoa poderosa.
Este tipo de situação pode provocar transtornos diversos como bipolaridade, depressão, alienação, fobias, síndromes variadas, auto-obsessão (que geralmente evolui para um quadro obsessivo complexo com a adição de outras personalidades ligadas a eventos passados da pessoa), etc. É preciso se identificar essas situações e tratá-las, sendo que comumente o sucesso no tratamento só ocorre se outros seres ligados à pessoa e que se encontram, geralmente, desencarnados, forem auxiliados. Em tratamentos onde o terapeuta desconhece essas possibilidades de manifestação de nosso espírito e trata os eventos acessados pelo consulente como meras 'memórias' de suas vidas passadas dificilmente se obtém uma melhora considerável.
Abraço.
GELSON CELISTRE
(51) 9394-6023
Orientação Espiritual - Terapia de Vidas Passadas - Terapia de Regressão - Hipnose Clínica - Apometria - Mestre Reiki - Psicoterapia
sábado
O tratamento da obsessão através da TVP - 2º caso
O tal mentor conduziu o paciente, que se via em trajes prateados tipo um macacão e com um capacete na cabeça, a uma nave espacial, onde começou a lhe mostrar os equipamentos que haviam nela. Interrompi esta ‘lembrança’ e o conduzi de volta ao jardim.
Saímos em outra incursão e eis que ele se vê na infância da vida atual, sentia que era um menino diferente dos irmãos, se viu brincando no jardim de sua casa, etc.
Questionei onde estava o mentor e ele disse que ele estava lá, no segundo andar da casa, apenas observando. Mandei que ele fosse até lá para ‘conversarmos’ com o tal mentor. Quando ele se viu frente a frente com o mentor, eu criei um campo de contenção em forma de bolha ao redor do tal mentor e disse ao paciente que ele veria o tal mentor como ele realmente era. Ele ficou meio perplexo e retrucou que o tal mentor o acompanha a não sei quanto tempo e tal mas mesmo assim pedi que ele observasse a bolha. Ele então fez algumas caretas quando viu que o tal mentor mudava de forma, algo entre um lagarto ou cobra, muito escuro, feio e com odor muito desagradável.
Expliquei a ele que esse ser na verdade era o espírito que o estava obsidiando há muito tempo. Mantive o ‘mentor’ preso e o conduzi de volta ao jardim para iniciarmos a regressão.
Ele se viu então discutindo com seu meio irmão pela herança do pai de ambos, que era uma espécie de chefe de tribo numa época pré-romana. O irmão avançou sobre ele para estrangulá-lo e ele o matou com sua espada, sofrendo muito com isso pq amava o irmão.
Após essa vida ele acessou outra onde era um sacerdote grego e festejavam a colheita da uva numa cerimônia num templo. Era muito feliz e era querido pelo povo da cidade onde morava. Por trás das colunas do templo havia um homem que parecia ser leproso, envolto num manto acinzentado, espreitando-os.
Observação: Este homem que espreitava era o mesmo espírito que foi seu irmão na outra vida, só que naquele momento ele estava desencarnado. Na ocasião relembrada o então sacerdote não notou sua presença, tendo percebido somente agora quando acessou aquela vida em estado de transe.
Iniciei então o tratamendo pedindo que ele chamasse o tal homem e o abraçasse, que lhe dessem roupas limpas e o ‘curassem’, pois ele estava sem algumas partes do corpo, como um leproso. Isto feito, o ser chorou de emoção e, após estar recomposto, trouxe o paciente de volta ao presente. Pedi que olhasse então a bolha onde mantinhamos o obsessor, e ela estava vazia, pois o ser havia sido resgatado.
Expliquei ao paciente que se tratava do mesmo espírito que fora seu irmão e outras informações que julguei necessárias, como o fato de que a primeira “lembrança’ havia sido criada por aquele ser para que não fosse descoberto, e que a lembrança real de sua infância tbm era apenas para nos fazer perder tempo. Como percebi de imediato que se tratava de criação mental ele tentou a lembrannça da vida atual, tbm sem sucesso.
Entretanto, é preciso ter cuidado pois este tipo de coisa é muito comum. Obsessores criam imagens mentais para o obsdiado e o terapeuta pensa que ele está acessando alguma vida passada, ou então o faz se situar na infância para ‘despistar’ tbm. A falta de conhecimento sobre a realidade espiritual por parte de muitos terapeutas tbm facilita a atuação dessas entidades. As ‘inclinações’ de muitos terapeutas de achar que algum mestre de chama colorida ou comandante de frota estelar está ao seu dispor para ajudar na regressão tbm é caso a ser observado com atenção, pois num atendimento como esse muitos estariam até hoje viajando pelo espaço sideral com o tal mentor. Se o terapeuta não sabe lidar com esse tipo de situação a melhor opção é não fazer a regressão e indicar ao paciente um centro espírita/umbanda, para que lá eles tratem da obsessão.
Abraços.