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quinta-feira

Um final feliz muitas vidas depois

Na primeira consulta de regressão a consulente em poucos minutos disse que já estava no jardim. Perguntei o que via lá e se havia alguém e ela disse que via muitas flores e que estava acompanhada do espírito de seu pai (já falecido). Ela o havia chamado mentalmente pq estava temerosa. Disse a ela que eu iria fazer uma verificação para ver se era mesmo o pai dela e constatamos que não era mesmo. Depois disso ela teve um encontro em desdobramento com seu ex-marido, onde conversaram um pouco sobre a recente separação (ele não aceitou bem a situação).
Expliquei a ela que com essa atitude (de invocar algum espírito, no caso o pai) ela estava prejudicando sua regressão pois o pai dela, mesmo que quizesse, não poderia participar da terapia e, pelo que ela me disse dele, certamente não teria condições de ajudar em nada, ao contrário, poderia até atrapalhar.
Depois reiniciamos a regressão e ela se viu indo em direção a um castelo medieval. Ela se via muito escura, apenas como um vulto negro, e o castelo tinha uma aparência cinzenta e sombria.
Nesse castelo ela viu apenas um homem usando uma armadura de cavaleiro. Subiu uma escadaria que terminava em uma porta à beira de um precipicio e uma outra escada que descia para um andar onde havia uma parede de pedra e do outro lado, um jardim. Nesse jardim ela viu um homem, o mesmo com o qual esta vivendo atualmente. Conversaram, ele dizia que a amava, mas depois disso tudo escureceu e ela não viu mais nada.
Na consulta seguinte inicialmente ela se viu andando no jardim de uma casa grande, onde entrou e se viu menina, lá estavam seus pais atuais, embora a casa fosse diferente (provavelmente os pais da vida atual já haviam sido pais dela em outra existência, essa que ela acessou agora). Ela aproveitou para conversar com a mãe sobre a maneira dela ser (muito autoritária, sempre com a razão).
Saindo dali tudo ficou escuro mas lhe disse para continuar caminhando e aos poucos ela foi percebendo uma outra casa, ao estilo das casas de fazenda de escravos, com uma varanda ao redor. Nessa varanda havia um homem sentado numa cadeira, era o proprietário da fazenda. Na cozinha da casa a esposa dele se encontrava fazendo alguma coisa.
A consulente então era um homem, o capataz da fazenda. Pedi a ela que conversasse com a mulher par tentar descobrir alguma coisa, pedir para fazer algo, e ela o mandou perguntar ao marido, Coversando com o marido dela, o dono da fazenda, este dizia ao capataz que devia matar um negro, pq ele assim o estava ordenando. O capataz não queria matar esse negro mas cedeu às ordens do patrão.
O motivo era ciúmes. Esse engro estava vivendo com uma outra escrava negra que havia dado à luz há pouco tempo. O filho era do patrão, que queria aquela escrava apenas para seu uso pessoal.
O pobre negro foi colocado no tronco e apanhou até morrer.
Expliquei à consulente que isso não era apenas uma lembrança, que existia na dimensão astral aquela fazenda ainda e que alguma das pessoas envolvidas nessa trama ainda estava ligado àquele local. Apesar de ela ver muitos escravos na fazenda e outros trabalhadores, alguns eram apenas criações da mente que quem lá ficou e alguns outros, já encarnados, lá se encontravam em desdobramento inconsciente.
Emiti uma ordem mental para que ficassem lá apenas os desencarnados e feito isto sobrarm apenas a esposa do proprietário e o negro que morreu no tronco.
Desmanchei esse sítio astralino e pedi à consuelnte que verificasse se nenhuma parte permanecia visível e ela disse que tudo sumira, com excessão do tronco.  Pedi que ele observasse atentamente o tronco e ela viu ligado a ele, embaixo mais precisamente, uma outra cena, onde havia um imenso laranjal onde muitos trabalhadores colhiam frutas (não eram escravos). A consulente era novamente o capataz do local e disse que uma das operárias, que estava grávida, morreu no parto, juntamente com a criança. Entretanto, não havia nenhum espírito desencarnado nessa situação. Desmanchei a cena e ela viu um outra casebre de madeira onde um homem velho a chamava.
Chegando no casebre o homem falava sem parar e ela não entendia. Pedi a ela que dissesse a ele para falar mais devagar e que ela prestasse bastante atenção. Ela entendeu então que ele pedia para resgatar o filho, que estava do outro lado de um morro. Ela se dirigiu até lá e encontrou o rapaz, que ia escalar o morro, caiu, quebrou uma perna e morreu ali mesmo, sem ter conseguido ajuda. Resgatamos o velho e seu filho.
Depois disso ela se viu então chegando no castelo onde estivera na consulta anterior, mas desta vez ele não estava sombrio nem cinzento e ela via tudo com perfeição.
Ela viu que uma mulher queria jogá-la no precipio que havia no final da escada onde ela havia subido antes, mas que o homem de armadura a tinha impedido. O homem era seu pai e a mulher era sua própria mãe. O motivo era que ela envergonhara a família, pois estava grávida de um homem que ela amava e com quem se encontrava naquele jardim que ela tbm vira da outra vez.
Este homem foi trancafiado numa cela e morreu lá. Ela foi obrigada a se casar com um outro homem, de quem não gostava, antes da criança nascer.
Na vida atual os personagens reapareceram. A mãe dela é a mesma daquela existência. O pai da vida atual é o homem com o qual ela teve que casar obrigada. O seu amado que morreu na prisão é o homem com o qual ela vive atualmente e o filho que ela teve naquela vida é seu filho mais velho hoje.
Na vida atual ela vivenciou uma situação semelhante. Quando jovem se apaixonou por um rapaz mas sua família foi terminantemente contra, e ela cedeu a essas exigências, casando-se logo depois com um homem pelo qual não era apaixonada. Teve dois filhos e muitos anos mais tarde resolveu se separar por ser infeliz no casamento. Reencontrou aquele homem, que tbm era casado e acabou se separando tbm, e hoje eles vivem juntos.
Muitos séculos depois daquela vida, em um país diferente, eles novamente se encontraram e o sentimento que existia em seus corações acabou sendo mais fortes que as convenções sociais. Isso prova que o amor não conhece barreiras e sobrevive ao tempo.
Abraço.

Gelson Celistre.

Amor eterno

A consulente rapidamente entrou num estado alterado de consciência e enquanto mentalizava o jardim se viu num local escuro e enevoado, estava descalça com uma vestimenta branca e um rato lhe fazia caretas. Em seguida divisou um homem com um casaco azul, calça branca e botas pretas, este lhe pegou pela mão e lhe levou para algum local.
Assim que o viu ela ficou extasiada, disse que ele era lindo e não conseguia tira os olhos dele, o homem era alto, loiro e a fascinava o simples olhar para ele. O que se seguiu foi meio estranho pois ela sentiu um forte dor no peito e não queria admitir que o tal homem fosse o culpado. Depois ele a pegou nos braços, a colocou sobre uma mesa e a despiu. A sensação que ela teve foi a de estar sendo esquartejada, mas mesmo assim procurava desculpar o homem que venerava, dizendo que não podia acreditar que ela faria isso com ela, e que nos olhos dele via que ela não queria mesmo fazer isso. Em seguida sentiu ser jogada num precipício e voou para fora de lá.
O que ocorreu foi que ela foi envenenada e sacrificada por este homem, provavelmente num ritual satânico, mas se recusara a acreditar pois o amava e o venerava de uma forma muito intensa. A primeira cena que ela viu já foi ela morta numa região de baixa vibração no umbral, tendo depois passado a lembrar o momento que o homem a encontrou naquela vida e a levou para algum lugar. Nesses momentos ela sentia uma forte dor no peito, dor que costuma sentir e que não teve encontrada sua razão pela medicina convencional.
A conduzi até o momento em que eles se encontraram pela primeira vez e ela se viu criança, brincando com seu irmão, que era esse mesmo espírito que ela venerava naquela existência fatídica. Pedi que fosse para um momento importante naquela vida e ela viu uma carruagem e um homem que deveria ser seu pai, de bigodes, usando uma espécie de farda militar. Era o momento em que seu irmão, já adolescente, partia, carregando uma mala quadrada.
O próximo momento marcante dessa vida foi ela dando à luz uma criança, auxiliada por uma criada negra. Essa criança nasceu de uma relação incestuosa e a levaram para algum lugar a fim de escondê-la, pois o pai biológico era seu próprio irmão que partira. Ela morreu algum tempo depois aparentemente por desgosto, mas não pelo filho que não ficara com ela, mas pela ausência de seu irmão. Não via sentido na vida e tudo lhe era indiferente.
Logo que morreu ela se viu toda preta, escura, pois estava com muita raiva de seus familiares que a privaram da presença de seu amado irmão. Depois de morta ela ficou presa à casa onde morava por algum tempo. Depois sentiu as orações que seu irmão fazia por ela e se sentiu atraída a ele, mas disse que não conseguia chegar perto dele pq ele só pensava coisas boas. Ficou gravitando por perto durante algum tempo, viu quando o filho dele nasceu e ele o pegou nos braços, depois foi atraída para uma região pantanosa e lamacenta do umbral.
Precisamos entender aqui que ela teve uma vida infeliz e que morreu com muito ódio em seu coração, ela mesmo se sentiu escura logo que morreu e não conseguia nem chegar perto do irmão amado pq ele 'só pensava coisas boas', isso significa que seu corpo astral estava muito denso, carregado de fluídos deletérios, e seu peso específico a deslocou para uma região no astral compatível com essa energia.
Ela ficou um tempo que não temos como precisar nesse local, onde haviam outras pessoas tbm, até o momento em que um grupo dessas pessoas conseguiu 'fugir' dali, correndo por um caminho que divisaram em direção a uma colina.
Ela viu que junto deles corria tbm um animal semelhante a um leão, mas que era totalmente branco. Na fuga ela viu que da barriga de uma das mulheres que tbm estava fugindo dali, saía uma mãozinha de criança. Em dado momento ela se viu só com o 'leão branco', que ela sentiu que a protegia.
Essas recordações da consulente são de um resgate onde utilizando-se desse ser em forma de animal, entidades mais evoluídas patrocinaram a saída daqueles espíritos daquela região purgatorial; a mulher que ela viu com a mãozinha de criança saindo da barriga provavelmente morrera grávida ou tentando abortar.
Depois disso ela 'pulou' para uma outra vida onde já estava dando à luz uma linda criança e, sentado ao seu lado, estava seu marido, e este era o mesmo espírito que ela idolatrava tanto, o mesmo que a esquartejara e fora seu irmão. Ela sentiu uma sensação muito prazeirosa e de realização nesse momento e então deixamos ela fixada neste momento e encerramos a sessão de regressão.
Embora seja a primeira regressão dessa consulente, pelos fatos relembrados podemos supor que se trata de dois seres que viveram muitas vidas juntos e que possuem uma ligação muito forte.
A dor que a consulente sente no peito é em função de não conseguir admitir que o homem que venerava poderia ser capaz de fazer algo ruim para ela. Muitas coisas que ocorreram nas primeiras cenas da consulta ela se negou a ver pq não consegue admitir que seu ídolo pudesse ter feito isso. É um caso típico onde a pessoa não quer encarar a realidade e mascara para si mesmo os fatos a fim de não sofrer, pois admitir que a pessoa a quem ama incondicionalmente não é 'boa', pode lhe desestruturar todo o seu sistema emocional, entretanto, se esta situação surgiu na regressão é pq é algo que a consulente precisa trabalhar em si mesmo pois isto está causando uma desarmonia no seu espírito.
Ressalte-se que ela nos procurou para tratar seu filho e estamos tentando tratar da criança através dela. Haveria alguma relação entre este homem que ela tanto ama e seu filho atual? Esperamos descobrir nas próximas consultas.
Abraço.

Gelson Celistre.

segunda-feira

A barca de Rá

A situação que encontramos nessa sessão não é rara e nos serve de alerta para que mantenhamos a nossa mente aberta às inúmeras possibilidades de interpretação da verdade que existem no universo. A consulente se deparou com um enorme templo, semelhante a uma pirâmide que tivesse seu topo cortado. Essa construção estava no meio do nada, um deserto. O interior tinha o piso formado por mosaicos com símbolos estranhos, muitos ornamentos dourados.
Nesse salão havia um altar e no centro uma espécie de túmulo cheio de múmias e com algo semelhante ao vidro na parte superior. Havia um altar com uma poltrona de espaldar alto e nas paredes haviam hieróglifos egípcios em baixo relevo, que pareciam se mover. Criei uma abertura nessa parede e a consulente relatou que saíram de de dentro da parede muitas pessoas e animais, como tigres e falcões. Todos foram recolhidos e levados para um posto de triagem no astral.
No final de um longo corredor, onde havia uma grande parede de pedra com um símbolo semelhante ao 'olho que tudo vê' (um olho dentro de um triângulo) a consulente divisou um sarcófago em posição vertical. Pedi que ela se aproximasse e abrisse a tampa. Ela o fez e havia uma múmia dentro, com os braços cruzados na altura do peito.
Esta múmia estava imóvel e parecia 'morta', mas eu disse a consulente que conversasse com ela e dissesse que veio para levá-la até a 'barca de Rá'. Nisso a múmia pareceu acordar, pegou a colsulente pelo braço e seguiram rapidamente. Logo a frente deles surgiu uma barca na qual a múmia entrou, após agradecer à consulente.
Não conseguimos saber há quanto tempo essa múmia esperava que se cumprissem suas crenças acerca do mundo espiritual, milênios provavelmente, mas pela reação é provável que já estivesse cansada e se perguntando pq não fora retirada dos mundos inferiores pelos deuses a quem adorara em vida. O mito da barca de Rá era bem popular e conhecido no Antigo Egito, e a menção a isso com efeito o tirou de seu torpor mental e o fez desejar sair daquele estado.
O fato de acreditar cegamente em suas crenças o manteve em estado de suspensão, assim como ao séquito que fora enterrado com ele para servi-lo no além. Como todos acreditavam pacificamente que morreriam para servir seu senhor no outro mundo, não cogitavam de sair de sua prisão, mantida pela energia mental deles todos.
Em outra regressão já me deparei com uma consulente que fora um faraó e que, após ser morta e enterrada dentro de uma pirâmide, se recusou a ser resgatada por dois espíritos socorristas que vieram buscá-la pq 'não era assim que ele acreditava que seria'. Passou um tempo enorme preso à sua múmia até que, exausto, foi retirado sem forças e levado para um hospital no astral. Nós somos as maiores vítimas de nossa negligência em relação ao mundo espiritual, pois geralmente pouco ou nada nos importamos com a vida futura, isso quando acreditamos nela. Não identificamos a consulente nessa vida mas provavelmente ela era um dos serviçais que foram enterrados vivos naquela tumba.
A sintonia com uma situção dessas poderia provocar situações de solidão e conformismo com a 'desgraça', sensação de dever à vida aos outros, claustrofobia, etc.
Abraço.

Gelson Celistre.

domingo

A guerra

A humanidade terrestre ainda é muito belicosa, talvez pq os dramas internos do ser se reflitam exteriormente. Mas o fato é que estamos sempre às voltas com guerras. No século XX tivemos inúmeros conflitos regionalizados, sem contar com as duas grandes guerras mundiais. No início do terceiro milênio ainda estamos com vários conflitos armados em várias partes do mundo.
Na dimensão astral não é diferente. A maioria dos conflitos armados, mesmo após terminarem aqui no plano físico, seguem no astral. Os combatentes morrem e não percebem, continuando a lutar indefinidamente em outra dimensão. Lá o tempo 'para' e eles revivem os momentos de guerra indefinidamente. Na Segunda Guerra Mundial (1939/45) foram mais de 70 milhões de mortos. Somente na Guerra da Coréia (1950/3) morreram 'oficialmente' 3,5 milhões de pessoas. Na Guerra do Vietnã (1959/75) seriam entre 1,5 e 2,5 milhões de mortes, mas provavelmente foi o dobro ou o triplo dos números oficiais.

Muitos desses mortos, por motivos vários, acabam percebendo a situação em que se encontram e  saem desse estado de torpor mental em que se encontram, às vezes auxiliados por espíritos socorristas que atuam nas regiões umbralinas, outras devido à prece de familiares e amigos, às vezes são atraídos por encarnados com os quais possuem afinidade vibratória ou cármica, enfim, muitos acabam reencarnando, enquanto que outros permacenecem naquela situação no astral. Esta situação provoca, não raro, o desdobramento inconsciente de algum desses encarnados ligados àquele sítio, podendo gerar problemas psicológicos como manias, fobias e síndromes em geral.

Nesta sessão a consulente, uma moça, acessou uma vida onde ela era um homem, um camponês asiático que vivia numa região de selva onde ocorria um conflito bélico. Geralmente utilizo o 'meu' jardim como base para as regressões, mas quando percebo que o consulente está com dificuldades de chegar lá, por estar já ligado com alguma frequência que se situa num local 'abaixo' do meu jardim na dimensão astral, eu peço para que a pessoa visualize que está descendo uma escada, no final da qual há uma porta que, ao abrir, vai situá-la numa vida passada.
Neste ponto a consulente relatou o seguinte (os trechos em itálico são narrações da própria consulente):

"Desci as escadas como você pediu, abri a porta e vi muita mata, mas a frente tinha um jipe e alguns soldados mexendo no bagageiro onde tinha dois tonéis, havia também um camponês chinês de cabelos compridos, com chapéu de chinês e pés descalços dando informações, dentro dos toneis havia gasolina, após atearam fogo numa aldeia, não vi se tinham pessoas dentro dos casebres de palha, mas todas as casas foram queimadas."

Alguma pessoas conseguem se identificar com elas mesmas numa vida passada mas outras não conseguem se identificar quando se vêem. Nesse caso a consulente estava vendo os soldados e não sabia se ela era um deles ou não, então eu a mandei olhar para o lado que ela se veria, e foi nesse momento que ela viu o tal camponês, que era ela naquela vida. A consulente o identificou como 'chinês' por ser oriental e usar um chapéu cônico, ao estilo dos que vemos nos camponeses de filmes chineses, mas pela descrição dos fatos é provável que se trate de algum conflito ocorrido na Ásia, posterior à 2ª Guerra Mundial, provavelmente a Guerra do Vietnã.

"Logo depois os soldados voltaram pra uma base onde tinha mais soldados, helicóptero decolando, todos apreensivos. O local era seguro e vigiado, dentro do recinto estavam estudando um mapa, e o tal 'chinês' explicava como chegar, ele estava ansioso não parava de falar, estava delatando e após o vi fazendo uma refeição, em seguida os soldados foram destruir mais um vilarejo, agora com tanques de guerra, acabaram com o lugar e tudo escureceu."

A consulente, naquela ocasião um camponês em meio a uma guerra, acabou delatando algumas aldeias, por serem de um grupo inimigo ou por apoirem estes, e estas foram dizimadas pelos soldados aos quais ela informou a localização dessas aldeias. A base militar para onde os soldados voltaram após o primeiro ataque era cercada por muros altos e bem guarnecida. Pelo que ela descreveu havia helicópteros e veículos pesados.
Essa base existia na dimensão astral e os soldados que lá se encontravam acreditavam ainda estar em guerra. A mente das pessoas envolvidas plasma no astral um cenário idêntico ao que viveram aqui e para eles é totalmente real. Neste caso a consulente ao relembrar aquela existência acabou sintonizando com este sítio astralino onde haviam vários espíritos vivendo e acreditando que ainda estivessem em guerra.

Nas aldeias nós efetuamos um resgate coletivo e trouxemos as vítimas para o nosso hospital e na base militar primeiro eu desmanchei tudo, as construções, os equipamentos, helicópteros e tanques, deixando ali apenas os soldados, que a consulenter calculou serem uns vinte. Destes eu comandei que retornassem ao corpo os que já estivessem encarnados e sobraram apenas uns dez. Totalmente atônitos e sem entender absolutamente nada do que estava ocorrendo, pedi a ela que dissesse a eles que a guerra havia terminado. A sensação que tiveram foi de alívio e depois os troxemos para o hospital junto com os demais.

Geralmente quando o consulente está associado a eventos que vitimaram várias almas, é comum que ao acessarmos suas lembranças estas entrem em sintonia com alguma frequência da dimensão astral onde muitas dessas almas se encontram e nesses casos não basta apenas a pessoa lembrar, é preciso que essa almas sejam socorridas e tratadas.
Abraço.

Gelson Celistre.

segunda-feira

Regressão nas palavras de quem fez

Neste post vou relatar uma regressão pelas palavras da própria consulente, que solicitei que escrevesse de memória, após a consulta e em sua casa, o que ela havia acessado na regressão. Na consulta, enquanto a pessoa relaxa e mentaliza o jardim, eu a desdobro (separo o corpo astral do corpo físico) e já a levo para o 'meu' jardim, que utilizaremos como base para as incursões nas vidas passadas do consulente (as partes em negrito são a descrição da regressão nas palavras da própria consulente):

"Enxerguei o jardim com flores e ao mesmo tempo tudo escureceu, vi um homem velho com cabelos brancos compridos e com bigode, parecia um mago, estava sentado numa poltrona de madeira alta olhando algo, quando olhei pra mesma direção vi pessoas de preto, tudo muito escuro diante de uma placa de cimento, tinha alguém ali, e nesse lugar tinha muitos vultos, não consegui ver nada nítido, muita confusão, ..."

A consulente estava já sintonizada com uma frequência no astral e assim que sua consciência se transferiu para o corpo astral dela, que eu havia desdobrado e levado para o jardim, ela foi 'puxada' para essa outra frequência, que era a que tinha que ser tratada naquele momento.
A 'placa de cimento' a que a consulente se refere era um altar de sacrifícios onde eu intuí que ela havia sido sacrificada e, como a visão estava confusa e estagnada nesse ponto, para ela pedi que se colocasse naquele local, para darmos seguimento à regressão.

"...quando tu disse pra eu me deitar na pedra, senti agulhadas pelo corpo inteiro, uma angústia, uma sensação horrível, o estranho que o mago não era mal ele era claro, tinha luz perto dele. Depois eu estava dentro de um buraco muito escuro e em cima tinha uma abertura e dava pra ver o céu."

Tendo se colocado na pedra (o altar) ela sentiu o que houve quando foi sacrificada e em seguida morta (ficou presa em um buraco em alguma região densa do astral). Geralmente eu permaneço desdobrado e acompanho a consulente no astral e quando ela fica temerosa por algum motivo qualquer me faço visíviel para a tranquilizar. Quando disse para ele olhar para lado pq eu estava junto dela ela só viu o mago, pois foi a forma com a qual me apresentei a ela em desdobramento. Pode ter sido pq tive alguma coisa a ver com ela no passado com essa personalidade, ou pq estivesse envolvido nessa situação. Nem sempre isso acontece, geralmente a consulente me vê com a fisionomia que tenho nesta vida, eventualmente com um traje diferente.

"Após, me vi em cima de um elefante, estava muito enfeitada, com vestido vermelho rosto coberto, estilo indiano, árabe... estava triste, havia muitos convidados, todos sentados no chão, o suposto noivo estava alegre, tinha um turbante na cabeça e uma espada na cintura, mais a frente tinha uma escadaria com uma mulher de vestimenta preta, ela quem conduzia a cerimônia. Quando acabou, uma parte dos convidados me separou do noivo e a outra parte o carregou, subi no elefante, tudo escureceu e novamente estava no buraco."

Quando ela estava no buraco pedi que ela voltasse no tempo e lembrasse como foi parar ali, e então ela teve essa visão. Parece ter sido um ritual onde a noiva era sacrificada após o casamento, pois a oficiante da cerimônia era uma sacerdotisa de vestimenta negra. A expressão do noivo parece indicar que ele próprio talvez não soubesse o que iria ocorrer depois, mas não conseguimos saber mais sobre ele.
Pedi a consulente que saísse do buraco e voltasse para o jardim, após termos resgatado (foram recolhidos para um hospital no astral) os seres que ainda estavam presos àquela situação na dimensão astral.

"Voltamos para o jardim, vi tulipas vermelhas lindas, uma tarde de inverno ensolarada, mais a frente avistei um celeiro quando dei a volta pra entrar, nossa tudo ficou muito escuro, muito frio, senti medo, era tipo um matadouro, tinha um cara furioso, havia pele de animais, vacas, porcos, cavalos, muito sangue, eu vi o cara matando algum animal ou pessoa, não era nítido, ele estava transtornado, tinha um túmulo, vi também um menino no canto da parede me olhando, ele estava com medo também, mas não falou nada somente olhava assustado, eu senti vontade de sair dali, mas não conseguia."

Ao voltar para o jardim (tulipas, tarde ensolarada) novamente a consulente foi atraída por outra frequência ativa em seu inconsciente e foi parar no tal celeiro onde algum ser perturbado estripava pessoas e animais. Essa situação ficou nebulosa para a consulente e não conseguimos ver exatamente do que se tratava, embora o mais provável é que ela tenha sido vítima de algum psicopata, possivelmente marido dela que a matou por ciúmes. Às vezes os fatos não se mostram com muitos detalhes pq o principal naquela situação é o resgate dos seres envolvidos e da transmutação das energias envolvidas, que foi o que fizemos, após eu trazer a consulente de volta.
Esta foi a primeira sessão de regressão dela, já havíamos tido uma consulta antes, mas foi a inicial, onde eu explico algumas coisas para a pessoa sobre o tratamento e sobre o mundo espiritual, sobre o karma, tiro suas dúvidas e já passo algumas orientações para quando formos fazer a regressão.
As coisas estão colocadas de maneira resumida e por elas parece que foi algo muito rápido, entretanto, a parte onde a consulente acessou essas vidas passadas, tirando uns 15/20 minutos para conseguirmos transferir a consciência da consulente para o seu corpo astral, durou mais de uma hora, sendo que depois fizemos algumas análises e observações sobre o que foi acessado e a vida atual da consulente.
Abraço.
Gelson Celistre.

quarta-feira

Regressão e resgates

Após algumas induções hipnóticas de relaxamento, a consulente conseguiu rapidamente sentir-se leve e em seguida 'ver' o jardim. Pedi que observasse bem o ambiente do jardim e perguntei se ela via ao longe algumas árvores altas. Como ela via as árvores pedi que se dirigisse em direção a elas pois logo após ela veria 'alguma coisa'. Enquanto se dirigia até as árvores ela viu uma menina loira, de cabelos longos, trajando uma túnica branca, que corria alegremente e seguiu por uma estrada de terra, ladeada de árvores.
Seguimos a menina, que chegou numa casa simples, onde havia uma senhora algo idosa dentro e, do lado de fora, um homem cortando lenha. O homem a princípio parecia contrariado com alguma coisa, irritado, mas logo em seguida, aparentando uma visível perturbação emocional, sentou-se no toco onde cortava a lenha e desatou a chorar. A consulente era essa menina loira que ela avistara. Ela se viu numa idade daquela vida anterior aos eventos que agora presenciava.
Dei um comando para que ela recuasse no tempo, antes desse momento, para descobrirmos a razão do homem estar sofrendo. Ela viu então que eles viviam maritalmente juntos, até que um dia ela disse-lhe que iria embora. Acordou, vestiu-se e saiu da casa, onde um antomóvel a esperava, com um homem, um pouco mais velho que ela, ao volante. Ela estava muito entusiasmada e feliz por começar uma nova vida, parecia apaixonada por esse homem. O sofrimento do homem que cortava lenha era por ela o ter abandonado.
Cruzaram com o veículo a mesma estrada de terra que a consulente vira no início e chegaram numa cidade. A residência para onde ela se mudou era uma casa grande, com gramado e jardim na frente. Seu novo companheiro era um homem de posses. Entraram e ele lhe mostrou a residência e a apresentou a uma senhora negra, que era a empregada, e que não simpatizou muito com sua nova 'patroa'. Foram para o quarto, beijaram-se, etc.
Ela era feliz nessa casa, sentindo-se apenas um pouco só quando o marido estava fora trabalhando. Morreu acamada por uma doença por volta dos cinquenta anos de idade. Não teve filhos. Enquanto isso, seu antigo companheiro, que ainda não superara a separação e vivia  sozinho ainda naquela casa vista no início, talvez por ter tido notícias de que sua amada morrera, enforcou-se numa árvore próxima. A consulente, que já havia morrido tbm, foi até sua antiga casa e o viu lá pendurado na árvore, mas não demonstrou nenhum sentimento de compaixão, apenas indiferença.
Seu antigo companheiro entretanto, após se enforcar, viu-se no chão abaixo da árvore, 'vivo', e acreditou que não tinha morrido. Irado, resolveu ir até seu rival 'tirar satisfação'. Chegando na casa deste o encontrou sentado numa poltrona, lendo um jornal, enquanto a empregada lhe servia uma xícara de chá ou café. O suicida investiu contra ele tentando estrangulá-lo com as mãos, mas este nada percebeu. Exausto e sem saber o que fazer, o suicida ficou ali convivendo com seu rival. Passados alguns anos o dono da casa foi atropelado, em frente a sua residência, e o suicida foi quem o socorreu. A 'convivência' o fez perder a raiva do antigo rival.
Atualmente, o suicida ainda estava habitando aquela casa, que ficou plasmada no astral, e mantinha o seu novo amigo em desdobramento inconsciente junto dele, o que a consulente pode verificar pelo 'cordão de prata' saindo do dele, à altura dos cabelos brancos. Dei um comando para que ele voltasse a seu corpo e pedi à consulente que conversasse com seu antigo companheiro, o suicida, e pedisse perdão a ele, dizendo que estava ali para ajudá-lo. Ele a acusava pelo abandono e lhe atribuía a responsabilidade pela sua morte, disse que se matara por culpa dela. A consulente o via com um ser totalmente negro, apesar de saber que era ele mesmo. Isso se deve ao fato de que ele possuía uma vibração muito baixa, carregada de fluídos densos, em razão de sua raiva, mágoa e inconformismo com o que se sucedeu, além é claro do fato de ter dado fim à sua própria vida. Estava reticente em aceitar a 'ajuda' de sua antiga amada.
Fiz então ele lembrar de uma vida anterior onde eles viveram juntos e que era a razão dela o ter abandonado nesta vida em que ele se suicidara. A consulente reviu tbm a vida em questão, onde ela estava em determinado momento grávida, quase ganhando o filho, e ele a espancou brutalmente, deixando-a sangrando no chão. Após ver este episódio de seu passado ele teve uma espécie de 'choque' emocional, entendeu o pq de ter sido abandonado, e foi invadido por uma série de sentimentos contraditórios, misto de culpa, remorso, saudade, decepção, etc., totalmente perdido, sem saber o que fazer.
Dissemos a ele que iria para outro local onde ele seria auxiliado e orientado, explicamos que ela já estava numa nova vida, etc. Ainda assim ele não queria se separar dela, apesar de não manifestar isso de forma violenta, mas pesarosa. Dissemos a ele que ela o visitaria mais tarde e o fizemos adormecer, para que nossas equipe espiritual pudesse levá-lo.
Após isso providenciamos a destruição da casa onde ele vivia no astral, para dissipar a energia negativa associada ao local. A consulente observou que uma das árvores que havia do lado de fora da casa não 'sumiu' e então pedi que ela fosse lá para averiguarmos o motivo. Nestes casos, quando alguma parte do 'cenário' plasmado no astral não desaparece ao nosso comando é pq alguma outra mente o mantém plasmado, como o suicida já havia sido retirado, logicamente haveria uma outra consciência ali.
A consulente viu uma casinha de madeira em cima da árvore, uma 'casa da árvore' parecida com essas que se faz para as crianças brincarem, e dentro havia uma bruxa velha, muito feia, cozinhando algo em um caldeirão de ferro. Nesse momento a consulente se viu como uma bruxa tbm e sentiu que ambas eram muito amigas. A outra bruxa estava fazendo uma 'poção' para a consulente, para ela 'se ver livre' de algo ou alguma coisa. Verificamos que essa outra bruxa tbm era uma pessoa encarnada que se encontrava em desdobramento. Emitimos comando para que ela retornasse ao seu corpo e pedimos que a consulente a acompanhasse, tendo ela identificado a pessoa desdobrada como sendo sua 'melhor amiga' na vida atual.
Retirada a bruxa novamente comandamos a desintegração da árvore com a tal casa, mas a consulente viu que alguns galhos dessa árvore não sumiram; queimei esses galhos e ainda assim sobrou um toco no chão.
Pedi a consulente que o agarrasse e puxasse mas ela disse que ele estava preso ao chão.
Dei um comando para que ela fosse até a outra extremidade do que segurava o toco no chão e ela se viu então com uma outra aparência, correndo para um castelo medieval, desesperada pq seu 'namorado' havia sido preso numa masmorra. Encontramos ele preso e acorrentado dentro de uma cela. Retirei as correntes e desfiz as grades, coloquei ela desdobrada junto com ele num campo de conteção em forma de bolha, para transportá-los, e os trouxe até onde estávamos, em meu consultório, onde havia outros espíritos esperando para socorrê-los. O tal namorado estave em estado lastimável e havia sido preso pelo pai da consulente naquela vida, que estava lá em desdobramento inconsciente, e que tbm é pai da consulente na vida atual.
Verficamos se havia mais alguém preso no tal calabouço mas não encontramos ninguém, apesar disso ele não se dissolvia, sinal que ainda havia alguma consciência mantendo o local. Procurando a consulente encontrou um túnel onde ao fundo parecia crepitar uma chama. Pedi que ela seguisse por esse túnel para vermos que entidade havia no final dele. Ela encontrou um ser alto usando uma capa preta, que perguntou-lhe o que ela queria. Mandei ela dizer que veio libertar os prisioneiros dele, ao que ele retrucou que ela não tinha poder para isso.
Eu o paralisei e pedi a consulente para localizar os prisioneiros, mas ela via tudo escuro, ao mesmo tempo que a 'entidade' dizia a ela que nunca os encontraria. Ordenei mentalmente a ele que mostrasse a ela onde estavam e ele a contra-gosto obedeceu, localizamos vários locais com muitos seres aprisionados e os resgatamos numa enorme bolha, mas ainda havia mais. Eu me desdobrei e fui até onde eles estavam. Antes mesmo de eu dizer a consulente que iria lá ela já me viu aparece ao lado da tal entidade. Eu então prescrutei a mente dele e mostrei a ela onde estavam os demais grupos de prisioneiros. Após resgatarmos todos, fiz a entidade adormecer e a recolhemos com os demais, deixando a cargo de nossa equipe espiritual decidir o que fazer com ele.
A consulente teve envolvimento com magia negra em vidas passadas e isso a predispõe a ser alvo desse tipo de situação. Essa entidade 'trevosa' era quem estava administrando as ligações cármicas de vidas passadas da consulente para manter em desdobramento não só ela mas tbm algumas outras pessoas ligadas a ela. A intenção como sempre é a extração de energia vital dos encarnados desdobrados, que é utilizada para que estas entidades consigam se esquivar da atração gravitacional do planeta e a consequente necessidade da reencarnação.
Fora isso, a ligação energética com seres com os quais teve uma relação conjugal e amorosa, e que se encontravam em estado de perturbação e sofrimento, influía na sua vida 'amorosa' atual. Isso tbm fazia com que a consulente se mantivesse em estado de desdobramento inconsciente em mais de uma 'cena' na dimensão astral, em mais de uma 'frequência' energética, o que a longo prazo poderia provocar alterações na psiquê da mesma, gerando distúrbios comportamentais como depressão e síndromes variadas, além de esquizofrenia.
Abraço.

Gelson Celistre.

terça-feira

Sonhos e vidas passadas

Muitas pessoas tem sonhos que na verdade são lembranças de fatos ocorridos em suas vidas passadas. Isto ocorre pq as energias envolvidas naquela existência de alguma forma estão encontrando uma ressonância, um eco, na vida atual da pessoa. Essas lembranças tanto podem se relacionar a eventos agradáveis quanto a traumas vividos. Por vezes se misturam lembranças de vidas passadas com fatos vividos em desdobramento durante o sono do corpo físico.
Temos vários períodos de sono REM (Rapd Eye Movement), onde as sensações no sonho são mais vívidas. A maioria lembra vagamente do que sonhou, ficando gravados em nossa memória geralmente partes desconexas de vários acontecimentos e/ou lembranças.
Uma de minhas consulentes contou-me que havia tido um sonho onde ela estava num bordel. Era uma das 'garotas' da casa e 'servia' os homens que frequentavam o local, com bastante 'desenvoltura'. Durante a nossa sessão de regressão fiz com que ela relembrasse do sonho em detalhes e vimos que tratava-se em parte de eventos ocorridos em desdobramento e em parte de lembranças de uma vida passada dela.
Naquela existência ela teria sido seduzida por algum malandro e perdido sua 'virtude'. Seu pai a expulsou de casa e ela foi 'acolhida' num bordel. Em sua primeira noite no meretrício, ainda sem saber como 'funcionava' a coisa, um assíduo cliente, pessoa influente na cidade, encantou-se por ela e deixou de lado sua habitual 'acompanhante'. A garota que foi preterida ficou indignada e tentou agredir a 'novata' com uma navalha, o distinto cavalheiro tentou evitar a tragédia e acabou sendo ferido mortalmente.
A dona do bordel tratou logo de se livrar do corpo, que foi jogado numa viela distante, e tentou apaziguar a situação provocada involuntariamente pela 'novata'. Entretanto, a outra jovem não aceitou bem a situação de ter provocado a morte de seu melhor cliente e, naquela mesma noite, degolou a consulente enquanto ela dormia.
A princípio a consulente apenas sonhara que estava no bordel e que 'servia' os frequentadores da casa. Esta parte do sonho não era uma lembrança daquela vida passada, inclusive pq ela nem chegou a 'trabalhar' no tal bordel, morreu em sua primeira noite lá e nem teve chance de servir ninguém. Ela estava fora de seu corpo físico durante o sono, em corpo astral, e foi até um bordel existente na dimensão astral. Este bordel onde ela esteve na diimensão astral é o mesmo onde naquela existência ocorreu esta tragédia.
A cafetina que diriga o local foi morta pelas suas próprias garotas, às quais ela tratava muito mal, e depois de 'morta' permaneceu no local. Como geralmente acontece nessas ocasiões, a construção existente no plano físico (que possui uma duplicata etérica) se 'desprende' e passa a se situar numa região do astral, compatível com a frequência das atividades ali realizadas e dos seres a ela associados.
Havia no local, além da cafetina 'mor', várias garotas e clientes que frequentavam o bordel, que morreram e continuaram a viver na dimensão astral, 'congelados' no tempo/espaço. Efetuamos o 'resgate' desses seres, isto é, os recolhemos e encaminhamos a um local onde serão esclarecidos sobre sua situação, tendo a possibilidade de receberem auxílio e orientação para sua próxima reencarnação.
As razões que levaram a consulente a ir até o referido bordel durante o sono podem ser diversas, desde o desejo de fazer sexo até a necessidade de resgate daquelas consciências.
Entretanto, caso ela não estivesse em tratamento psicoterápico comigo, provavelmente passaria a frequentar o referido bordel durante o sono do corpo físico e acabaria sendo vampirizada pelos frequentadores do local. Em casos onde a frequência a esses locais por parte de pessoas encarnadas se prolonga por muito tempo, estas acabam frequentando o local em desdobramento inconsciente tbm (em estado de vigília) e vivem mais na dimensão astral do que na física. Frequentemte passam a levar uma vida sexual 'apática', sem muitos relacionamentos sexuais, pq criam uma espécie de 'vício' sexual em sem relacionar na dimensão astral.
Abraço.

Gelson Celistre.

quarta-feira

Obsessão provocando desdobramento inconsciente

A consulente possui mediunidade ostensiva e embora não participe ativamente de nenhum trabalho mediúnico, sente a presença de seres ao seu redor e é influenciada por eles, chegando isto a lhe causar sérios transtornos psicológicos e emocionais, tendo a mesma recorrido à medicina terrena (psiquiatria) e chegando a se tratar com remédios 'fortes'. Nesta sessão acessamos três vidas passadas dela e em todas havia espíritos que conviveram com ela naquelas existência ligados a ela no presente (obsessão).
Na primeira vida passada acessada a consulente era uma mulher grávida, cujo marido era bêbado e a agredia constantemente. Após uma surra ela perdeu a criança e veio a falecer. Após a morte foi socorrida e e levada para um hospital no astral.. O espírito que fora esse seu marido estava estagiando na subcrosta astral, juntamente com outro espírito de uma mulher que fora sua amante naquela existência e que foi a causa dele ter matado a esposa, era uma região de vibração muito baixa, onde os seres são todos deformados e horripilantes. Efetuamos o resgate do casal e eles foram levados para o mesmo hospital em que a consulente havia sido levada. Pedi para que ela acompanhasse seu ex-marido e a amante até lá para ver como eram a coisas lá. Lá chegando ela encontrou vários familiares seus já falecidos, da vida atal, e entabulou diálogo com eles, que a orientaram e demonstraram seu apoio.
A segunda vida passada acessada foi na época da Idade Média, onde a consulente era então um homem que teve sua família morta por um grupo de soldados e que saiu enfurecido à caça dos assassinos. Ao encontrar o grupo de soldados que haviam matado sua família ele lutou e matou vários deles, mas foi morto por um cavaleiro montado, que lhe golpeou com uma espada pelas costas. Ligado a essa vida da consulente estava uma aldeia de camponeses onde ocorreu essa luta e nela havia vários espíritos que lá habitavam e que depois de morrer permaneceram vivendo na contra-parte etérica da aldeia, que se 'soltou' da região geográfica a que estava ligada e ficou plasmada na dimensão astral. Recolhemos os seres que lá estavam e 'desmanchamos' o local.
Na terceira e mais complicada vida passada da consulente ela era um garoto de cerca de 11 anos que foi sequestrado por um homem, que o levou num trem a vapor para um local distante de onde ele residia, tendo sofrido abuso sexual seguido de morte. Naquela existência o menino não percebeu que havia morrido e entidades 'cinzentas' (de baixa vibração, seres ruins) o aliciaram para atividades menos nobres no astral inferior. O espírito daquele homem estava obsidiando a consulente atualmente. A proximidade deste ser estava provocando o desdobramento inconsciente da consulente com a personalidade daquela existência (se desdobrava como um menino) e quando isso ocorria o tal ser a amedrontava e violentava novamente.
Ao invés de apenas retirar o ser de perto dele, fizemos com que ela enfrentasse o obsessor, transformando-se no desdobramento de um menino indefeso a uma mulher forte e decidida, que subjugou o tal ser antes dele ser levado para 'tratamento'.
Situações com essa são comuns, onde a presença de antigo desafeto provoca o desdobramento inconsciente da pessoa com a personalidade de uma vida passada. Se isto não for tratado a pessoa passa a viver em constante estado de angústia e depressão, que frequentemente evolui para síndrome do pânico ou patologias mais graves.
Abraço.

Gelson Celistre.

quinta-feira

Abdução por alienígenas?!!

Ao iniciarmos a regressão a consulente disse que acreditava estar em outro planeta. Via-se flutuando 'no ar' e ao seu redor passavam várias naves 'espaciais', com dois ocupantes cada, e a sua frente divisava uma enorme construção reluzente, de onde provinha muita luz. Comentei com ela que poderia ser alguma região na dimensão astral de nosso próprio planeta mas ela disse que, apesar de não ver ninguém especificamente lhe dizendo alguma coisa, ela 'escutava' uma voz lhe dizer mentalmente que a tinham 'trazido até ali' (outro planeta) para estudá-la, pq queriam saber qual era o estágio tecnológico em que se encontrava a humanidade terrestre.
Pedi a ela para questionar a tal 'voz' pq não escolheram outro meio de obter essa informação, como 'abduzir' um cientista, pesquisar os arquivos de alguma universidade, biblioteca, etc. Depois desse questionamento a tal voz disse que queriam saber se ela estava usando 'todo o potencial' dela (da consulente) de vidas passadas. Quando a consulente me disse isso eu mostrei a ela a contradição pois se a tinham 'abduzido' para saber em que nível tecnológico estávamos, como agora já sabiam até (antes de qualquer exame) que ela tinha algum potencial de vidas passadas a utilizar.
Nossa intuição e experiência já haviam nos alertado de que se tratava de algum engodo e então isolamos essa cena que a consulente estava vendo num campo magnético de contenção de alta frequência, a fim de destruir essa criação mental e revelar a ela o que estava acontecendo realmente.
Após fazermos isso ela viu então que se encontrava numa assembléia de entidades 'trevosas', espíritos malignos, todos sentados em cadeiras com espaldar alto e vestindo capuzes negros. Em seguida, antes mesmo que pudéssemos entabular algum diálogo com essas entidades para descobrir o que pretendiam, a equipe de espíritos que nos auxilia na dimensão astral os isolou em uma 'bolha magnética' e os encaminhou para outro local.
Pedi a consulente que observasse o procedimento e que os interrogasse pergutando para onde seriam levados. Informaram a ela que estes seres seriam encaminhados para o 'planeta do exílio'. A consulente estava ouvindo isso mas, como na situação anterior, não via ninguém. Solicitei mentalmente a nossa equipe espiritual que algum dos trabalhadores se fizesse visível a ela e tbm solicitei que o mesmo, a título de estudos, nos desse algumas informações sobre o processo, no que fomos atendidos.
Nosso 'colaborador' respondeu algumas perguntas que lhe fizemos sobre o grupo de espíritos que havíamos descoberto tentando nos ludibriar se fazedo passar por alienígenas. Segundo nos informaram nenhum deles, eram cerca de uma dúzia, tinha condições de reencarnar mais na Terra, em função do baixíssimo nível vibratório de seus corpos 'sutis'.
Perguntei a quanto tempo estes seres estavam estagiando aqui em nosso planete e a entidade respondeu que tinham tempos variados aqui na Terra e que eram todos espíritos vindos de outros orbes, alguns inclusive de Capela, e que o tempo que estavam aqui variava muito, alguns com cerca de 2.000 anos, outros com 12.000, etc., mas que a média somando o tempo de cada um e dividindo entre o número deles dava cerca de 25.000 mil anos. Disse ainda que eles tiveram poucas encarnações na Terra por tratar-se de espíritos rebeldes e detentores de uma mente poderosa.
A consulente percebeu o grupo de espíritos foi miniaturizado, que a bolha que estavam foi encolhendo até ficar do tamanho de uma 'bola de cristal', com cerca de uns 15 cm de diâmetro. Perguntei ao nosso colaborador o mottivo e ele disse que estes seres iriam recomeçar sua jornada evolutiva num nível muito baixo no planeta exílio, como 'insetos peçonhentos'. Fiz alguns questionamentos ao nosso colaborador e ele disse que eles tiveram todas as oportunidades possíveis mas se recusaram terminantemente a abandonar seu comportamento maligno, mesmo tendo sido avisados reiteradas vezes de que seu comportamento os levaria a esse ponto.
Deus em sua infinita sabedoria sempre nos dá uma nova chance mas essa chance ocorre dentro dos parâmetros de suas leis divinas. Não seria justo para com aqueles que estão em processo de regeneração e tentando se melhorar e vencer seus vícios e imperfeições se a entidades que se devotam exclusivamente ao mal com finalidades mesquinhas e egoístas fosse permitido indefinidamente a prática do mal. Pedi que mostrassem à médium o ambiente para onde esses seres iriam  ela viu uma cena 'dantesca', onde enormes animais, que poderíamos comparar aos nossos extintos dinossauros, devoram seres menores que eles, praticamente todos disformes e tbm de aparência monstruosa.
Após isso nosso colaborador nos alertou da necessidade de 'trabalharmos' mais nossas potencialidades e tbm na necessidade de se efetuar trabalhos de resgate e auxílio aos espíritos sofredores, pois os 'tempos difíceis' já estão bem próximos e os 'trabalhadores da última hora' já estão sendo convocados a fazer a sua parte.

Gelson Celistre.

quarta-feira

O mago satânico

Estamos ligados a todas a consciências com as quais já tivemos algum tipo de relação, algunas ligações são mais fortes, outras mais fracas, e algumas podem se fazer sentir de forma a influenciar nossa vida atual. Nesta sessão a consulente acessou uma vida passada onde um outro ser que conviveu com ela, e que ainda se encontra na dimensão astral, estava execendo uma influência negativa e perniciosa em sua vida atual.
Naquela vida esse ser era um mago, um bruxo dedicado à magia negra. Para a sociedade da época, era um apenas um professor numa instituição ligada à Igreja, um internato ou orfanato, possivelmente tbm envergando as vestes sacerdotais.
O local dispunha de uma enorme biblioteca e o tal mago dispunha de um laboratório 'secreto' onde fazia experiências alquímicas. A consulente era apenas uma serviçal nesse local e justamente por transitar quase que sem ser notada e com relativa liberdade pelo local, acabou descobrindo as atividades 'extra-curriculares' do tal mago, que entre outras coisas, realizava rituais satânicos com sacrifícios humanos, onde as vítimas eram as crianças que viviam naquela instituição.
Entretanto, enquanto ela vivia o dilema de relatar ou não a alguém o que sabia, pois seria a palavra de uma serviçal contra a de um professor respeitado, o tal mago lhe tirou o ônus dessa escolha. Ela a drogou e a 'preparou' para o sacrifício. Quando deu por si, ela estava deitada num altar de pedra, num subterrêneo iluminado por algumas tochas apenas.
Ao seu redor conseguia ver vários homens com mantos escuros que lhes cobriam a cabeça e ocultavam suas faces. Apesar de estar consciente ela não conseguia se mover por efeito da droga. Oficiando o rito estava o mago, que com um punhal fez dois cortes no peito nu da consulente, formando uma cruz. Depois disso tbm cortou-lhe os pulsos e a garganta, tendo o sangue sido recolhido e sorvido pelos participantes.
Quando a consulente acessou suas memórias daquela existência, criamos um vórtice mento-emocional que 'puxou' a consciência daquele mago, que ainda está na dimensão astral (não reencarnou), fazendo-o tbm reviver aquele passado. Esse vórtice foi tão forte que provocou o desdobramento inconsciente de vários daqueles espíritos que participaram daquele ritual, pois vários já estão reencarnados.
Ao terminar de 'recordar' aquela sua vida fatídica, tínhamos então no 'campo áurico' da consulente, além do mago satânico, os seus comparsas, tando encarnados como desencarnados. Nestas situações o que fazemos é comandar o retorno dos encarnados desdobrados aos seus corpos e os desencarnados são 'levados' pela equipe espiritual que nos auxilia. No caso espífico do mago satânico, antes dele ser levado com os outros, por ser muito perigoso (ele no astral ainda estava em atividade e prejudicando muitas pessoas) efetuamos o 'apagamento' de sua mente, isto é, o fizemos esquecer quem era e tudo o que sabia, a fim de facilitar sua 'recuperação'.
A consulente se 'livrou' desse espírito que a atormentava pois parte da (in)consciência dela revivia a situação que sofrera onde ele era o mais forte e a subjugou. Estes seres costumam se aproveitar da própria memória inconsciente das suas vítimas para perpetuar seu domínio sobre elas, pois 'ativam' no inconsciente delas essas memórias.
Abraço.

Gelson Celistre.

A dama de vermelho

Nesta vida acessada a consulente viu-se sentada numa cadeira em frente a uma penteadeira, escovando seus cabelos. Pelo reflexo do espelho ela via sua cama e, sentada sobre ela, estava uma mulher com um vestido vermelho longo.
O espelho refletia tbm a expressão de pavor do rosto da consulente, além de uma grande mancha roxa num dos olhos, causada pelo seu marido em um acesso de fúria. Enquanto via a tal mulher em sua cama ela repetia para si mesma:
- Ela não é real! Não existe, é tudo coisa da minha cabeça.
A consulente naquela existência enxergava os espíritos, e por conta disso era considerada perturbada e louca. Seu marido se sentia envergonhado perante os amigos e parentes, e pela sociedade em geral, por conta dos acessos de 'loucura' da esposa, que por medo e desespero relatava o que via na ânsia de receber ajuda. A sociedade e o meio em que ela vivia na época não aceitavam ou desconheciam a realidade do mundo espiritual e por conta disso ela era considerada louca.
Interessante notar que a consulente na vida atual passou por situação semelhante antes de iniciar o tratamento conosco. Seus pais não aceitavam a possibilidade dela ter 'mediunidade' por conta de sua religião e ela, como 'via' pessoas que ninguém mais via, desde pequena foi tratada como 'doente', à base de medicamentos psicotrópicos e até internamentos em clínicas especializadas. Para a medicina convencional se trata de um caso de esquizofrenia, mas na realidade é 'apenas' mediunidade.
A consulente nesta ocasião estava grávida, a barriga já volumosa, e vivia em desespero com medo dos seres que via, além da 'dama de vermelho', e que lhe aterrorizavam e ameaçavam. Ela pensava em morrer e pedia a Deus que depois que o filho nascesse que ela morresse.
Talvez ela estivesse pressentindo seu destino pois ela acabou morrendo no parto. Entretanto, embora seu desejo era o de se livrar dos obsessores, com a morte a situação piorou. Ao deixar o corpo ela sentiu-se caindo e 'desceu' (vide observação abaixo) até uma região do astral inferior, onde seus algozes a estavam esperando e a aprisionaram. Foi trancafiada numa cela e ali permaneceu por um tempo que não soube precisar.
O motivo da perseguição tenaz destes outros espíritos era o fato de que em uma vida anterior a consulente era uma feiticeira, uma bruxa, e fazia todo tipo de 'poções' a quem lhe pagasse. Naquela existência o marido da 'dama de vermelho' querendo se vingar dela por algum motivo que não soubemos, contratou essa bruxa para que preparasse um veneno, a fim de matar o próprio filho dele com a 'dama', pq queria que ela sofresse com isso. Outro detalhe interessante é que na vida atual essa 'dama de vermelho' era um dos seres que a consulente via quando criança e até recentemente.
A 'dama de vermelho' ainda acompanhava a consulente neste momento de sua vida e tivemos que tratar este ser. Efetuamos o 'apagamento' da memória e a encminhamos para nossa equipe espiritual, que providenciará seu esclarecimento, orientação e posterior reencarnação. Este é um caso de obsessão onde a perseguição se estende por mais de uma vida.

Obs.: Nosso corpo espiritual (corpo astral, perispírito, etc.) é energia e possui um frequência e densidade próprias, que refletem o nosso grau evolutivo. Espíritos mais evoluídos possuem um corpo espiritual mais diáfano e com vibração mais elevada, os espíritos menos evoluídos, a grande maioria da humanidade atual, possuem um corpo espiritual mais denso e de frequência vibratória mais baixa.
Como é a 'densidade' e frequência de nosso corpo espiritual que nos situa em alguma região da dimensão astral, a consulente naquela ocasião pós-morte, 'caiu' para uma região do astral compatível com o 'peso específico' de seu corpo espiritual.

Abraço.

Gelson Celistre

domingo

A bruxa - Desdobramento inconsciente

Em situações onde algum ser (ou seres) que conviveu conosco em vida passada ainda se mantém preso à situações ocorridas naquela vida, em sofrimento, ele pode provocar o nosso 'desdobramento inconsciente'. Este desdobramento vem a ser que parte de nossa consciência se projeta na dimensão astral, atraída pela mente daquele ser, e interage de alguma forma com ele, que está provocando esse desdobramento.
Nesses casos é preciso que o ser que provocou o desdobramento seja socorrido para que cessem os efeitos desse desdobramento inconsciente na pessoa que estamos tratando. Esses efeitos podem ser angústia, medos e fobias, raiva, depressão, etc, podendo em certos casos provocar tbm doenças no corpo físico.
Após o 'resgate' do ser em sofrimento promove-se tbm uma assepsia no local,  geralmente destruindo a formação mento-astralina onde o ser se encontrava. Essa formação mento-astralina costuma ser uma cópia do local onde o ser sofreu sua morte na dimensão física, como algumas pequenas alterações às vezes, em função de fatores diversos de menor importância, como a 'região' onde o local ficou plasmado, a interação com correntes mento-astrais no local, etc. Este caso que relato a seguir ilustra bem esse fenômeno de desdobramento inconsciente.
A consulente se viu como uma bruxa, em um local de cores berrantes, com todos os 'apetrechos' necessários a uma feiticeira de contos de fadas, como um caldeirão e patas de animais diversos. Em uma das mãos segurava um coração humano que espetava com um ferro que segurava na outra mão. No chão, esvaindo-se em sangue e assistindo essa cena macabra, estava o homem do qual ela retirara o órgão que faz pulsar a vida. Era este ser que, vitimado desta forma brutal, não conseguira 'desligar' sua consciência dessa situação terrível e perpetuara na dimensão astral seu sofrimento.
Efetuamos o socorro deste espírito e imediatamente a consulente viu sua 'persona' bruxa se extinguindo, pq cessada a causa que a mantinha ali (a mente do ser em sofrimento) o feito desapareceria. Nestes casos apagamos a memória daquela 'persona', aquela porção de consciência da consulente que estava ativa em seu inconsciente, e comandamos sua reintegração ao agregado humano, ou seja, o retorno e acoplamento ao corpo físico.
Como a consulente nos dissera que a sua imagem de 'bruxa' na cena astralina havia se ressecado e estava parecendo cadavérica, pensamos que não seria necessário o apagamento e comandamos a reintegração da mesma ao corpo físico. Entretanto, apesar da aparência de desfalecimento da 'bruxa', as impressões dessa personalidade da consulente estavam há muito tempo 'ativas' na dimensão astral e quando esta se reintegrou ao corpo se manifestou 'incorporada' nela mesmo, relutando em deixar de existir, e dizendo que a consulente 'hoje' a atrapalhava. Efetuamos então o apagamento daquela 'persona' da consulente.
Este acontecimento serve de alerta aos terapeutas que utilizam técnicas de 'desdobramento múltiplo', onde é provocado o desdobramento de várias 'personalidades' de vidas passadas da pessoa com o intuito de as 'doutrinar'.
O que ocorre quando se incopora em um médium ou na própria pessoa uma personalidade de vida passada é que ela fica potencializada pelo choque anímico que recebe. Ao invés de amenizar as características daquela personalidade que pretendem tratar, acabam por potencializar a mesma, dificultando ainda mais que na vida presente a pessoa que se está tratando dos vícios mentais que ainda carrega em seu íntimo.
Abraço.

quinta-feira

Frequência ressonante - Acessando memórias alheias

A consulente quando iniciamos a regressão viu uma porta giratória, como essas de agências bancárias, girando muito rapidamente. Comandei que a porta parasse de girar e logo em seguida ela principiou a ver outra cena, de um assalto, onde uma mulher que andava por uma rua escura de uma grande cidade foi atacada por dois homens, que lhe bateram na cabeça com a coronha de um revólver e em seguida lhe roubaram a bolsa. Ela seguiu seu caminho depois de encontrar alguém, e os assaltantes continuaram com suas "atividades" até que a consulente visualizou uma luz de sirene e um dos ladrões passou a fugir. Na fuga, ele foi baleado nas costas e enquanto agonizava foi percebido três homens rindo daquela situação.

Novamente a consulente chegou na cena da porta giratória, que descobrimos ser a entrada de um grande prédio onde havia um laboratório com várias máquinas e homens com aventais brancos. Em determinada sala, sobre uma maca, havia um homem deitado, com uma perna metálica ou robótica. Auscultando os pensamentos daqueles seres que ali trabalhavam, descobrimos que se tratava de um laboratório de entidades trevosas, onde estavam desenvolvendo uma espécie de armadura metálica para ser utilizada em espíritos que estejam com suas formas degeneradas. A intenção deles era não ter que se preocupar em ficar 'tratando' desses seres, seus 'soldados', em função da degeneração que ocorria em seus corpos astrais em função da manipulação de energias deletérias, que eram endereçadas e pessoas vivendo ainda na dimensão física (obsessões, magias, etc.), e tbm amenizar o efeito de desgate provocado inevitavelmente pela atração gravitacional do planeta sobre matéria etérea de que é feito nosso corpo astral. Objetivo maior desse laboratório era justamente usar esses soldados para eliminiar pessoas que no nosso plano de alguma forma atrapalham os 'crimes astrais' ou que beneficiam de alguma forma projetos do bem ou ainda pessoas que conseguem seguir rumo a sua evolução quando esta não é desejável.
Apesar de ser imenso o prédio e a quantidade de seres ali ser muito grande, envolvemos o prédio inteiro em um campo de força vibracional de formato esférico e o deslocamos para junto da base que usamos para as regressões, nosso 'jardim'.
Algo interessante que ocorreu nesse atendimento é que as memórias que a consulente acessou não são dela. A moça que ela viu sendo assaltada não era ela, mas apenas uma pessoa que tbm sofreu algo que já ocorreu com a consulente diversas vezes nesta vida, isto é, ser assaltada. A 'espiritualidade' se utilizou de um fato que ocorreu na vida atual da consulente (assalto) para acessar uma frequência de vida passada de uma outra pessoa (a moça que ela viu), em função de serem fatos que vibram numa mesma frequência (ressonante). A intenção dessa 'manobra' era localizar e desativar o laboratório citado, o que foi feito. Uma vez no jardim já havia uma equipe numerosa esperando para socorrer os espíritos que eram cobaias ali dessas experiências macabras.
Abraço.

Gelson Celistre

terça-feira

O serial killer

A consulente estava vendo um homem andando numa carroça puxada por uma junta de bois, ao mesmo tempo que via a imagem de uma mulher ensanguentada e com o corpo todo ferido, esfolado e sangrando. Logo percebeu que a mulher ensanguentada era ela.  Era uma jovem camponesa adolescente, que já estava noiva de um jovem rapaz, e vendia flores na feira de uma pequena cidade. O homem na carroça era quem lhe fornecia as flores.
Ela se via já morta naquela existência, acompanhando o tal homem enquanto ele se dirigia para casa. Momentos antes ele a violentara e, após saciar sua lasciva doentia, a fim de não ser descoberto, bateu-lhe na cabeça com uma pedra repetidas vezes, arrastando em seguida o corpo ainda vivo pelo terreno pedregoso, até um local ermo, com um pequeno capão, onde abandonou o corpo. A jovem consulente morreu logo depois.
Chegando em casa, ele pressentia a presença de algo ou alguém junto a si e ficou assustado. Este homem tinha 3 filhos, doisgarotos e uma menina. Um deles, criança ainda, tinha mediunidade e viu o espectro terrível da consulente que acompanhava seu pai quando este chegou em casa, pois ela se apresentava tal qual estava quando morreu. O garoto se assustou e afirmou ver algo mas os pais taxaram de 'coisa de criança'. A consulente naquele momento, percebendo que o menino a via, concentrou nele seus esforços de vingança. O menino acabou morrendo depois de algum tempo, vítima de forte obsessão por parte da consulente, que queria arruinar a vida do homem que a violentou e matou.
O homem estava cada vez mais perturbado, bebia muito e agredia a esposa, que acabou abandonando-o com os filhos. Ele morreu numa briga de bar e quando chegou do outro lado a consulente o estava esperando para completar sua desforra, entretanto, não teve tempo pois outros espectros escuros o levaram logo que desencarnou.
A mulher que fora mãe da consulente naquela vida enconrava-se lá, chorando o desaparecimento da filha. Como seu corpo nunca foi encontrado e ela sumiu misteriosamente, todos acharam que ela houvera fugido. A mãe chorava muito e sofria pq a filha a tinha abandonado. Este espírito que fora sua mãe naquela existência é tbm sua mãe na vida atual, está encarnada, e encontrava-se ali em desdobramento inconsciente. Pedi a consulente que conversasse com ela, explicasse o que tinha acontecido, e depois a reintegramos ao seu corpo físico.  Mantendo parte da consciência da mãe da consulente ali havia um ser esquisito, parecendo um duende, que manipulava uma esfera negra com uma energia muito densa. Recolhemos este ser ao jardim e a casa onde eles estavam se desvaneceu.
Da cena vista restava ainda a trilha onde inicialmente a consulente se vira desencarnada seguindo o homem que a vitimara. Pedi que ela retornasse ao local para ver se havia mais algum espírito ligado a esse trágico  evento e então ela viu, no local onde o corpo dela fora abandonado, mais corpos de jovens como ela que haviam sido vítimas desse homem que se revelava agora um 'serial killer', um matador em série.
Ao resgatar esses espíritos e levá-los para o jardim, perguntei sobre o algoz e foi mostrado a consulente ele numa região trevosa pantanosa, submerso até a cintura, com outras cinco entidades o agredindo constantemente, provavelmente vítimas suas de outras vidas.
Disse a ela que iríamos lá resgatá-lo e surgiu um espirito que dizia a ela que não era para ele ser socorrido, pois estava lá resgatando seu karma. Para a consulente o tal ser parecia 'do bem', mas logo que lhe enviei uns pulsos de energia se revelou com outra face. Este ser estava com muita raiva e insistia que não era para socorrer o outro, que ele não merecia por conta de tudo que fez. Mandei que ele se calasse e não perturbasse pois quem julga o merecimento de alguém é Deus e não ele.  Retiramos o grupo todo daquele pântano e levamos para o jardim, inclusive este que reclamava, que chegando lá ainda ficou perguntando à equipe espiritual quem iria fazer ele 'pagar pelo que fez'.
O que mantém os espíritos presos a estas situações por séculos e até milênios, é a incapacidade de perdoar. As vítimas perpetuam seu sofrimento por não aceitarem o que o destino as fez passar, e quando encontram o seu algoz em posição de inferioridade, agem com igual ou maior crueldade, gerando processos obsessivos que se prolongam por incontáveis vidas.
Abraço.

Gelson Celistre.

Um oceano de paixões

Era a época das grandes navegações e um jovem casal fazia planos para o futuro. O rapaz partiria em um grande navio em busca da riqueza das novas terras que estavam sendo descobertas e, quando retornasse à pequena ilha onde habitava, se casaria com sua amada, nossa consulente. A moça era dama de companhia de uma outra 'nobre' que, sem que ela soubesse, tbm estava apaixonada pelo mesmo rapaz. Ao confidenciar seus planos para a 'amiga' ela jamais suspeitara que a mente da anônima rival tinha outros planos. O coração de nossa jovem sonhadora estava radiante, mas esse brilho daria lugar ao desgosto pois durante anos a fio ela esperaria em vão na praia pelo retorno de seu amado. Cada navio que avistava trazia a princípio uma esperança e posteriormente uma desilusão, pois seu amado nunca estava a bordo. Por fim, após mais de dez anos de uma angustiante espera, chegaram os inevitáveis rumores de que o rapaz havia perecido num naufrágio. Não suportando a dor, a bela praia de areias brancas se tornou o cenário de sua triste passagem, pois ela sufocou seu pranto nas ondas do mar revolto, partindo desta vida para encontrar seu amado na outra.
A jovem teve sorte a princípio pois encontrou o espirito de seu amado vagando nas profundezas do oceano astral e com ele seguiu sem rumo por algum tempo. Entretanto, de repente o espírito do rapaz sumiu e ela se viu sozinha vagando no submundo das trevas marinhas. Enquanto me relatava que se via só naquele ambiente estranho, ela ouviu uma voz grave dizendo-lhe que não permitiria que eles ficassem juntos, que antes ele os separou e que agora novamente não permitiria a união dos dois. Numa região trevosa, na subcrosta 'marítima' do astral, um ser horrendo mantinha presos vários outros espíritos, entre eles o amado da consulente. Isolamos a criatura num campo de contenção (uma bolha) e o local onde ele habitava tbm. Criamos uma enorme bolha ao redor da formação rochosa onde o tal ser vivia, dentro de uma caverna subaquática, e levamos tudo para o 'jardim'. Lá os seres escravizados foram socorridos, inclusice o rapaz, e o terrível algoz foi adormecido e levado pela equipe espiritual para cumprir seu destino perante a Lei.
A consulente estava no jardim mas foi novamente 'puxada' para aquela situação que ainda se desenrolava na dimensão astral, desta vez se viu dentro do barco onde naufragou seu amado, onde vários dos espíritos que morreram afogados ainda estavam ligados àquela nau, em especial um 'grumete' que fora contratado pela 'nobre' rival da consulente naquela vida para sabotar o navio, com a promessa de que ele, juntamente com o tal rapaz, seriam salvos por um outro navio, de um comparsa dela.
O tal comparsa era o ser terrível que habitava as profundezas e que aprisionara o rapaz, pq ele 'em vida' era apaixonado pela consulente e juntamente com a 'nobre' dama, que era apaixonada pelo rapaz, tramaram esta situação, que parece der dado errado. Com o resgate desses outros espíritos, a cena toda estava desaparecendo, pois as mentes que a mantinham viva estavam se dispersando e saindo do 'transe' da morte que as fixara naquele momento. Na praia onde a consulente havia se suicidado, estranhamente restava apenas o vestido com o qual ela se encontrava no momento da morte. Ela me relatava que as ondas estavam levando o vestido para o mar mas pedi que ela o segurasse e puxasse de volta para a praia. Quando fez isso percebeu que uma mão putrefata segurava o vestido e o arrastava para as profundezas. Recolhemos o ser e então ela percebeu que era a sua 'nobre' rival, que tbm se suicidara quando seu plano fracassou. O vestido havia sido presente da 'nobre' para sua dama de companhia, para que ela o vestisse para recepcionar seu amado quando de seu retorno. Este ser tbm foi levado para o jardim e socorrido junto com os demais. Com o resgate da jovem rival da consulente, se encerrrou esse trágico romance onde as paixões descontroladas levaram à destruição de tantas vidas.
Na dimensção astral a pequena ilha onde os protagonistas desta história viviam foi tragada pelas ondas de um imenso oceano, onde jazem ainda muitas vidas naufragadas, aguardando que os corações pesados que ali afundaram sejam trazidos à tona para embarcarem em outra jornada onde, mais leves, naveguem mais uma vez sobre as ondas das paixões avassaladoras, buscando talvez o porto seguro do amor, por vezes tão distante e difícil de encontrar.
Abraço.

Gelson Celistre.

sexta-feira

Seita satânica

Na primeira vida acessada a consulente era do sexo masculino e dirigia-se a casa de uma jovem para pedi-la em casamento. Lá chegando foi mal recebida pelo pai da moça que disse-lhe: "Se quiser levar ela não precisa me pedir pois ela não vale nada mesmo". Discutiram e ele saiu irritado da casa. Depois disso a moça lhe contou que queria muito sair de casa pois seu pai fazia parte de uma seita de adoradores do demônio na qual os membros ofereciam suas filhas uns para os outros nos rituais. Elas ficavam nuas e era derramado sangue sobre elas. Os membros da seita, com capas escuras e um capuz sobre a cabeça lhe cobrindo o rosto, faziam sexo com as jovens durante o ritual de adoração satânica.
O jovem então decidiu ir lá e acabar com todos eles, libertando assim sua amada. Suas habilidades entretanto não estavam à altura de suas nobres intenções pois os membros da tal seita o dominaram e o pai da tal moça o matou, não sem antes terem lhe torturado, fazendo cortes em seu corpo para recolher o sangue, para utilização em seus rituais.
Depois de 'morto' ficou ali vagando próximo à familia da moça até que um outro ser o levou para um local que parecia uma favela, onde havia vários casebres sobre palafitas num local muito sujo, uma região do astral inferior. Ele ficou ali durante um tempo, até que uma 'luz' o sugou pra cima e ele foi dali direto pra uma nova encarnação.
Nessa outra vida nasceu como mulher, e teve um filho que lutou na Primeira Guerra Mundial, tendo perdido uma perna e um braço em batalha, foi hospitalizado mas veio a falecer em função disso.
Ela então revoltou-se com Deus por ter-lhe tirado o filho e quase enlouqueceu. Após algum tempo uma sobrinha dela teve um filho e não pôde criar, tendo ela cuidado da criança como se fosse dela mesma. Essa criança, uma menina, lhe devolveu a alegria de viver e retirou a mágoa que ela tinha ficado por causa do filho perdido. Terminou aquela vida tranquila.
A menina que ela criou como filha era o mesmo espírito que ela ia pedir em casamento na outra vida.
O pai da moça e mais seis membros daquela seita apareceram na hora da regressão e pediram ajuda pois não aguentavam mais vagar pelas trevas. Nos então os encaminhamos para uma instituição no astral preparada para recebê-los.
O filho morto tbm apareceu ferido e pediu que ajudássemos outros tantos soldados que ainda estavam numa especie de hospital de campanha no astral, em profundo sofrimento, ser partes de corpo, com ferimentos graves, etc. Recolhemos todos e os levamos para um hospital no astral.
Mais uma regressão onde as lembranças se mesclam com a realidade da dimensão astral, demonstrando que nossas memórias de vidas passadas estão muito presentes em nossa vida.
Abraço.

GELSON CELISTRE
(51) 9394-6023

Um conto sem fadas

Nobres e castelos geralmente nos evocam lembranças de contos de fadas, onde o final é sempre feliz, entretanto, a realidade é sempre mais impressionante que a ficção. Nessa sessão nossa consulente acessou uma existência passada onde ela era uma mulher anã, que sobrevivia de pequenos furtos e 'golpes' em meio a uma sociedade medieval bastante rude.
Ela 'entrou' na lembrança da vida passada no momento em que empreendia uma fuga após ter sido flagrada furtando algumas coisas das barracas do mercado local, que ficava no pátio interno do castelo, quando foi perseguida e presa pela guarnição do castelo. Como não era a primeira vez que ela fazia esse tipo de coisa, resolveram dar-lhe uma 'lição', decepando-lhe uma das mãos. Depois de ter sido mutilada ela ainda ficou presa no calabouço do castelo durante algum tempo, mas como sabia ler, algo incomum para a época numa cidadã de baixa estatura social, foi encarregada de ler histórias para a filha do nobre proprietário do castelo.
Na condição de serviçal próxima à família, ouvia muitas conversas e planos do suserano, e por ter ficado com ódio de todos por conta de sua mutilação, aliou-se com um outro empregado, para o qual fornecia informações estratégicas, que as vendeu a outros nobres medievais que cobiçavam as terras de seu senhor, tendo resultado essas intrigas todas com uma invasão do castelo e a consequente morte da família de nobres, inclusive da menina para a qual a mulher anã lia os contos de fadas, e tbm dela própria, pois não tinha mais serventia para eles, os usurpadores, e não era de confiança.
A cobiça do empregado desleal, que facilitou a queda de seu suserano, fez com que ele se mantivesse preso ao castelo por vários séculos. Na dimensão astral ele ainda vive naquele castelo, pois provavelmente o pagamento pela sua traição seria a governança daquela região e a propriedade desse castelo. Enquanto a consulente me relatava o que estava vendo, ela tentava conversar comigo dizendo para que eu não acreditasse nela, temendo que ela o estivesse delatando para mim.
A família proprietária do castelo, pai, mãe e filha, estavam vagando sem destino em uma região lamacenta do astral inferior e logo que a consulente os viu nós os resgatamos e nossa equipe espiritual os levou para o hospital, pois estavam em péssimo estado de saúde. Quanto ao traidor, ficou com seu prêmio, o castelo, e será regatado oportunamente quando estiver menos 'preso' às suas posses.
Este tipo de 'regressão' tem a finalidade pricipal de resgatar esses seres, que estão ligados ao consulente carmicamente e que acabam gerando ressonâncias em sua vida atual. Com o auxílio aos seres que se encontram em sofrimento, no caso a família de nobres do castelo, cessa de incidir sobre a consulente a carga energética que eles lhe lançavam inconscientemente, mas que poderia afetá-la devido aos laços cármicos e sentimento de culpa.
Abraço.

GELSON CELISTRE
(51) 9394-6023