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domingo

A bruxa - Desdobramento inconsciente

Em situações onde algum ser (ou seres) que conviveu conosco em vida passada ainda se mantém preso à situações ocorridas naquela vida, em sofrimento, ele pode provocar o nosso 'desdobramento inconsciente'. Este desdobramento vem a ser que parte de nossa consciência se projeta na dimensão astral, atraída pela mente daquele ser, e interage de alguma forma com ele, que está provocando esse desdobramento.
Nesses casos é preciso que o ser que provocou o desdobramento seja socorrido para que cessem os efeitos desse desdobramento inconsciente na pessoa que estamos tratando. Esses efeitos podem ser angústia, medos e fobias, raiva, depressão, etc, podendo em certos casos provocar tbm doenças no corpo físico.
Após o 'resgate' do ser em sofrimento promove-se tbm uma assepsia no local,  geralmente destruindo a formação mento-astralina onde o ser se encontrava. Essa formação mento-astralina costuma ser uma cópia do local onde o ser sofreu sua morte na dimensão física, como algumas pequenas alterações às vezes, em função de fatores diversos de menor importância, como a 'região' onde o local ficou plasmado, a interação com correntes mento-astrais no local, etc. Este caso que relato a seguir ilustra bem esse fenômeno de desdobramento inconsciente.
A consulente se viu como uma bruxa, em um local de cores berrantes, com todos os 'apetrechos' necessários a uma feiticeira de contos de fadas, como um caldeirão e patas de animais diversos. Em uma das mãos segurava um coração humano que espetava com um ferro que segurava na outra mão. No chão, esvaindo-se em sangue e assistindo essa cena macabra, estava o homem do qual ela retirara o órgão que faz pulsar a vida. Era este ser que, vitimado desta forma brutal, não conseguira 'desligar' sua consciência dessa situação terrível e perpetuara na dimensão astral seu sofrimento.
Efetuamos o socorro deste espírito e imediatamente a consulente viu sua 'persona' bruxa se extinguindo, pq cessada a causa que a mantinha ali (a mente do ser em sofrimento) o feito desapareceria. Nestes casos apagamos a memória daquela 'persona', aquela porção de consciência da consulente que estava ativa em seu inconsciente, e comandamos sua reintegração ao agregado humano, ou seja, o retorno e acoplamento ao corpo físico.
Como a consulente nos dissera que a sua imagem de 'bruxa' na cena astralina havia se ressecado e estava parecendo cadavérica, pensamos que não seria necessário o apagamento e comandamos a reintegração da mesma ao corpo físico. Entretanto, apesar da aparência de desfalecimento da 'bruxa', as impressões dessa personalidade da consulente estavam há muito tempo 'ativas' na dimensão astral e quando esta se reintegrou ao corpo se manifestou 'incorporada' nela mesmo, relutando em deixar de existir, e dizendo que a consulente 'hoje' a atrapalhava. Efetuamos então o apagamento daquela 'persona' da consulente.
Este acontecimento serve de alerta aos terapeutas que utilizam técnicas de 'desdobramento múltiplo', onde é provocado o desdobramento de várias 'personalidades' de vidas passadas da pessoa com o intuito de as 'doutrinar'.
O que ocorre quando se incopora em um médium ou na própria pessoa uma personalidade de vida passada é que ela fica potencializada pelo choque anímico que recebe. Ao invés de amenizar as características daquela personalidade que pretendem tratar, acabam por potencializar a mesma, dificultando ainda mais que na vida presente a pessoa que se está tratando dos vícios mentais que ainda carrega em seu íntimo.
Abraço.

quinta-feira

Dissociação inconsciente de personalidade

A megera indomada - assassinada a mando da madrasta

Iniciada a regressão e estando já a consulente no jardim, esta imediatamente principiou a ver, ao redor do jardim (usamos como método de dissociação mento-emocional e como base para as incursões em vidas passadas um jardim, que criamos na dimensão astral), uma floresta em chamas Em meio ao fogo crepitante uma jovem cavaleira lutava pra conter sua montaria. O cavalo empinava assustado e nossa 'amazona' resolveu tentar saltar por sobre as labaredas. Caiu do cavalo e, batendo a cabeça fortemente no chão, seu corpo desfaleceu ali mesmo, consumido pelo fogo. Acordou numa caverna, sentou-se encolhendo as pernas e abraçando-as. Sentia medo. Ficou ali muito tempo até que um ser veio estender-lhe a mão e a levou para um hospital. Estava quase enlouquecida. Naquela vida era egoísta, arrogante e autoritária e quando seu pai morreu, que era o único que ainda conseguia controlá-la, sua madrasta providenciou sua morte. Um incêndio na floresta, seca em função da estiagem, seria um acidente perfeito, ainda mais sabendo-se que ela tinha o hábito rotineiro de cavalgar.

A consulente não parecia ter sequelas emocionais dessa morte e então verificamos se não haveria algum dos seres envolvidos nessa trama necessitando de auxílio, ao que ela escutou: - Ela bem que merecia morrer mesmo. Emiti um comando para que ela visse que estava falando, e como suspeitávamos, era sua antiga madrasta. Após promovermos um diálogo redentor entre ambas aquele ser foi encaminhado a outra instância do astral pelo seu marido de outrora e pai da consulente naquela existência (os auxiliares espirituais do terapeuta providenciaram a vinda deste ser para facilitar a aceitação de auxílio por parte do espírito sofredor (a antiga madrasta).

A boa moça - estuprada e degolada por vingança

De volta ao jardim, saímos para mais uma incursão e a consulente viu-se vagando numa praia deserta (já morta) em uma existência passada. A lembrança dessa outra vida começou pelo momento pós-morte. Retrocendo no tempo ela se viu desembarcando de um navio de madeira, no porto de Santos, litoral do Brasil. Viu os escravos negros carregando sua bagagem e tbm o caminho que percorreu em uma liteira, tbm carregada por escravos, juntamente com sua mãe, até a residência de seu pai. O olhar de ódio de um dos negros em direção a ela lhe chamou a atenção.

Fora ele que a matara naquela praia deserta, degolando-a, após tê-la estuprado. Era um negro livre, mas sua mãe e irmã ainda eram escravas do pai da consulente e este abusava sexualmente delas. O negro então decidiu vingar-se do 'patrão' de sua família fazendo o mesmo com a filha dele. Mais uma vez havia um ser não reencarnado ligado à consulente e mais uma vez foi proposto um diálogo entre ela e seu 'executor', onde ela demonstrava que o perdoara e que entendia os motivos que o levaram a agir daquela maneira, pois ele não entendia como ela podia perdoá-lo depois do que ele fez com ela. Próximo a eles havia um grupo de seres que 'condenavam' a atitude do negro e queriam puni-lo. Eram entidades extra-físicas de baixa vibração que pretendiam escravizar esse espírito, usando a culpa que ele sentia para atormentá-lo. Ele, eivado de culpa, ia se deixar levar por estes seres para ser castigado. Quando insistimos que iríamos ajudá-lo, ele baixou a cabeça e esticou os braços à frente do corpo, como a esperar que fossem amarradas suas mãos.

Nesse momento, eis que surgem o pai e a mãe da consulente daquela vida, ele furioso com o negro e ela chorando desesperada. Foi preciso então tratar deles tbm e foi-lhes explicado que ela estava resolvendo a situação com o rapaz e que eles não precisavam se preocupar com isso. Detalhe: ambos estão reencarnados atualmente, o pai e a mãe de então da consulente, e nesta vida são irmãos dela. Efetuamos então o 'apagamento' da memória deles sobre esses fatos (despolarização da memória) e os reconduzimos aos seus corpos físicos. O rapaz negro foi auxiliado e seus parentesdaquela encarnaçaõ vieram buscá-lo.

Dissociação inconsciente de personalidade - participando de ritual satânico

Retornamos ao jardim e a consulente percebe lá a figura de um familiar seu, envolvido já na situação anterior onde ela tinha sido ameaçada por um outro ser. Trabalhamos essa situação e então a consulente viu-se no interior de uma antiga igreja, ouvindo risadas enlouquecidas ecoando no ambiente. Atrás do altar da igreja havia uma entrada para o subterrâneo. Lá dentro estavam ao redor de uma grande mesa retangular várias pessoas com cálices dourados bebendo o sangue de um animal sacrfificado, que jazia sobre a mesa. Uma dessas pessoas era esse mesmo familiar que ela acabara de encontrar no jardim.

Paralisamos todos e efetuamos o apagamento de suas memórias relativas a aqueles eventos macabros. Após isso enviamos os que estavam encarnados de volta aos seus corpos físicos. Dos cerca de uma dúzia que estavam ali só ficaram dois que não estão encarnados no momento. Detalhe: a própria consulente sentiu que 'voltou' tbm para seu corpo quando comandamos o retorno. Ela tbm estava com a personalidade dissociada inconscientemente, manifestando-se com uma outra personalidade de vida passada, junto com o tal familiar, que tbm é encarnado e estava em igual condição de 'dissociação'. Os dois restantes foram libertados do estado de paralisação e estavam completamente atônitos, sem saber o que faziam ali. Adormecemos ambos e os encaminhamos para o posto de socorro, com o auxílio de nossos amigos espirituais.

Novamente no jardim a consulente foi revitalizada por entidades extra-físicas que nos auxiliaram na consulta e encerramos os trabalhos. Notem que tivemos nesta consulta dois casos de dissociação inconsciente da personalidade, primeiramente com os irmãos atuais da consulente, que se apresentaram como pai e mãe dela de uma vida passada, e depois dela mesma e do outro familiar que havia 'aparecido' no jardim e que se encontrava com ela no ritual subterrâneo.

A dissociação inconsciente - algumas causas e efeitos

A dissociação inconsciente de personalidade geralmente ocorre quando existe algum evento em nosso passado carregado com muita enregia emocional. Alguma situação que nos causou muito sofrimento ou prazer e à qual ficou agregado um quantum elevado de energia pode provocar uma dissociação da nossa personalidade atual, sintonizando-a com aquele evento na dimensão astral, e podendo fazer inclusive com que o espírito se manifeste naquela dimensão com a personalidade que possuía quando da ocorrência de tais eventos.

A dissociação inconsciente de personalidade vem a ser então um estado onde parte de nossa consciência se projeta na dimensão astral (em desdobramento) e assume uma personalidade já vivida em uma vida passada, ou assume características de várias personalidades já vividas e que mantém uma relação de afinidade entre si. Numa das situações acima ocorreu isso quando duas pessoas atualmente encarnadas se projetaram inconscientemente quando um evento, ao qual estavam ligadas em vida passada e que lhes causou grande sofrimento (que foi a morte trágica de sua filha) sofreu um acréscimo de energia emocional quando na regressão a consulente acessou esse evento. Notem entretanto que havia um outro espírito ligado ao evento, o rapaz que a matou, tbm com muita energia emocional 'estagnada', sofrendo com a culpa de tê-la assassinado. Este inclusive encontrava-se desencarnado e era quem estava 'potencializando' este evento.

No outro caso, a reunião macabra nos porões da igreja, tbm havia seres em desdobramento inconsciente, inclusive a consulente e um familiar seu, e tbm novamente a figura de entidades extra-físicas (espíritos) que encontravam-se desencarnados. Geralmente são esses seres desencarnados que 'potencializam' algum evento e que acabam mantendo a ligação que possuíam com os outros seres que compartilharam com eles esses eventos. Esse tipo de dissociação inconsciente pode provocar tbm uma 'ressonância' dos encarnados envolvidos com alguma vida passada ou períodos inter-vidas onde ocorreram os eventos potencializados pelas entidades desencarnadas. Pode ocorrer tbm do próprio encarnado, em função de desequilíbrios emocionais ou psicológicos, provocar a dissociação da própria personalidade e buscar em seu passado algum evento que lhe satisfaça as aspirações atuais, que pelos impedimentos cármicos ele não pode usufruir. Uma pessoa que teve muito poder em vidas passadas e que hoje é um humilde operário, sentindo-se insatisfeita interiormente com essa situação, pode dissociar-se e potencializar eventos passados onde era poderosa, assumindo uma personalidade, ou conjunto de personalidades afins, que tenham relação com essa fase de sua existência onde ele era uma pessoa poderosa.

Este tipo de situação pode provocar transtornos diversos como bipolaridade, depressão, alienação, fobias, síndromes variadas, auto-obsessão (que geralmente evolui para um quadro obsessivo complexo com a adição de outras personalidades ligadas a eventos passados da pessoa), etc. É preciso se identificar essas situações e tratá-las, sendo que comumente o sucesso no tratamento só ocorre se outros seres ligados à pessoa e que se encontram, geralmente, desencarnados, forem auxiliados. Em tratamentos onde o terapeuta desconhece essas possibilidades de manifestação de nosso espírito e trata os eventos acessados pelo consulente como meras 'memórias' de suas vidas passadas dificilmente se obtém uma melhora considerável.

Abraço.

GELSON CELISTRE
(51) 9394-6023

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