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segunda-feira

Resgate coletivo

A seguir o relato de duas sessões de regressão da mesma consulente, ocorridas com um intervalo de uma semana, no qual era preciso efetuar-se um resgate coletivo de vários seres que eram vítimas de experiências malignas. Na primeira sessão ela acessou uma vida passada e nessa frequência foi aberta uma 'fenda dimensional' para que ela tivesse acesso a outra frequência onde havia um laboratório com muitas cobaias humanas. Efetuamos um resgate coletivo mas um dos seres conseguiu escapar sem que soubéssemos na ocasião.
Na sessão seguinte, com alguma dificuldade provocada pelo ser que escapara anteriormente, a consulente retornou à mesma vida passada e por fim conseguimos prendê-lo. Como o fator de ligação era uma vida passada da consulente, é provável que o ser que escapara fosse alguma pessoa próxima a ela naquela existência, provavelmente o pai.
Em muitos casos, dado que todos nós temos pesados débitos cármicos, apesar do consulente estar buscando um tratamento para si mesmo, o meio de melhorar sua contabilidade cármica é ele ajudando outros seres.
É comum termos ligações com outros espíritos que se encontram na dimensão astral cometendo atos anti-fraternos e chega um momento em que a justiça divina cessa de dar oportunidades para estes seres se regenerarem e lhes aplica a Lei, que vem a ser a colheita daquilo que eles mesmos plantaram. Nessas ocasiões a pessoa encarnada que está buscando o auto-aperfeiçoamento através de alguma atividade espiritual, como a TVP por exemplo, pode vir a ser 'convocada' para auxiliar a justiça em sua ação, ganhando assim um mérito cármico que vai lha proporcionar benefícios tbm em outras áreas de sua vida.
Segue abaixo os relatos:

Primeira sessão

Visualizei-me como criança no jardim de uma casa grande, onde brincava com outras crianças e era observada por adultos, na maioria mulheres. Minha roupa era muito bonita, assim como a das outras crianças. Eu usava um vestido de cor clara. A casa, de dois andares, era branca, de alvenaria, com uma varanda envidraçada nos fundos. Circulei entre as pessoas que estavam no pátio dos fundos da casa. Havia árvores grandes, com fartas copadas e arbustos com muitas flores.
Subi as escadas que davam para a varanda da casa. Olhei em volta mas não percebi ninguém. Entrei na sala grande, depois da varanda. Grandes janelas, móveis bonitos. Era uma sala ampla, com piso de madeira reluzente. Dancei pela sala, sentia-me muito feliz e alegre. Estava sozinha.
De repente, a porta principal da casa se abre e entra por ela um homen de terno e gravata, chapéu e uma pasta nas mãos. Ele era jovem e parece que chegava do trabalho. Corri até ele e, pegando-me no colo, fomos em direção ao pátio dos fundos, onde estavam as outras pessoas. Sentia um grande carinho por esse homem, acredito que fosse meu pai.
Sentamos em uma mesa redonda branca, no pátio, junto de outras mulheres. Olhei para elas, mas não identifiquei aquela que pudesse ser minha mãe. Havia uma senhora robusta a meu lado, que me olhava e falava com ternura. Talvez fosse minha avó, ou uma tia. De repente, algo no lado esquerdo do pátio começa a me chamar a atenção. Não defini, a princípio, o que era, mas fui até lá e fiquei observando ao redor. Vejo, então, um buraco no chão à minha frente, como se fosse uma rachadura, não muito larga, mas que se estende até o final do quintal. Olho para dentro e não vejo nada.
Percebo um menino sentado na beirada da área da casa, ao meu lado. Ele tinha uma coloração acinzentada na pele e na roupa. Seu aspecto era de tristeza. Percebendo que eu o olhava, ele se levanta e vem em minha direção. Passa por cima da rachadura como se flutuasse, sem cair nela. Ele vai em direção a uma casinha de ferramentas (galpão) que fica próxima e entra. Vou logo atrás dele. Sinto curiosidade em saber o que ele vai fazer lá. Entro e olho ao redor, está tudo limpo e organizado. Olho para o menino e vejo que está parado em frente a um armário com portas grandes. Ele aponta para o móvel e olha para mim. Vou até ele e abro as portas. Ele está vazio.
Gelson pede para que eu afaste o móvel e veja se tem algo atrás dele. Quando arrasto o armário, vejo uma tampa de entrada para um porão. Abro a tampa e vejo uma escada de acesso ao nível inferior. O menino desce na minha frente. Quando chego ao subsolo, percebo uma luz ambiente de tom amarelado. As paredes são escuras. O menino me conduz por um corredor e chegamos a uma sala muito clara, paredes brancas, vários balcões/ mesas com pessoas trabalhando ao redor. Parecem cientistas num laboratório, pois todos usam roupas brancas. Eles se movimentam ao redor dessas mesas, mas não consigo ver o que há sobre elas nem mesmo o que estão fazendo. Gelson pede para que eu observe as paredes e veja se há algum símbolo, algo conhecido que possa ajudar a identificar o lugar. Olho ao redor, mas só vejo algumas paredes lisas e outras com telas e botões de comando.
As pessoas na sala não me percebem. O menino continua pelo corredor, convidando-me para ir junto. Andamos pelo corredor escuro e chegamos à outra sala. Desta vez o ambiente é escuro, com algumas pequenas luzes piscantes no chão. Inicialmente, não consigo visualizar o que há na sala. Caminho cuidadosamente por ela, até que minha visão se acostuma coma penumbra. Vejo, então, várias mesas compridas enfileiradas e distribuídas pela sala. Aos poucos, vejo corpos de pessoas sobre as mesas. Não sei se estão mortos ou apenas dormindo. Gelson pede-me para envolver o lugar com uma grande bolha e trazer para cima de sua casa. Faço a mentalização que me pede. Quando volto até o laboratório, vejo as pessoas paralisadas junto às suas mesas de trabalho.
Subo de volta ao pátio da casa. O menino vem atrás de mim. Sinto um pouco de medo a fecho a porta da casinha de ferramentas para que ele não me siga. Ele, porém, atravessa a porta e vem para perto de mim novamente. Olho para ele e peço para que desapareça. Aos poucos sua imagem vai sumindo. A rachadura no chão também se fecha.


Segunda sessão


Neste dia, tenho mais dificuldades para me concentrar. As imagens vêm e vão, sem que eu consiga me fixar. Vejo paredes de pedra e terra escura, parecidas com as de uma caverna. Percebo tochas de fogo acesas nas paredes para iluminar o ambiente. O chão também é de terra avermelhada. Vejo-me vestida com uma túnica comprida de algodão cru. Vejo alguns homens que passam vestidos com túnicas parecidas, porém, de cor marrom. Parecem ser de alguma seita religiosa, talvez monges. Entro por túneis e caminho se chegar a lugar nenhum, ando em curvas, desníveis e parece que acabo sempre no mesmo lugar. Sinto que quero sair desse lugar, não me sinto bem estando ali. Chego, então, num ambiente mais amplo, iluminado também por tochas. Vejo uma formação de pedra em forma de parede à minha esquerda, talvez seja um altar. Essa formação se estende à frente, em forma de um grande círculo delineado por pequenas pedras no chão. Não consigo perceber se há alguém nesse lugar, ou alguma coisa acontecendo. Sinto-me sonolenta, absorta, sem ação. Continuo andando por túneis, em curvas, declínios, sem ter fim.
Gelson pede-me para que siga os homens de túnica e veja onde estão indo e o que fazem. Entro por mais um túnel e chego a um lugar grande, ainda com aspecto de caverna. Percebo a presença deles, mas não consigo visualizá-los. Começo a sentir-me mais e mais sonolenta, cansada, com o corpo paralisado. Gelson, então, pede-me para voltar ao jardim e ver o que acontece.
Percebo-me no mesmo jardim da última sessão de TVP. Os fundos da minha casa branca, com varanda envidraçada, na qual estive como uma criança. Sinto-me, agora, adulta e percorro o jardim. Grama verde e bem aparada, árvores com belas copadas, bancos brancos, arbustos e muitas flores. Vejo a mesma casinha de ferramentas. Subo a escada da varanda. Entro na grande sala. Ainda é igual, muito clara, o chão de madeira brilhante, grandes janelas. Vou até a entrada da casa e subo pela escada que dá acesso ao andar superior da casa. Vejo vários quartos, mas vou em direção àquele que parece ser o meu. Móveis claros e uma janela que dá para o pátio dos fundos. Olho pela janela e tenho uma sensação agradável. Volto ao corredor, espio os outros quartos e desço as escadas em direção à sala. Fico parada por um instante, sem perceber nenhuma movimentação. Estou sozinha.
Gelson pede-me para mentalizar a casa sendo desmaterializada. Parecia que, aos poucos, a casa ia se desfazendo, mas logo voltei a me sentir dentro dela. Voltei ao pátio, mas também não encontrei ninguém lá. Gelson pediu para que eu voltasse à caverna e insistisse para ver o que acontecia lá. Enxerguei-me muito perto do grupo de homens com túnica. Caminhei ao redor deles, procurando observar o que faziam, mas não compreendi o que era. Gelson deu uma ordem para que todos desaparecessem e pediu-me para ver o que aconteceria. Os homens desapareceram, mas um deles permaneceu. Ele vestia-se igual, mas sua cabeça estava coberta pela túnica. Ele se afastou de mim e entrou por um dos túneis. Eu o segui. Chegamos ao ambiente iluminado por tochas, no qual havia a formação em pedra de um altar e um grande círculo no chão. O homem ficou parado à frente do altar. Gelson ordenou que a túnica fosse removida e pediu-me para ver como ele era. Parecia um homem normal. Colocamos algemas em seus braços e pernas, imobilizando-o. Aos poucos, sua imagem foi se dissipando. Envolvemos o lugar em uma grande bolha e a levamos para cima da casa do Gelson.

Abraço.

Gelson Celistre.

Uma longa espera

Nessa sessão a consulente acessou uma vida passada onde ela morava numa casa simples no campo e saiu em busca de uma vida melhor. Não houve nada de traumático naquela vida para ela mas foi necessário que ela entrasse nessa frequência de vida passada a fim de resgatarmos um familiar dela que, após a morte do corpo físico, não conseguiu se desvencilhar daquela situação e estava 'vivendo' na dimensão astral numa réplica de onde ele vivia aqui na Terra.
Segue o relato pelas palavras da própria consulente:
Ouvia barulho de um riacho e me vi numa floresta. Numa clareira, próximo de onde eu estava, ficava um povoado, um conjunto de casas de madeira rústica e fumaça de forno à lenha. Era um cenário camponês.
Eu andava entre as casas como se estivesse me dirigindo até a minha casa. Quando cheguei, entrei pela porta lateral, que dava na cozinha. Uma mulher mais velha estava cozinhando, mas não notou que eu estava ali. Era uma casa muito simples. Na cozinha havia uma mesa grande com bancos de madeira. A mobília era toda rústica. O piso da casa era de terra, “chão batido”.
Não consegui avistar os outros cômodos da casa, então fui para a rua e comecei a observar o lado de fora da casa. Havia plantações altas de milho e outras espécies. Não havia flores ou cores intensas, somente o verde das plantas em contraste com a casa de madeira escura e velha.
Caminhei pelos arredores. Era uma floresta de árvores muito altas e o caminho por entre elas cheio de folhas secas. Voltei para casa e percebi dois homens entrando na cozinha e sentando-se à mesa. Eles vinham de dentro da casa. Um deles era jovem, por volta de vinte anos; o outro era mais velho. Eles me perceberam, mas trataram-me com certa distância. Convidaram-me para sentar com eles à mesa. Todos pareciam muito frios comigo, apesar de sentir que haviam sido minha família: meus pais e irmão. Entendi que havia feito algo que não os agradara e por isso agiam assim. Ou talvez eles sempre fossem desse jeito mesmo.
Gelson pediu-me que visualizasse como teria sido a morte daquelas pessoas. Só consegui ver meu irmão partindo com um grupo de homens à cavalo e meus pais sendo atacados e mortos em casa, talvez por um ataque de saqueadores. Tentando perceber como eu havia aparecido ali, voltando no tempo, só me veio a sensação de ter partido alguns anos antes e haver retornado, agora, para revê-los. Eu sabia que já não pertencia mais àquele lugar, era apenas uma visita.
Gelson pediu-me para apagar aquele povoado e aquelas pessoas que ali viviam. Desmontei, então, aquele lugar e a única pessoa que permaneceu foi o rapaz que parecia ser meu irmão.  Via-o no meio da floresta, em pé, olhando para mim. Aproximei-me dele e percebi, em seu olhar, que guardava um certo rancor de mim. Seu olhar fugia do meu e ele se mostrava inquieto com minha aproximação. Olhei em seus olhos e perguntei por que ele agia daquela maneira comigo. Ele respondeu que havia ficado muito triste com minha partida, mas que permaneceu ali na esperança de me encontrar novamente. Percebi que o sentimento de afeto que tinha por ele, era recíproco. Estendi minha mão a ele e começamos a caminhar juntos. Aos poucos, a imagem dele foi ficando clara, esbranquiçada, até desaparecer.

O familiar era seu irmão consanguíneo naquela existência e sentia muita falta da irmã, que havia partido dali. O fato dos pais terem morrido quando ele estava ausente pode tê-lo feito sentir-se culpado por não estar ali para defendê-los e isso manteve sua mente presa àquela situação. Ele esperava o retorno da irmã, o que finalmente ocorreu alguns séculos após ele ter vivido aqui na Terra, durante nossa sessão de regressão.
Abraço.

Gelson Celistre.

quinta-feira

Duas sessões descritas pela consulente

A seguir o relato de duas sessões de regressão, conforme a visão da própria consulente, que foi quem escreveu o texto. Houve um lapso de tempo de 21 dias entre uma e outra.

Primeira sessão

Encontro-me num jardim bonito, com árvores, sombra e sol. Jardim de uma casa grande, estilo europeu, com grandes janelas. Dirijo-me até a casa. Uma escadaria grande. Um outro jardim com trepadeiras e muros vazados de pedras.
Dentro da casa, uma sala ampla (salão), onde acontecia uma grande reunião comemorativa, um sarau. Muitas pessoas. Passo por ela, elas me olham, me percebem, mas não me dão atenção, continuam suas conversas. Caminho entre as pessoas, buscando adentrar ainda mais a casa. À minha direita, há uma escadaria em forma espiral que desce para um porão. Desço por ela, como se soubesse aonde vou.
Chego em um lugar escuro, parece uma caverna com vários túneis, corredores (começo a sentir uma tontura, meu corpo parece rodar) . Sinto que tenho um embrulho nas mãos que preciso entregar a alguém que está ali. Entro por um dos corredores e não visualizo mais nada.
Volto para a sala, procurando por alguém, mas não encontro. Sinto-me deslocada, estranha ao lugar e às pessoas que ali estão.
Saio da casa e dirijo-me à minha casa. Estou num carro antigo, preto, com motorista. Passo por uma avenida estreita de calçamento e entro num terreno com uma casa de cor salmão rosada, de alvenaria, com detalhes arredondados na fachada, muitas janelas envidraçadas, dois andares, com uma pequena área na entrada da porta principal.
Uma espécie de corredor garagem dá para os fundos da casa. Na frente da casa, um pequeno pátio, com muro baixo, gramado, árvores à esquerda da casa. Minha casa vizinha com outras casas de ambos os lados.
Entro na casa pela porta da frente. Vejo uma pequena sala, dando para outros cômodos. Uma escada em curva à esquerda da sala. Subo por ela e chego a um corredor com várias portas, possivelmente de quartos.
O primeiro cômodo à frente da escada está mais claro, parece iluminado. Não sinto vontade de entrar nele e quando espio pela porta, não consigo ver nada, não percebo o que há dentro dele. Fico por um tempo estática, olhando para o corredor, tentando perceber alguma movimentação ou a presença de alguém. Vejo, então, uma criança vindo em minha direção. É um menino loiro, aparenta ter uns quatro anos de idade. Sinto uma angústia, um aperto no peito.
Pego a criança no colo e tento adentrar o quarto claro. Novamente, não consigo passar da porta e não visualizo nada. Deixo a criança e retorno.

Segunda Sessão

Sentia-me num campo de grama muito alta, talvez de capim. Muitas árvores e vegetações. Estava só e sentia-me à procura de alguém ou de algum lugar. Olhava em volta, mas não visualizava nada.
Percebi então, as ruínas de uma casa de madeira muito escura, velha. A casa encontrava-se quase que totalmente destruída, com poços pedaços de paredes ainda de pé.
No início, senti um pouco de desconforto ao aproximar-me da casa, mas quando andei por entre os pedaços de paredes que ainda restavam, tentando imaginar como seria a casa quando nova, comecei a sentir-me mais confortável, com uma sensação de pertencimento àquele lugar.
Não encontrei ninguém e também nada que pudesse me lembrar de algum acontecimento.
Gelson pediu-me para voltar no tempo, quando esta casa ainda estava inteira. Demorou um pouco, mas consegui visualizá-la nova, com paredes em madeira clara, sem pintura. Parecia ser uma casa simples de interior, com poucos cômodos.
A porta de entrada dava direto para a rua, apenas com uma pequena escada em madeira.
Gelson pediu-me para abrir a porta da casa e entrar para ver se encontrava alguém. Entrei procurando observar bem os detalhes e repartições da casa. Entrei por um pequeno corredor que dava para a cozinha. Era uma peça simples, mas bem mobiliada, muito organizada. Senti-me familiarizada com o ambiente, apesar de saber que não era a minha casa. Eu não havia morado ali. Tinha a sensação de não pertencer à família que a habitava.
Dirigi-me até os quartos, eram apenas dois. Um deles estava vazio, apenas com móveis. No outro, encontrei um casal jovem muito feliz. Estavam na cama, acordados e trocavam carícias. Os dois eram muito bonitos. Percebi que meu sentimento mais forte era direcionado ao homem. Sentia que gostava muito dele e não me sentia bem em vê-los juntos, nem felizes. Desejava separá-los, pois queria que ele ficasse comigo.
Gelson pediu-me para olhar para o homem e tentar perceber se ele me lembrava alguém de minha vida atual. Aproximei-me dele e olhei para seu rosto. Veio-me uma forte sensação de que aquele homem era meu pai nesta vida. Fiquei emocionada. Ao olhar para a mulher, não tive nenhuma sensação, nem lembrança.
Gelson fez uma experiência para saber se algum dos dois estava desencarnado neste momento. Senti que a mulher desapareceu. O homem ainda continuava ali, mas ele não me via. Ele andou pela casa e depois saiu. Foi sumindo enquanto eu o observava pela porta.
Gelson me pediu para que apenas observasse como foi a vida daquele casal, daquele dia em diante.
Não consegui visualizar bem. Parecia-me que ele havia envelhecido sozinho, pois não conseguia ver a mulher. Em outro momento, visualizava-os felizes ao redor de uma mesa, com uma criança.
Percebendo minha dificuldade, Gelson pediu para que eu voltasse para minha casa, visualizando como ela seria, onde seria e como era a minha vida.
Ao afastar-me, senti-me como criança, indefesa, solitária, acanhada, silenciosa. Parecia que me encontrava encolhida num canto escuro. A sensação era de abandono, inconformismo e inércia. Aquele homem que havia visto, tinha me abandonado, abandonado minha família. E só conseguia pensar nisso. Revoltava-me essa lembrança. E doía-me saber que ele era feliz com outra pessoa, enquanto eu amargurava a perda.
Perguntada sobre como teria sido minha morte naquela vida, senti-me muito velha, solitária, numa casa simples, no meio do nada, apenas campo. Não consegui visualizar a minha morte, mas sentia que eu mesma a havia provocado em função desse eterno sentimento de solidão e vazio.
Voltei àquela casa e me vi no quarto do casal. Eu estava com uma faca na mão e parecia que eu havia matado aquela mulher. A sensação era de querer destruí-la, mas misturava-se a uma inveja e ciúmes. Ela era uma mulher bonita e aparentava ser boa, delicada. Eu queria ser como ela. Queria ser ela.
Comecei a sentir uma dor forte no lado direito da nuca, como se alguma coisa estivesse cravada em meu pescoço. A dor começou a subir até o alto da cabeça. A sensação era de uma lança cravada na nuca e que saía pelo topo da minha cabeça. A dor aumentava.
Gelson me pediu para fazer uma prece, pedindo a meu ser íntimo que encaminhasse esse espírito que eu havia prejudicado ao “hospital” para ser tratado. Fiz, então, internamente este pedido. Pedi desculpas pelo mau que havia feito e solicitei seu encaminhamento e tratamento. A dor foi passando apenas para o topo da cabeça. Aos poucos foi diminuindo, até passar.
Gelson pediu-me para me desligar daquele lugar e retornar. Foi o que fiz, apesar de ainda sentir uma ligação muito forte com tudo que havia visto.

Comentários

Na primeira sessão não obtivemos muitas informações que pudessem nos dar uma sequência lógica de fatos que pudesse ter algum interesse, mas como foi a primeira regressão da consulente, pode ter sido uma vida 'aleatória' apenas para ela ir se acostumando a explorar suas próprias lembranças. Entretanto, o fato mencionado por ela do lugar escuro, sentir tontura e seu corpo rodar é um sintoma de mudança de frequência, ou seja, é provável que durante a lembrança ela entrou em alguma frequência do mundo astral e repetiu algum ato que costuma fazer em desdobramento inconsciente, em alguma região de baixa vibração das regiões umbralinas.
Na segunda sessão ela já estava um pouco mais 'solta' e pudemos interagir mais com sua mente, adiantando ou retornando no tempo, e tivemos a oportunidade de socorrer o espírito de uma mulher que ela havia assassinado naquela existência.
Ainda temos algumas 'pontas soltas' mas esperamos que nas próximas consultas encontremos suas devidas ligações.
Abraço.

Gelson Celistre.

Um final feliz muitas vidas depois

Na primeira consulta de regressão a consulente em poucos minutos disse que já estava no jardim. Perguntei o que via lá e se havia alguém e ela disse que via muitas flores e que estava acompanhada do espírito de seu pai (já falecido). Ela o havia chamado mentalmente pq estava temerosa. Disse a ela que eu iria fazer uma verificação para ver se era mesmo o pai dela e constatamos que não era mesmo. Depois disso ela teve um encontro em desdobramento com seu ex-marido, onde conversaram um pouco sobre a recente separação (ele não aceitou bem a situação).
Expliquei a ela que com essa atitude (de invocar algum espírito, no caso o pai) ela estava prejudicando sua regressão pois o pai dela, mesmo que quizesse, não poderia participar da terapia e, pelo que ela me disse dele, certamente não teria condições de ajudar em nada, ao contrário, poderia até atrapalhar.
Depois reiniciamos a regressão e ela se viu indo em direção a um castelo medieval. Ela se via muito escura, apenas como um vulto negro, e o castelo tinha uma aparência cinzenta e sombria.
Nesse castelo ela viu apenas um homem usando uma armadura de cavaleiro. Subiu uma escadaria que terminava em uma porta à beira de um precipicio e uma outra escada que descia para um andar onde havia uma parede de pedra e do outro lado, um jardim. Nesse jardim ela viu um homem, o mesmo com o qual esta vivendo atualmente. Conversaram, ele dizia que a amava, mas depois disso tudo escureceu e ela não viu mais nada.
Na consulta seguinte inicialmente ela se viu andando no jardim de uma casa grande, onde entrou e se viu menina, lá estavam seus pais atuais, embora a casa fosse diferente (provavelmente os pais da vida atual já haviam sido pais dela em outra existência, essa que ela acessou agora). Ela aproveitou para conversar com a mãe sobre a maneira dela ser (muito autoritária, sempre com a razão).
Saindo dali tudo ficou escuro mas lhe disse para continuar caminhando e aos poucos ela foi percebendo uma outra casa, ao estilo das casas de fazenda de escravos, com uma varanda ao redor. Nessa varanda havia um homem sentado numa cadeira, era o proprietário da fazenda. Na cozinha da casa a esposa dele se encontrava fazendo alguma coisa.
A consulente então era um homem, o capataz da fazenda. Pedi a ela que conversasse com a mulher par tentar descobrir alguma coisa, pedir para fazer algo, e ela o mandou perguntar ao marido, Coversando com o marido dela, o dono da fazenda, este dizia ao capataz que devia matar um negro, pq ele assim o estava ordenando. O capataz não queria matar esse negro mas cedeu às ordens do patrão.
O motivo era ciúmes. Esse engro estava vivendo com uma outra escrava negra que havia dado à luz há pouco tempo. O filho era do patrão, que queria aquela escrava apenas para seu uso pessoal.
O pobre negro foi colocado no tronco e apanhou até morrer.
Expliquei à consulente que isso não era apenas uma lembrança, que existia na dimensão astral aquela fazenda ainda e que alguma das pessoas envolvidas nessa trama ainda estava ligado àquele local. Apesar de ela ver muitos escravos na fazenda e outros trabalhadores, alguns eram apenas criações da mente que quem lá ficou e alguns outros, já encarnados, lá se encontravam em desdobramento inconsciente.
Emiti uma ordem mental para que ficassem lá apenas os desencarnados e feito isto sobrarm apenas a esposa do proprietário e o negro que morreu no tronco.
Desmanchei esse sítio astralino e pedi à consuelnte que verificasse se nenhuma parte permanecia visível e ela disse que tudo sumira, com excessão do tronco.  Pedi que ele observasse atentamente o tronco e ela viu ligado a ele, embaixo mais precisamente, uma outra cena, onde havia um imenso laranjal onde muitos trabalhadores colhiam frutas (não eram escravos). A consulente era novamente o capataz do local e disse que uma das operárias, que estava grávida, morreu no parto, juntamente com a criança. Entretanto, não havia nenhum espírito desencarnado nessa situação. Desmanchei a cena e ela viu um outra casebre de madeira onde um homem velho a chamava.
Chegando no casebre o homem falava sem parar e ela não entendia. Pedi a ela que dissesse a ele para falar mais devagar e que ela prestasse bastante atenção. Ela entendeu então que ele pedia para resgatar o filho, que estava do outro lado de um morro. Ela se dirigiu até lá e encontrou o rapaz, que ia escalar o morro, caiu, quebrou uma perna e morreu ali mesmo, sem ter conseguido ajuda. Resgatamos o velho e seu filho.
Depois disso ela se viu então chegando no castelo onde estivera na consulta anterior, mas desta vez ele não estava sombrio nem cinzento e ela via tudo com perfeição.
Ela viu que uma mulher queria jogá-la no precipio que havia no final da escada onde ela havia subido antes, mas que o homem de armadura a tinha impedido. O homem era seu pai e a mulher era sua própria mãe. O motivo era que ela envergonhara a família, pois estava grávida de um homem que ela amava e com quem se encontrava naquele jardim que ela tbm vira da outra vez.
Este homem foi trancafiado numa cela e morreu lá. Ela foi obrigada a se casar com um outro homem, de quem não gostava, antes da criança nascer.
Na vida atual os personagens reapareceram. A mãe dela é a mesma daquela existência. O pai da vida atual é o homem com o qual ela teve que casar obrigada. O seu amado que morreu na prisão é o homem com o qual ela vive atualmente e o filho que ela teve naquela vida é seu filho mais velho hoje.
Na vida atual ela vivenciou uma situação semelhante. Quando jovem se apaixonou por um rapaz mas sua família foi terminantemente contra, e ela cedeu a essas exigências, casando-se logo depois com um homem pelo qual não era apaixonada. Teve dois filhos e muitos anos mais tarde resolveu se separar por ser infeliz no casamento. Reencontrou aquele homem, que tbm era casado e acabou se separando tbm, e hoje eles vivem juntos.
Muitos séculos depois daquela vida, em um país diferente, eles novamente se encontraram e o sentimento que existia em seus corações acabou sendo mais fortes que as convenções sociais. Isso prova que o amor não conhece barreiras e sobrevive ao tempo.
Abraço.

Gelson Celistre.

Paixão, loucura, escravos, magia negra, drogas, mediunidade

Foi a primeira sessão com essa consulente, que possui mediunidade aflorada e que rapidamente chegou ao jardim e já sintonizou com uma vida passada. A consulente está em estado depressivo há bastante tempo, tratando-se inclusive com medicamentos e com acompanhamento psiquátrico. Ela acessou inicialmente a penúltima existência antes da vida atual, depois a última, e depois algumas outras em época bastante anterior, tendo no final retornado a um momento no astral depois da sua morte na última encarnação antes da atual que ela não tinha lembrado antes. No final juntamos as peças e confirmamos com um dos membros da equipe espiritual que se encontrava no jardim a ordem 'cronológica' das vidas acessadas.
Inicialmente ela viu-se em frente a um prédio, um hospício, onde ela era uma interna. Ela tinha a percepção de que não era louca, mas que estava totalmente apática, sendo-lhe indiferente viver ou morrer. Usando este ponto como referência fizemos ela voltar mais naquela vida para descobrirmos o motivo dela estar ali internada.
Era filha de uma família muito rica e envolveu-se com o jardineiro, resultando desse paixão uma gravidez. Seus pais descobriram e, para evitar um 'escândalo', deram um 'sumiço' no rapaz e arrumaram uma maneira de fazer um aborto. Chamaram um médico e disseram a ela que ele veio para examiná-la a fim de verificar se estava tudo bem, mas o que ele fez foi dopá-la e provocar um aborto. Quando ela acordou e percebeu o que houve teve uma forte crise nervosa e foi internada num manicômio, como perdera a razão de viver tornou-se apática e morreu velha nesse local.
Foi levada para um hospital no astral mas nem sabia que havia morrido e permaneceu nesse estado ainda por muito tempo, até que o rapaz por quem se apaixonara, o tal jardineiro, apareceu em seu quarto com um bebê no colo, dizendo que era a filha deles (a que foi abortada).
Ela ficou ainda confusa pois sabia que a criança não poderia estar daquele tamanho, mas depois acabou aceitando a situação e foi morar com o rapaz e a menina numas casinhas que haviam junto ao hospital onde se encontrava.
Depois de um tempo foi para um local maior, uma colônia, onde estudou sobre religiões diversas, budismo, cristianismo, espiritismo kardecista, etc. e principalmente, segundo ela, a umbanda, pq tinha muito preconceito com esta religião então estudou mais. Após algum tempo estudando isso, foi encaminhada para um local onde se preparou para a reencarnação. Foi-lhe informado que na próxima existência ela encontraria aqueles espíritos que foram seus pais na vida anterior e ela se revoltou com isso, não querendo reencarnar. Entretanto, teve que reencarnar a contra-gosto mesmo.
Nasceu numa família muito pobre, numa região montanhosa onde caía muita neve. Seus pais eram muito pobres e viviam mendigando comida, mesmo assim ainda passavam fome. Quando ela era ainda criança, apareceu um casal e seus pais a deram para que fosse criada por eles. Eles a tratavam muito bem mas ela era uma criança rebelde e segundo suas próprias palavras 'deu muito trabalho pra eles'. De fato, desencarnou com 17 anos vítima de overdose. Apareceu-lhe o espírito de uma moça loira jovem e lhe ofereceu ajuda, que ela recusou. Queria se drogar mais. Vagou sem rumo muito tempo no umbral até que alguns outros espíritos lhe ensinaram como vampirizar os encarnados, o que ela passou a fazer. Disseram-lhe que era só ela chegar bem perto das pessoas e dizer no ouvido delas o que ela queria que eles fizessem. Ela disse que a princípio não conseguia mas com a prática se tornou fácil isso, só não dando certo com pessoas que não eram viciadas pois ela tentara influenciar esses tbm sem êxito. Ela permaneceu nessa vida até que seus pais adotivos desencarnaram e vieram resgatá-la que, estando já muito desgastada, acabou aceitando ajuda, tendo sido levada para um hospital. Esse casal que a adotou nesta vida eram os mesmos espíritos que na vida anterior a essa eram seus pais biológicos, os que a internaram no hospício.
Nesse ponto a consulente 'pulou' para uma vida onde nasceu como filha de um fazendeiro de café, aqui no Brasil, ainda na época da escravidão. Ela tinha 'pena' dos negros e cuidavo dos doentes e feridos, tendo até se envolvido com um deles, que acabou sendo surrado no tronco e veio a falecer. Ela ainda teve tempo de retirá-lo com vida do tronco e cuidar dele na senzala antes dele morrer, tendo inclusive ficado presa com os negros na senzala pq seu pai não aprovava essa dedicação que ela tinha pelos escravos.
Passado algum tempo ela foi dada em casamento a um outro fazendeiro, bem mais velho que ela, de quem teve três filhos, dois homens e uma mulher. Ele morreu bem antes dela, que ficou tomando conta da fazenda, não permitindo que os negros fossem surrados. Ela demonstrou uma certa decepção consigo mesma por não ter libertado os escravos quando lembrou dessa parte daquela vida. Quando morreu nesse existência foi para um hospital no astral onde permaneceu por muito pouco tempo, tendo logo em seguida ido trabalhar num posto de socorro que atendia os espíritos de escravos negros mortos. Ficou lá por muito tempo mas foi 'convidada' a sair pq precisava reencarnar, tendo sido levada novamente ao local onde se preparara para reencarnar. Como tinha adquirido algum crédito, solicitou nascer como negra, para poder ajudar mais os escravos pois como branca não tinha feito muito por eles. Foi-lhe concedido este pedido e ela então nasceu como um homem negro, escravo, e com uma deformidade numa das pernas, que o impedia de trabalhar nas lavouras. Como tinha muito conhecimento de ervas, ele cuidava dos negros doentes e vivia numa palhoça à parte da senzala, fazia as vezes de curandeiro. Morreu de velhice.
Quando morreu nessa existência foi para uma colônia no astral onde só haviam negros, viveu lá por muito tempo, aprendendo tudo sobre a cultura africana, a magia, os orixás, etc. No momento de reencarnar queria novamente ser negro mas lhe disseram que ela precisava aprender sobre outras culturas tbm e não permitiram.
Sua próxima encarnação foi na região asiática, onde ainda criança, um menino, foi entregue por seus pais num monastério, onde lhe rasparam a cabeça e onde ela passou toda sua vida. Ela detestava as repetições de orações e mantras, etc. Foi uma vida, segundo a visão dela mesma, totalmente inútil, pois ela queria ter nascido negra. Ao desencarnar voltou para a mesma colônia de negros e mais uma vez pediu para nascer como um negro, pois queria muito ajudar os negros.
Nasceu mulher, negra, numa época onde já não javia mais escravidão. Era conhecedora da magia e do poder curativo das plantas. Curava as pessoas e muitas delas, agradecidas, lhe davam presentes e dinheiro. Isso lhe despertou a cobiça e ela começou a fazer todo tipo de feitiço, magia negra, para todos os fins. Segundo ela era muito bem sucedida pq havia seres muito trevosos que a auxiliavam no astral. Ficou muito rica e era mãe-de-santo. Quando morreu continuou a trabalhar no astral usando suas filhas, que uma após a morte da outra, eram 'promovidas' à condição de chefe do terreiro. Ela foi ficando 'conhecida' no baixo astral, ou em suas palavras, estava ficando 'muito forte', o que despertou a atenção de um outro ser trevoso, mais poderoso que ela, que a aprisionou e tomou para si os seres que a auxiliavam. Ficou muito tempo presa por este outro ser até que sonhou com a colônia de negros onde tinha estado, reconheceu os erros que cometeu, lembrou que estudou magia para auxiliar e acabou fazendo o mal a muita gente. Arrependeu-se e caiu em prantos. Novamente lhe apareceu aquela jovem moça loira lhe oferecendo ajuda e ela aceitou, tendo sido resgatada e levada para um hospital.
Nesse ponto a consulente embaralhou mais uma vez as lembranças, tendo 'pulado' para o que aconteceu com ela na vida onde era morreu de overdose. Estava fora de si e agredia a todos que encontrava, senão havia ninguém agredia a si própria. Foi colocada num quarto com as paredes e o chão acolchoados para não machucar a si mesma, onde havia sempre uma música suave tocando e onde lhe era administrado um tramento cromoterápico, ficando um tempo uma luz de uma cor, depois outra, etc. Não escutava ninguém, tendo permanecido assim muito tempo, até que a moça loira que a socorreu veio conversar com ela, que começou a melhorar. Foi transferida para um quarto 'normal', depois passou a frequentar uma sala onde haviam outros jovens como ela que tinham passado pelo mesmo problema com drogas. Aós algum tempo acabou reconhecendo que precisava de ajuda e foi encaminhada para o setor de reencarnação. Sua próxima existência foi a vida atual.
Fizemos uma checagem para verificar se dessas vidas que ela acessou, não haveria algum ser que pudesse estar ainda vivendo uma situação de passado no astral ou então algum outro que convivera com ela e que estivesse em condições de ser resgatado, caso estivesse no astral e precisando.
Foram resgatados oito negros 'escravos', cinco pessoas dementes (do hospício) e uma sala cheia de drogados. Reunimos todos e os levamos para o jardim, onde uma equipe médica já os aguardava.
Pedimos à consulente que conversasse com algum deles para confirmar a ordem das vidas dela pois percebemos que ela não estava seguindo uma ordem 'cronológica' e este amigo confirmou nossas suspeitas, afirmando que ela pulara muitas outras vidas pq tinha 'medo', pois ela tivera outras vidas onde tinha mediunidade e se bloqueava, com medo de novamente usar de maneira errada essa mediunidade.
Observem que na penúltima encarnação antes da vida atual ela fora estudar religiões e deteve-se principalmente no estudo da Umbanda pq tinha preconceito, justamente pq abusara do conhecimento que tinha quando numa vida passada fora mãe-de-santo e fizera muita magia negra. Isso é comum em muitos médiuns, muitos são reincidentes em abusar do intercâmbio com a dimensão astral e ficam com medo de exercer seu mandato mediúnico e errar novamente, agravando seu carma.
Abraços.

GELSON CELISTRE
(51) 9394-6023

sábado

3 vidas em 30 minutos

Este foi o segundo atendimento deste consulente. Da primeira vez foi preciso uma indução hipnótica rápida para levá-lo ao estado de transe necessário ao acesso de seus registros mnemônicos de vidas passadas, mas desta vez bastou o relaxamento e logo ele se viu no jardim de onde partiríamos para as regressões.
Como da primeira vez, sua avó (desencarnada) estava no jardim à espera dele, porém, desta vez ela apenas observou. Pedi a ele que escolhe um caminho para sair do jardim e o seguisse, o que ele fez em seguida.
O caminho era escuro e quando começou a clarear ele viu-se numa vila, trajando trajes antigos. Decidiu entrar numa igreja que avistara e quando estava em seu interior sentiu que lhe enconstavam uma lança nas costas, virou-se e se deparou com um homem furioso ameaçando matá-lo. Pedi que conversasse com o sujeito a fim de saber o motivo e est lhe disse que ele o havia traído, que havia passado para o outro lado. Pedi que ele lembrasse então do que o tal sujeito falava e ele lembrou então de que havia matado o tal sujeito, assim como vários outros de seus amigos. Estavam numa guerra e ele os havia traído. Era a Guerra Civil Espanhola (1936-1939) onde a Frente Popular (comunistas e anarquistas) e o Movimento Nacional do General Franco, lutavam contra o regime republicano. No final as tropas franquistas, apoiadas inclusive por Hitler e Mussolini, venceram e o General Francisco Franco se auto-proclamou caudilho de Espanha pela graça de Deus. A guerra civil espanhola deixou mais de 1 milhão de mortos.
Nosso consulente era da Frente Popular, provavelmente um membro ativo e de liderança, pois sua família foi aprisioanada pelas tropas nacionalistas com o apoio dos alemães e ele teve que trair seus companheiros para salvar seus familiares. Nesta pequena vila estavam algumas centenas de pessoas que sucumbiram nesse conflito, homens, mulheres e crianças, espíritos que não conseguiram se desvencilhar das fortes emoções sofridas nos momentos que precederam seu desencarne e que nem perceberam que já não habitavam mais um corpo físico.
Disse ao consulente que conversasse com seu antigo amigo e que lhe dissesse que agora estava ali para ajudá-los, a a ele e a todos que ali estavam, reunimos todos e os levamos para o jardim, onde um grupo de espíritos (médicos e outros) já esperavam para tratá-los.
Após nos certificarmos que estavam todos sendo atendidos o consulente partiu por outro caminho. Desta vez viu-se num campo vasto, era uma moça e observava um cavalho encilhado andando sozinho. Pedi que procurasse por alguma casa e a moça viu então uma casa onde havia uma família, um casal e uma criança. Estavam sofrendo e ficaram felizes em vê-la, pois estavam doentes. Pedi que ela lembrasse qual sua relaçaõ com eles e ela lembrou que era a filha mais velha daquele casal, e que os havia abandonado à própria sorte pq eles haviam contraído uma peste. Foram levados para o jardim por ela e atendidos pela equipe de espíritos que já os aguardava.
O consulente desta vez sentiu necessidade de sentar-se num dos bancos do jardim para descansar, momento em que sua avó que estava ali observando aproveitou para sentar ao seu lado e lhe dar alguns conselhos. Após esse breve descanso o consulente partiu por outro caminho e logo viu-se numa galera entre dezenas de remadores, buscando invadir algum território fortemente defendido, deviam estar próximos à costa pois seu navio foi atingido por uma grande bola de fogo, atirada por alguma catapulta que devia estar em terra.
Mais de uma centena de guerreiros, possivelmente vikings, sucumbiram naquelas águas. Assim que o consulente nos relatou o naufrágio já criei vários botes salva-vidas e assim que os viram os náufragos subiram neles e depois o conduziram remando, guiados pelo consulente, até o jardim, onde ele ajudou-os a desembarcar. Nossa equipe de espíritos já estava a postos esperando e logo todos foram socorridos e encaminhados a outro sítio no astral para tratamento.
É evidente que todos haviam morrido afogados mas como plasmaram aquela situação na dimensão astral estavam vivenciando aquele momento 'eternamente', sem perceberem que já estavam 'mortos'. Nestas situações costumo interagir com o a mente coletiva do grupo a ser resgatado criando algo que visualmente represente para eles a salvação, no caso um bote salva-vidas, pois explicar a um grupo enorme a situação real em que se encontram demandaria muito tempo e energia.
Após retirar o último companheiro do bote e entregá-lo aos espíritos socorristas, nosso consulente recebeu um abraço da sua avó, como a lhe parabenizar pelo trabalho cumprido, e logo despediu-se do jardim, voltando à nossa dimensão física. Entre o início da sessão e o término não se passaram mais de 30 minutos, onde foram acessadas três vidas do consulente e resgatados centenas de espíritos que viviam em sofrimento.
Muitos daqueles seres que foram resgatados já se encontram reencarnados, mas aqueles que não reencarnaram mantém a situação plasmada no astral e isso acaba fazendo com que muitos dos espíritos que já estão encarnados se desdobrem inconscientemente e participem de certa forma da angústia dos demais. Dependendo da sensibilidade da pessoa encarnada, ela pode vir a sentir mais ou menos o que eles sentem.
Não é um regressão do tipo 'clássica', onde o consulente revive algum drama pessoal seu, mas sim um trabalho de resgate de consciências que conviveram com ele e que estão sofrendo em outra dimensão.
Este tipo de situação é comum a todos nós, todos temos seres a quem podemos auxiliar, e muitos inclusive que foram prejudicados por nós mesmos em vidas passadas.
Abraços.

domingo

Reencarnação assistida

A colônia astral - alta tecnologia a serviço da reencarnação

Nessa sessão a consulente logo após chegar ao jardim já escolheu um caminho e seguiu por ele. Estava achando que se tratava de algum delírio seu pois via-se como um homem, vestindo um macacão branco, e deslocando-se entre prédios que pareciam flutuar, interligados por ‘túneis’ transparentes, no ‘céu’ via naves ‘espaciais’ movendo-se de um lado a outro. Estava relembrando um período inter-vidas onde se encontrava estagiando em uma colônia na dimensão astral, onde a tecnologia já ultrapassava em muito inclusive nossa tecnologia atual. Ele se dirigiu a uma espécie de anfi-teatro onde foi dar uma palestra sobre o amor e o perdão. Saindo dali dirigiu-se a um local semelhante a um hospital, onde executava tarefas assistenciais, mas onde visitva principalmente uma mulher que encontrava-se em tratamento. Ela tinha constantemente crises de raiva e nesses momentos seu corpo transformava-se violentamente. De ‘dentro’ dela parecia que saía uma um outro ser, horrendo, semelhante a uma gosma viva, mas que na verdade era a materialização dos sentimentos negativos dela própria. O homem foi aconselhada a não vir mais ali pois a tal mulher ficava muito transtornada quando o via, tendo acessos violentos e depois tornava-se difícil de acalmá-la. Essa mulher estava ali em desdobramento inconsciente pois seu corpo físico ainda não morrera, mas como ficou louca e estava internada em uma instituição psiquiátrica, permanecia praticamente desdobrada o tempo inteiro. Antes de deixar o local pediram a ele que avisasse sua mãe que não seria preciso ela vir ali no dia seguinte.

Relembrando o passado - tragédia familiar

O homem, nossa consulente, relembrou então que em sua última existência antes de ter vindo para esta colônia, fora uma moça que deixou-se enganar por um homem, que lhe prometera uma maneira de sua família ganhar dinheiro fácil, e que uma vez dentro de sua casa, assassinou não só a ela, como tbm seu pai e seu irmão, na ocasião uma criança ainda de cerca de uns nove anos. Naquela chacina o tal homem pensou ter matado todos daquela família, mas a madrasta da moça, a mulher louca, acabou sobrevivendo.

Estudos cármicos - selação por afinidade energética

Após isso saiu dali em direção a um prédio central que ficava no centro daquelas construções, como se todos os túneis convergissem para aquele prédio. Nesse local havia um grande salão onde grupos de pessoas estavam reunidas. Havia pequenos grupos de quatro ou cinco pessoas com um ‘instrutor’ junto, onde viam em uma tela suspensa à sua frente cenas de suas vidas passadas e discutiam como procederam e como poderiam proceder para não cometer novamente os mesmos erros no futuro. Tudo muito bonito, limpo e organizado. A tecnologia era utilizada para auxiliar os seres que estigiavam ali a se preparar para uma nova vida, proporcionando-lhes condições de rever onde erraram e como não errar novamente. Haviam seres que separavam as pessoas ali por afinidade vibratória. Seres com o mesmo tipo de karma, com o mesmo tipo de problemas a resolver, estudavam juntas a fim de melhor se preparar para as situações de suas futuras existências.

A preparação para o nascimento - informações sobre a vida futura

O homem dirigiu-se a um prédio onde havia um salão enorme com várias camas, uma espécie de dormitório coletivo, deitou-se numa das camas, e logo em seguida sobre seus olhos apareceu uma tela flutuante meio transparente, onde foram passando as informação sobre seus futuros pais, irmãos, como seria sua vida futura, lhe orientaram que ele seria ‘testado’ várias vezes nessa nova existência e que teria que demonstrar que havia realmente se modificado, etc.

A vida nova - nasceu como mulher no Oriente Médio

A primeira imagem desta vida foi dela como uma menina pequena, escondida com a família no porão de uma casa destruída por bombas, todos com medo de serem descobertos e mortos. Passaram a viver como nômades em barracas e cabia às mulheres muitos serviços, inclusive a preparação dos alimentos, inclusive de animais, que tinham que retirar a pele, os órgãos internos, etc., o que lhe causava muita repulsa. Viviam com uma tribo que provavelmente os acolheu quando perderam tudo que tinham nessa guerra.

O casamento - a jovem esposa

Estando já em idade de casar seu pai a deu em casamento a um homem que já possuía várias esposas e, sendo ela a mais jovem, as demais queriam que ela tivesse filhos para que o marido não exigisse isso delas. E como era a mais jovem os serviços piores ficavam para ela. A moça se revoltava com essa situação, não queria nada disso e sentia asco pelo marido. Esta situaçao não perdurou por muito tempo.

A fuga - morre a esposa e nasce a prostituta

Não contente com esta situação ela assassinou o marido e esposa mais velha, que estava junto dele na ocasião, ambos degolados com uma adaga semelhante a uma cimitarra. Fugiu para um prostíbulo e em pouco tempo já era dona do mesmo. Vivia sem dificuldades econômicas pois aliciava moças jovens para seu prostíbulo e tbm fazia tráfico humano, vendendo essas moças para viajantes ou a quem pudesse pagar. Tratava-as como objetos de comércio, cuidava bem para poder vender bem. Dava-lhes para beber um chá que evitava a gravidez e, se alguma engravidasse ou ficasse velha (alguma que ninguem quiz comprar) simplesmente as mandava embora. Envolveu-se com um homem e teve um filho com ele, mas quando descobriu que ele a traía com uma de suas ‘pupilas’, cortou-lhe fora o membro. Não quiz matá-lo, mas puni-lo pois assim ele sentiria vontade de ficar com as mulheres e não poderia. Para a tal ‘pupila’ reservou um castigo mais cruel ainda, mandou amarrá-la no deserto para que fosse comida pelos abutres, o que de fato aconteceu. Ela foi devorada aos poucos e ante de morrer sofreu muito pois comeram-lhe os olhos e outras partes do corpo antes dela morrer.

A morte - o retorno à colônia

Nessa vida nossa amiga morreu de velhice e acordou na enfermaria do hospital da colônia de onde saíra antes. Apenas lhe disseram que ela tivera uma nova chance e que agira de maneira equivocada, mas que teria ainda outra chance. Ela reencontrou vários seres com os quais já se relacionara antes: o amante que ela ‘decepou’ o órgão genital era o mesmo ser que a enganara e matara na vida anterior, a moça que ela deu a comer para os abutres era a sua madrasta e seu filho era o que foi seu irmão.
Havia um ser nessa colônia que fora sua mãe em alguma existência anterior e possivelmente era quem estava intercendendo por este ser, pois pelo ‘nível’ espiritual demonstrado pelos acontecimentos não parecia se tratar de um espírito que tivesse mérito para estar ali por conta própria. Entretanto, apesar dessa aparente contradição entre o nível espiritual deste espírito e o local para onde foi após a morte, não sabemos o que ele fez de bom em vidas anteriores mas pela “Lei” sabemos que se recebeu esse ‘crédito’ algum merecimento para tal ele possuía.

Reencarnação assistida - a tecnologia a serviço da reencarnação

É interessante notar que se trata da mesma pessoa cujo relato se encontra no blog sob o título Uma regressão ‘clássica’ e que na sua última encarnação, que é a atual, antes de nascer passou por um posto de socorro no astral com condições muitissimo inferiores a essas que lhe foram oportunizadas naquela colônia do astral. Nesta regressão ela acessou um momento de sua trajetória espiritual onde teve sua reencarnação assistida, ou seja, houve todo um trabalho de assessoramento, conscientização, estudos, preparação, etc. para que ela obtivesse ’sucesso’ em sua próxima existência. Ela sabia de antemão quem seriam seus familiares, teve acesso a ‘ficha’ dos mesmos onde constava todos os dados sobre os mesmos como tipo psicológico, características da personalidade, o tipo de relação que já háviam tido antes entre si, enfim, estava munida de todas as informações sobre o que encontraria na próxima existência e passou muito tempo estudando sua futura situação antes de reencarnar.Entretanto, os sentimentos não possuem razão. Sentimos por sentir e quando não conseguimos controlar nossos sentimentos nos tornamos vítimas de nós mesmos.Cabe a nós aprendermos a dominar nossos sentimentos, a fim de nos elevarmos acima do instinto meramente animal, onde apenas reagimos a estímulos exteriores, e passarmos a direcionar nossas energias para finalidades mais elevadas.

Resgatando entidades sofredoras que não reencarnaram - uma das finalidades da regressão

Além da lição moral que o consulente retira de seu passado, do entendimento que lhe proporciona saber como ele era e o que sua maneira de ser e agir lhe causou de uma vida a outra, sempre que fazemos regressão a vidas passadas temos por hábito fazer uma ‘varredura’ na frequência do consulente a fim de verificar se alguma das entidades que foram acessadas em suas lembranças não está desencarnada e em estado de sofrimento. Caso haja alguma nesse estado, nós a trazemos à presença do consulente e promovemos um ‘acerto de contas’, quando necessário, ou apenas a esclarecemos de sua condição, oportunizando a essas entidades que se libertem dessas situações e prossigam em sua jornada evolutiva.

Nesse caso haviam três seres ligados à consulente, vivendo em sofrimento na dimensão astral, e que foram ‘resgatados’, isto é, foram retirados do local de sofrimento onde se encontravam e levados a um posto/colônia no astral onde serão esclarecidos/auxiliados e poderão reencarnar em breve. Os seres eram a mulher que foi deixada aos abutres, o amante dela (o que teve o órgão decepado) e a esposa mais velha do ex-marido da consulente. Geralmente temos que tratar tbm estes seres para que entendam o motivo de terem passado por certas situações e muitos apesar de entenderem a relação de causa e efeito, ainda assim não conseguem ‘perdoar’ e tbm não os forçamos a isso. Cada um tem seu tempo e o importante nesse momento é auxiliar esses seres a prosseguirem sua jornada. Não podemos ter a pretenção de querer modificar os sentimentos de outros seres de um momento a outro, ainda mais pq geralmente se trata de seres que estão se ‘desentendendo’ há várias vidas. No momento certo a Lei do Karma vai aproximá-los a fim de que aparem as arestas.

Gelson Celistre

quinta-feira

Dissociação inconsciente de personalidade

A megera indomada - assassinada a mando da madrasta

Iniciada a regressão e estando já a consulente no jardim, esta imediatamente principiou a ver, ao redor do jardim (usamos como método de dissociação mento-emocional e como base para as incursões em vidas passadas um jardim, que criamos na dimensão astral), uma floresta em chamas Em meio ao fogo crepitante uma jovem cavaleira lutava pra conter sua montaria. O cavalo empinava assustado e nossa 'amazona' resolveu tentar saltar por sobre as labaredas. Caiu do cavalo e, batendo a cabeça fortemente no chão, seu corpo desfaleceu ali mesmo, consumido pelo fogo. Acordou numa caverna, sentou-se encolhendo as pernas e abraçando-as. Sentia medo. Ficou ali muito tempo até que um ser veio estender-lhe a mão e a levou para um hospital. Estava quase enlouquecida. Naquela vida era egoísta, arrogante e autoritária e quando seu pai morreu, que era o único que ainda conseguia controlá-la, sua madrasta providenciou sua morte. Um incêndio na floresta, seca em função da estiagem, seria um acidente perfeito, ainda mais sabendo-se que ela tinha o hábito rotineiro de cavalgar.

A consulente não parecia ter sequelas emocionais dessa morte e então verificamos se não haveria algum dos seres envolvidos nessa trama necessitando de auxílio, ao que ela escutou: - Ela bem que merecia morrer mesmo. Emiti um comando para que ela visse que estava falando, e como suspeitávamos, era sua antiga madrasta. Após promovermos um diálogo redentor entre ambas aquele ser foi encaminhado a outra instância do astral pelo seu marido de outrora e pai da consulente naquela existência (os auxiliares espirituais do terapeuta providenciaram a vinda deste ser para facilitar a aceitação de auxílio por parte do espírito sofredor (a antiga madrasta).

A boa moça - estuprada e degolada por vingança

De volta ao jardim, saímos para mais uma incursão e a consulente viu-se vagando numa praia deserta (já morta) em uma existência passada. A lembrança dessa outra vida começou pelo momento pós-morte. Retrocendo no tempo ela se viu desembarcando de um navio de madeira, no porto de Santos, litoral do Brasil. Viu os escravos negros carregando sua bagagem e tbm o caminho que percorreu em uma liteira, tbm carregada por escravos, juntamente com sua mãe, até a residência de seu pai. O olhar de ódio de um dos negros em direção a ela lhe chamou a atenção.

Fora ele que a matara naquela praia deserta, degolando-a, após tê-la estuprado. Era um negro livre, mas sua mãe e irmã ainda eram escravas do pai da consulente e este abusava sexualmente delas. O negro então decidiu vingar-se do 'patrão' de sua família fazendo o mesmo com a filha dele. Mais uma vez havia um ser não reencarnado ligado à consulente e mais uma vez foi proposto um diálogo entre ela e seu 'executor', onde ela demonstrava que o perdoara e que entendia os motivos que o levaram a agir daquela maneira, pois ele não entendia como ela podia perdoá-lo depois do que ele fez com ela. Próximo a eles havia um grupo de seres que 'condenavam' a atitude do negro e queriam puni-lo. Eram entidades extra-físicas de baixa vibração que pretendiam escravizar esse espírito, usando a culpa que ele sentia para atormentá-lo. Ele, eivado de culpa, ia se deixar levar por estes seres para ser castigado. Quando insistimos que iríamos ajudá-lo, ele baixou a cabeça e esticou os braços à frente do corpo, como a esperar que fossem amarradas suas mãos.

Nesse momento, eis que surgem o pai e a mãe da consulente daquela vida, ele furioso com o negro e ela chorando desesperada. Foi preciso então tratar deles tbm e foi-lhes explicado que ela estava resolvendo a situação com o rapaz e que eles não precisavam se preocupar com isso. Detalhe: ambos estão reencarnados atualmente, o pai e a mãe de então da consulente, e nesta vida são irmãos dela. Efetuamos então o 'apagamento' da memória deles sobre esses fatos (despolarização da memória) e os reconduzimos aos seus corpos físicos. O rapaz negro foi auxiliado e seus parentesdaquela encarnaçaõ vieram buscá-lo.

Dissociação inconsciente de personalidade - participando de ritual satânico

Retornamos ao jardim e a consulente percebe lá a figura de um familiar seu, envolvido já na situação anterior onde ela tinha sido ameaçada por um outro ser. Trabalhamos essa situação e então a consulente viu-se no interior de uma antiga igreja, ouvindo risadas enlouquecidas ecoando no ambiente. Atrás do altar da igreja havia uma entrada para o subterrâneo. Lá dentro estavam ao redor de uma grande mesa retangular várias pessoas com cálices dourados bebendo o sangue de um animal sacrfificado, que jazia sobre a mesa. Uma dessas pessoas era esse mesmo familiar que ela acabara de encontrar no jardim.

Paralisamos todos e efetuamos o apagamento de suas memórias relativas a aqueles eventos macabros. Após isso enviamos os que estavam encarnados de volta aos seus corpos físicos. Dos cerca de uma dúzia que estavam ali só ficaram dois que não estão encarnados no momento. Detalhe: a própria consulente sentiu que 'voltou' tbm para seu corpo quando comandamos o retorno. Ela tbm estava com a personalidade dissociada inconscientemente, manifestando-se com uma outra personalidade de vida passada, junto com o tal familiar, que tbm é encarnado e estava em igual condição de 'dissociação'. Os dois restantes foram libertados do estado de paralisação e estavam completamente atônitos, sem saber o que faziam ali. Adormecemos ambos e os encaminhamos para o posto de socorro, com o auxílio de nossos amigos espirituais.

Novamente no jardim a consulente foi revitalizada por entidades extra-físicas que nos auxiliaram na consulta e encerramos os trabalhos. Notem que tivemos nesta consulta dois casos de dissociação inconsciente da personalidade, primeiramente com os irmãos atuais da consulente, que se apresentaram como pai e mãe dela de uma vida passada, e depois dela mesma e do outro familiar que havia 'aparecido' no jardim e que se encontrava com ela no ritual subterrâneo.

A dissociação inconsciente - algumas causas e efeitos

A dissociação inconsciente de personalidade geralmente ocorre quando existe algum evento em nosso passado carregado com muita enregia emocional. Alguma situação que nos causou muito sofrimento ou prazer e à qual ficou agregado um quantum elevado de energia pode provocar uma dissociação da nossa personalidade atual, sintonizando-a com aquele evento na dimensão astral, e podendo fazer inclusive com que o espírito se manifeste naquela dimensão com a personalidade que possuía quando da ocorrência de tais eventos.

A dissociação inconsciente de personalidade vem a ser então um estado onde parte de nossa consciência se projeta na dimensão astral (em desdobramento) e assume uma personalidade já vivida em uma vida passada, ou assume características de várias personalidades já vividas e que mantém uma relação de afinidade entre si. Numa das situações acima ocorreu isso quando duas pessoas atualmente encarnadas se projetaram inconscientemente quando um evento, ao qual estavam ligadas em vida passada e que lhes causou grande sofrimento (que foi a morte trágica de sua filha) sofreu um acréscimo de energia emocional quando na regressão a consulente acessou esse evento. Notem entretanto que havia um outro espírito ligado ao evento, o rapaz que a matou, tbm com muita energia emocional 'estagnada', sofrendo com a culpa de tê-la assassinado. Este inclusive encontrava-se desencarnado e era quem estava 'potencializando' este evento.

No outro caso, a reunião macabra nos porões da igreja, tbm havia seres em desdobramento inconsciente, inclusive a consulente e um familiar seu, e tbm novamente a figura de entidades extra-físicas (espíritos) que encontravam-se desencarnados. Geralmente são esses seres desencarnados que 'potencializam' algum evento e que acabam mantendo a ligação que possuíam com os outros seres que compartilharam com eles esses eventos. Esse tipo de dissociação inconsciente pode provocar tbm uma 'ressonância' dos encarnados envolvidos com alguma vida passada ou períodos inter-vidas onde ocorreram os eventos potencializados pelas entidades desencarnadas. Pode ocorrer tbm do próprio encarnado, em função de desequilíbrios emocionais ou psicológicos, provocar a dissociação da própria personalidade e buscar em seu passado algum evento que lhe satisfaça as aspirações atuais, que pelos impedimentos cármicos ele não pode usufruir. Uma pessoa que teve muito poder em vidas passadas e que hoje é um humilde operário, sentindo-se insatisfeita interiormente com essa situação, pode dissociar-se e potencializar eventos passados onde era poderosa, assumindo uma personalidade, ou conjunto de personalidades afins, que tenham relação com essa fase de sua existência onde ele era uma pessoa poderosa.

Este tipo de situação pode provocar transtornos diversos como bipolaridade, depressão, alienação, fobias, síndromes variadas, auto-obsessão (que geralmente evolui para um quadro obsessivo complexo com a adição de outras personalidades ligadas a eventos passados da pessoa), etc. É preciso se identificar essas situações e tratá-las, sendo que comumente o sucesso no tratamento só ocorre se outros seres ligados à pessoa e que se encontram, geralmente, desencarnados, forem auxiliados. Em tratamentos onde o terapeuta desconhece essas possibilidades de manifestação de nosso espírito e trata os eventos acessados pelo consulente como meras 'memórias' de suas vidas passadas dificilmente se obtém uma melhora considerável.

Abraço.

GELSON CELISTRE
(51) 9394-6023

Orientação Espiritual - Terapia de Vidas Passadas - Terapia de Regressão - Hipnose Clínica - Apometria - Mestre Reiki - Psicoterapia

terça-feira

Os tipos de karma

O karma pode ser dividido em quatro categorias: passado, presente, imediato e futuro.
karma passado (sanchita) - correspondente ao karma acumulado em nossas vidas passadas e ainda não processado, isto é, ainda não está sendo resgatado.
karma presente (prarabdha) - correspondente ao karma que está sendo processado, ou seja, gerado em vidas passadas e que estamos resgatando atualmente nesta encarnação.
karma imediato (kryiamana) - correspondente ao karma gerado e processado na vida atual, é aquele onde o intervalo de tempo entre a causa e o efeito se dá na mesma encarnação, ou seja é gerado e resgatado numa mesma vida.
karma futuro (agama) - correspondenteao karma gerado na vida atual mas que vai ser resgatado numa vida futura, ou seja, vai virar um karma do tipo Sanchita.
O karma passado acumulado (sanchita) é processado lentamente e pode ser modificado, porque as ações que adotamos no presente também vão sendo acumuladas no reservatório kármico, neutralizando ou agravando os efeitos das causas ali armazenadas.
O karma atual (prarabdha) é aquele destacado do reservatório (sanchita) para ser eliminado ou resgatado, sendo que para a grande maioria das pessoas aqui na Terra ele é gerado automaticamente pela Lei do Karma, ou seja, a pessoa não tem nenhuma ingerência sobre onde vai nascer, quem vão ser seus pais, com que espíritos ela vai conviver, etc. O karma presente (prarabdha) por sua vez se subdivide em 3 tipos:
  • Uma maior parte fixa e inevitável, que não pode ser alterada.
  • Uma parte que pode ser mudada e evitada, embora exija um grande esforço de vontade ou uma grande expansão de consciência.
  • E uma pequena parte variável, que pode ser alterada dependendo de outras ações adicionadas ao karma acumulado e de interações com o karma coletivo. Este depende do karma familiar, nacional, etc., e da relação entre estes e o nosso karma individual.
A Lei do Karma não tem uma função punitiva como pode parecer a princípio mas sim visa harmonizar as energias que existem no universo, onde a cada ação corresponde uma reação igual e contrária. Quem define qual karma vai ser retirado do reservatório sanchita e transformado em prarabdha, ou seja, quem decide qual karma vamos resgatar em uma encarnação são entidades de alta hierarquia espiritual, arcanjos, que estão muito acima da nossa capacidade de compreensão. Entretanto, são seres que escolhem sempre a melhor opção para que nós tenhamos um melhor aproveitamento de nossa existência levando em consideração nossas fraquezas e limitações. Sempre agem no sentido de nos causar menos sofrimento. São seres cheios de compaixão por nós, seus irmãos de jornada em estágio inferior, mas que possuem um senso de justiça correto e em pleno acordo com as leis universais.
O livre-arbítrio é uma conquista do espírito e é proporcional ao seu grau evolutivo. À medida que formos evoluindo, e isso não é algo que se consiga nesta mesma vida ou dessa para uma próxima, teremos condições de escolher que tipo de karma iremos resgatar em determinada vida, e iremos tendo cada vez mais 'controle' sobre nossas encarnações. Atualmente entretanto, somos levados pelo nosso primitivismo espiritual e não temos como evitar a maior parte dos acontecimentos de nossa vida.
As boas ações que efetuamos, isto é, quando agimos caritativamente em prol de nossos irmãos, estamos acumulando karma positivo em nosso reservatório (sanchita) e reduzindo nosso saldo devedor na balança cósmica, propiciando inclusive a alteração da parte do nosso karma atual (prarabdha) que pode ser modificada pela interação com o karma coletivo. Talvez Allan Kardec, ao escolher como máxima do Espiritismo o lema “fora da caridade não há salvação” tivesse em mente essa possibilidade, conhecedor que era da situação evolutiva da humanidade atual.
As más ações que cometemos ao longo de nossas inúmeras existências causam um efeito negativo em nosso conjunto de corpos ou veículos de manifestação (corpos etérico, astral, mental, etc.) que fazem com que tenhamos mais sensibilidade às energias de outros planos dimensionais. Esta sensibilidade, que é popularmente conhecida como mediunidade, pode ir desde sentir-se um mal-estar na presença de alguma pessoa ou em determinado local até a pessoa ver e ouvir claramente os seres que vivem em outra dimensão, como a astral, os chamados espíritos. Esta sensibilidade é agravada enormemente se no passado tenhamos utilizado mal as energias da natureza, para fins egoísticos e maléficos, isto é, se tivermos nos utilizado de magia negra.
Além disso, precisamos considerar que todos nós estamos interligados uns aos outros. Temos um fio que nos une a cada ser que já se relacionou de alguma forma conosco, nem que tenha sido por um segundo apenas, esteja este ser vivendo em um corpo físico ou astral. Disso resulta que trocamos energias com todos estes seres e também com aqueles que 'vibram' na mesma frequência que nós, com todos que têm pensamentos e sentimentos semelhantes no mundo todo.
Através da Terapia de Vidas Passadas – TVP podemos reduzir o nosso carma acumulado acessando frequências de vidas passadas e ressignificando eventos, trabalhando energias desarmônicas, ‘resgatando’ consciências que conviveram conosco e que se encontram ‘aprisionadas’ em dimensões astrais e que estão ‘transmitindo’ para nós, devido a ligações existentes entre elas e nós, seu estado de sofrimento e perturbação. Isso sem falar no entendimento que passamos a ter sobre nossa própria existência, descobrimos os 'porquês' de muitas situações que nos causam aflição às vezes, os motivos das antipatias entre colegas de trabalho, de medos e fobias, traços de nossa personalidade, dos encontros e desencontros amorosos, das brigas familiares, etc.

GELSON CELISTRE

sábado

De um drama pessoal a um resgate coletivo

Ao iniciar a regressão, já no jardim, a consulente se vê vestindo uma camisola comprida, com os pés descalços, tem cabelos longos até o meio das costas, pele clara e sardenta, deve estar com uns 16 anos. Do lado de fora do jardim uma imagem começa a se formar, um par de botas pretas, uma calça marrom e, finalmente, ‘vestindo’ esse traje, um homem de pé olhando-a fixamente. Partindo por um dos caminhos que sai do jardim, a moça se vê correndo desesperada por uma floresta, sendo perseguida por cães e pelo homem das botas pretas. Ela pára subitamente, pois se vê diante de um precipício, com um córrego ao fundo, margeado por grandes rochas. Não sabe se pula ou se volta pelo mesmo caminho por onde veio; teme por sua vida pq está sendo caçada como um animal. As lembranças se misturam e ela sente falta de ar, está se afogando. Acorda num hospital. Aos poucos as lembranças clareiam em sua mente. Na ânsia de fugir tentou descer pelo precipício, escorregou e caiu sobre as rochas, sofrendo muitos ferimentos, mas vindo a desencarnar por afogamento. O homem que a perseguia encontrou seu corpo boiando no riacho, preso a galhos de árvores que seguiam com a correnteza. Cutucou-lhe com a bota preta para constatar que jazia ali sem vida, confirmando a impressão dos cães, que já a haviam farejado e se afastaram. Lembrou então pq corria. Escutou uma conversa onde seu próprio pai mandava o homem das botas pretas matá-la pq ele descobrira que ela estava grávida. O filho era de um rapaz que ela conhecia, mas o pai, que abusava dela sexualmente, pensou que fosse dele e então decidiu matá-la para encobrir seus atos doentios, temendo que vissem a descobrir o que ele fazia com a própria filha. A moça ficou algum tempo naquele hospital no astral se recuperando, depois trabalhou lá mesmo ajudando com as crianças doentes do local, até que por fim, foi chamada pelo responsável que lhe informou que ela iria reencarnar. Ela se revoltou, pq lhe disseram que aquele homem que mandou matá-la, seu próprio pai, seria seu pai novamente. Ela tinha muito medo dele, mas lhe garantiram que se ele apresentasse comportamento semelhante (pedofilia) nessa outra vida, ela seria afastada dele. Dali ela se viu num túnel que girava muito e teve a sensação de ter caído num local onde tinha água. Era o ventre materno, sua porta para uma nova existência, sua vida atual. Seus pais separaram-se quando ela tinha apenas um ano de idade e sua vida seguiu sem maiores transtornos. A relação com o pai não foi muito próxima, mas mesmo assim foi um tanto conflituosa.

De volta ao jardim fomos em busca do homem das botas pretas, pois senti que ele tinha remorso pelo que aconteceu. Ele estava lá ainda, parado como antes, e então conversamos com ele e o esclarecemos. Ele chorou muito, disse que considerava o que aconteceu com ela uma injustiça; foi levado para um hospital no astral. Trabalhando a relação pai e filha da vida anterior e desta, posto que se tratava dos mesmos espíritos, e considerando que nesta vida o pai da consulente já faleceu tbm, há cerca de três meses, resolvemos procurá-lo para verificar se não restavam ainda alguns sentimentos mal resolvidos entre eles. Ele foi encontrado preso, numa cela com grades, lamentando-se da sua sorte. Indagado, afirmou que fora preso por seres aos quais ele pediu ajuda, não tendo, em contrapartida, efetuado o pagamento combinado, que seria ele dar vazão aos seus ‘instintos’ sexuais pervertidos. Mostramos a ele que esta sua filha da ultima existência era a mesma de outra vida passada e esta, tendo-o perdoado, conseguiu retirá-lo do cárcere e o trouxemos para o jardim, onde a mãe da consulente desta existência, tbm falecida, estava esperando e o levou consigo para outra estância do astral. A moça ainda estava se refazendo no jardim quando percebeu que parte dele pareceu escurecer. Vislumbrou então quatro entidades que vieram em busca do prisioneiro que ela havia libertado, eram seres de baixa vibração e quando foram informados de que não o teriam, mas que poderiam optar em serem auxliadas e encaminhadas a outro local para se reeducarem, destaram a rir debochadamente. Para não criar tumulto, emitimos um pouco de energia na direção dos mesmos, a fim de demonstrar-lhes que nada do que pretendiam obteriam ali, e eles nos deram as costas indignados e resmungando impropérios.

Ainda incursionamos por outra existência dela onde, ainda criança, seu pai suicidou-se por conta de dívidas. Eram uma família muito rica e de repente se viram na miséria. De luxuosa mansão mudaram -se para um pequeno cômodo, um ‘quartinho’. Sua mãe passou a trabalhar numa padaria, onde ela tbm trabalhou quando cresceu. Morreu de velhice naquela existência com o pensamento de que, apesar da vida miserável que teve, foi feliz. Entretanto, quando passou para a dimensão astral nesse momento de suas lembranças, sua visão escureceu. Pedi que voltasse ao jardim mas ela sentia-se pesada. Fomos averiguar o motivo e ela se viu então numa sala de aula, recebendo lições sobre o corpo humano, em suas várias dimensões, com camadas sobrepostas, em um quadro-negro. Dali os ‘alunos’ saíram todos para um grande salão, onde haviam várias macas, para as aulas práticas. Congelei a cena neste momento e pedi que ela se deslocasse do ponto onde estava, para cima, até sair do prédio, pois que queria saber como ele era por fora. Ela viu um prédio todo envidraçado com espelhos, que refletia com muita intensidade a luz do sol. Efetuamos alguns procedimentos de checagem relativamente a essa estrutura e de repente ela sentiu-se ‘descendo’. De acesso a lembranças de seu período intervidas, onde ela trabalhou nesse laboratório, ela passou a locomover-se na dimensão astral em direção ao tal prédio, em acentuado descenço vibratório. Quando ela chegou próximo do local o prédio explodiu, desaparecendo por completo, deixando expostas e aturdidas centenas de espíritos que eram usados ali como cobaias de experimentos macabros. Foi então efetuado um resgate coletivo, por uma equipe de seres que nos acompanhava, e que nos informou tratar-se de pessoas encanarnadas, em desdobramento, que serviam como cobaias.

Ficou ali um cientista, dirigente do local, que não se surpreendeu quando viu a consulente em sua frente pois já a conhecia, tendo dito inclusive que ’sabia que a reencontraria novamente’. Paralisei-o e pedi à consulente que ‘entrasse’ em sua mente para descobrir o que faziam ali. Os ‘cientistas’ deste laboratório, do qual nossa consulente fazia parte no passado, estavam desenvolvendo um novo tipo de câncer ou vírus, com ação muito rápida, e que consumia as pessoas por dentro, deixando-as ocas. A intenção era desenvolver o vírus ou o ‘agente’ que causaria essa doença nos corpos astrais de seres encarnados, para que então esse ‘agente’ passasse ao corpo físico dos mesmos, num processo semelhante à drenagem natural de fluídos densos, quando o corpo físico ‘puxa’ para si esses fluídos gerando doenças como os diversos tipos de câncer. A equipe que nos acompanhava solicitou que apagássemos a memória do tal cientista para que ‘eles’ não utilizassem o conhecimento dele para refazer os experimentos, sendo que então nos desdobramos e, nos colocando em frente ao mesmo, efetuamos os procedimentos para apagar sua memória. Ele desmaiou em função disso e foi levado para o hospital. Nos pediram que apagássemos tbm da mente da consulente o conhecimento que ela tinha e o que absorveu quando ‘invadiu’ a mente do cientista, o que fizemos logo em seguida. De volta ao jardim, a consulente foi reenergizada com a ajuda da equipe espiritual, devido ao desgaste provocado pelo resgate dos seres e destruição do laboratório.

Nesta regressão podemos observar elementos muito distintos entre si. Primeiramente ela voltou à vida imediatemente anterior a esta, reviveu seu drama pessoal, e passou para a vida atual, onde entendeu os motivos imediatos de sua relação conflituosa com o pai, e na outra existência acessada ela entendeu algo de seus ‘medos’ em relação a dificuldades financeiras. Foi um tipo bem ‘clássico’, onde se acesssaram vidas passadas que tem a ver com a vida atual. Num segundo momento foi acessado um período inter-vidas ‘físicas’, onde ela realizava atividades maléficas, fazendo parte de um grupo de seres que atua contra a humanidade. Foi através de uma frequência de passado dela que a equipe espiritual que dirigiu os trabalhos pôde acessar o tal laboratório e dar fim às atividades escusas ali realizadas. É um ‘trabalho’ um tanto atípico para quem trabalha apenas com regressão nos moldes ‘clássicos’, mas que pode ser executado se o terapeuta tem conhecimento e respaldo de entidades de graduação espiritual mais elevada, pois trata-se de um embate direto contra potências trevosas.

Abraços.

O tratamento da obsessão através da TVP - 2º caso

Tive um caso onde o paciente foi induzido rapidamente ao transe e logo que saiu do jardim (costumo usar como ‘base’ para as regressões um jardim) encontrou seu ‘mentor’. Um ser que emitia muita luz, de barbas brancas e túnica alva com detalhes dourados na mangas. O paciente afirmou ser Rosacruz e disse que há mais de 10 anos que vê esse mentor em suas meditações.
O tal mentor conduziu o paciente, que se via em trajes prateados tipo um macacão e com um capacete na cabeça, a uma nave espacial, onde começou a lhe mostrar os equipamentos que haviam nela. Interrompi esta ‘lembrança’ e o conduzi de volta ao jardim.
Saímos em outra incursão e eis que ele se vê na infância da vida atual, sentia que era um menino diferente dos irmãos, se viu brincando no jardim de sua casa, etc.
Questionei onde estava o mentor e ele disse que ele estava lá, no segundo andar da casa, apenas observando. Mandei que ele fosse até lá para ‘conversarmos’ com o tal mentor. Quando ele se viu frente a frente com o mentor, eu criei um campo de contenção em forma de bolha ao redor do tal mentor e disse ao paciente que ele veria o tal mentor como ele realmente era. Ele ficou meio perplexo e retrucou que o tal mentor o acompanha a não sei quanto tempo e tal mas mesmo assim pedi que ele observasse a bolha. Ele então fez algumas caretas quando viu que o tal mentor mudava de forma, algo entre um lagarto ou cobra, muito escuro, feio e com odor muito desagradável.
Expliquei a ele que esse ser na verdade era o espírito que o estava obsidiando há muito tempo. Mantive o ‘mentor’ preso e o conduzi de volta ao jardim para iniciarmos a regressão.
Ele se viu então discutindo com seu meio irmão pela herança do pai de ambos, que era uma espécie de chefe de tribo numa época pré-romana. O irmão avançou sobre ele para estrangulá-lo e ele o matou com sua espada, sofrendo muito com isso pq amava o irmão.
Após essa vida ele acessou outra onde era um sacerdote grego e festejavam a colheita da uva numa cerimônia num templo. Era muito feliz e era querido pelo povo da cidade onde morava. Por trás das colunas do templo havia um homem que parecia ser leproso, envolto num manto acinzentado, espreitando-os.
Observação: Este homem que espreitava era o mesmo espírito que foi seu irmão na outra vida, só que naquele momento ele estava desencarnado. Na ocasião relembrada o então sacerdote não notou sua presença, tendo percebido somente agora quando acessou aquela vida em estado de transe.
Iniciei então o tratamendo pedindo que ele chamasse o tal homem e o abraçasse, que lhe dessem roupas limpas e o ‘curassem’, pois ele estava sem algumas partes do corpo, como um leproso. Isto feito, o ser chorou de emoção e, após estar recomposto, trouxe o paciente de volta ao presente. Pedi que olhasse então a bolha onde mantinhamos o obsessor, e ela estava vazia, pois o ser havia sido resgatado.
Expliquei ao paciente que se tratava do mesmo espírito que fora seu irmão e outras informações que julguei necessárias, como o fato de que a primeira “lembrança’ havia sido criada por aquele ser para que não fosse descoberto, e que a lembrança real de sua infância tbm era apenas para nos fazer perder tempo. Como percebi de imediato que se tratava de criação mental ele tentou a lembrannça da vida atual, tbm sem sucesso.
Entretanto, é preciso ter cuidado pois este tipo de coisa é muito comum. Obsessores criam imagens mentais para o obsdiado e o terapeuta pensa que ele está acessando alguma vida passada, ou então o faz se situar na infância para ‘despistar’ tbm. A falta de conhecimento sobre a realidade espiritual por parte de muitos terapeutas tbm facilita a atuação dessas entidades. As ‘inclinações’ de muitos terapeutas de achar que algum mestre de chama colorida ou comandante de frota estelar está ao seu dispor para ajudar na regressão tbm é caso a ser observado com atenção, pois num atendimento como esse muitos estariam até hoje viajando pelo espaço sideral com o tal mentor. Se o terapeuta não sabe lidar com esse tipo de situação a melhor opção é não fazer a regressão e indicar ao paciente um centro espírita/umbanda, para que lá eles tratem da obsessão.
Abraços.

O tratamento da obsessão através da TVP

Recentemente atendemos uma pessoa que nos procurou para terapia de vidas passadas. Após a consulta inicial com os devidos esclarecimentos sobre o que ela poderia esperar do tratamento e de como o mesmo funciona, marcamos a primeira regressão. Logo que inciou o relaxamento, antes mesmo de iniciarmos a regressão em si a pessoa começou a ver insistentemente um rosto desconhecido à sua frente. Logo percebi que se tratava de entidade extra-física ligada a ela para reajuste cármico, um dos tipos comumente classificados como obsessor, ou seja, algum companheiro de jornada com o qual aprontamos alguma coisa ruim no passado e que nos bate à porta para o acerto de contas.
Pedimos que ela ignorasse o tal rosto (sem mencionar de que se tratava) e prosseguimos com a regressão. Logo em seguida ela se viu em uma floresta, fugindo desesperadamente de um homem que a perseguia com uma machadinha. Em dado momento chegou a uma casa onde entrou e subiu para o andar de cima. Ainda perseguida pelo tal homem, ela saiu por uma janela que dava sobre um telhado, de onde caiu. A queda se deu sobre algumas estacas de madeira e seu corpo morreu neste momento, sendo que ela não percebeu o fato (coisa comum de acontecer), levantou-se e continuou a fugir para o mato (já em corpo astral). Após isso ela transitou por uma região escura e foi sintonizada em outra vida, em época já próxima da morte naquela vida, sendo que relembrou de seu resgata pós-morte, quando a levaram para o astral, o lugar onde vivia, a escola que frequentava, etc.
Já estava bem no astral quando foi sintonizada em outra existência, onde cuidava de um senhor idoso que se locomovia em uma cadeira de rodas, o qual ela gostava muito. Não conseguimos saber se ela era filha ou empregada do tal senhor, apenas que ela tinha muita afeição por ele e cuidava dele com muito carinho, tendo ficado muito triste quando ele morreu, sendo que a última cena que viu dessa vida foi ela sendo consolada por algumas pessoa no cemitério, quando da ocasião do enterro dele.
Pois bem, o que aconteceu é que aquele rosto que ela viu no início era o mesmo espírito que participou com ela dessas duas existências, cobrando-lhe uma dívida de alguma outra vida. O que acontece geralmente é que o espírito ’obsessor’ não se lembra de outras vidas além daquela onde foi vítima e quando os atendemos nas reuniões mediúnicas muitas vezes basta fazê-los relembrar uma vida ou duas anterriores com a mesma pessoa para que ela veja que ele tbm aprontou o que não devia e que portanto não tem o direito de cobrar.
Nesse caso o que a espiritualidade fez foi aproveitar a sintonia entre ambos (obsessor e obsidiado) para promover uma regressão nele tbm, fazendo-o voltar ao passado e rever outras atitudes suas, em dois momentos. Num primeiro onde ele foi o algoz de sua atual ’vítima’ e num segundo onde ela o queria muito bem. Ao conduzir a pessoa ao passado o obsessor ‘foi junto’ e passou a reviver aquelas existências. Após isso, tendo reconhecido que tbm errou com o outro ser e tbm percebendo que já fora alvo da simpatia da mesma, o resultado natural é a desistência de sua ação obsessiva e seu encaminhamento aos postos de socorro para continuidade do tratamento.
No final da sessão explicamos a ela o que de fato ocorreu, aconselhando como sempre uma revisão de conduta e postura diante da vida, ou seja, a famosa ‘reforma íntima’, pois atraímos esses irmãos para ajustes de contas por vibrarmos ainda na mesma frequência: se éramos egoístas ainda o somos, se éramos irados ainda o somos, etc., motivo pelo qual quando um desses companheiros nos encontra consegue facilmente sintonizar conosco, haja vista apresentarmos ainda as mesmas características de personalidade.
Abraços.

quinta-feira

Uma regressão 'clássica'

Iniciamos com o encaminhamento ao ‘jardim’ de onde partiríamos para a investigação das vidas passadas, como ela tem mediunidade aflorada e atua regularmente não foi necessário induzir um estado de transe, bastou o desdobramento (separar o corpo astral do físico). Ela já chegou no jardim com a aparência de uma vida passada. Dali pedi que ela escolhesse um dos caminhos que saíam do jardim e o seguisse. O caminho escolhido por ela, logo que saiu do jardim, ficou escuro, mas foi clareando à medida que ela seguia por ele.

A vida passada - uma linda cigana que seduzia e roubava homens ricos

Vestia-se como uma cigana e a primeira coisa que divisou foi um grupo de cavaleiros que a perseguiam, ela correu para uma cabana, onde se refugiou. No inteirior estava um homem bravo com ela, era seu irmão mas tbm seu cafetão. Viviam de dar golpes, ela seduzindo homens ricos e eles os roubando.
Um desses homens lesados procurou uma feiticeira para ajudá-lo a encontrá-la e a tal mulher conseguiu localizá-la. Quando os cavaleiros chegaram à cabana o irmão a agrediu e cortou-lhe o rosto com uma adaga, tendo entregado ela aos homens que a perseguiam afirmando nada ter com ela, que era uma ladra.
Ela foi levada à presença da tal feiticeira, que deu-lhe algo para beber, um feitiço, um líquido esverdeado, afirmando que ela nunca mais iria ‘encantar’ os homens. Ela foi presa numa cela e morreu com o corpo cheio de feridas e com extrema inanição.

O desencarne - foi levada para um ‘bordel’ no astral inferior

Após o desencarne, já no plano astral, uma mulher a levou para um tipo de bordel, onde várias mulheres ‘trabalhavam’, vampirizando e seduzindo homens encarnados. Apesar da situação, ela sentiu-se aliviada neste local devido à tudo que passara enquanto encarnada. Era-lhes dito que precisavam disso para poderem viver e elas não suspeitavam que tbm ’serviam’ para outras finalidades. Ela foi colocada junto de um homem, a quem deveria ’seduzir. Na realidade ela fiocu obsidiando o tal homem o tempo todo, induzindo-lhe pensamentos ruins sobre a esposa e quando desdobrado, ela mantinha relações com ele. Este estado de coisas durou até o momento em que a esposa desse homem, devido ao abandono a que ficara submetida pelo esposo, suicidou-se. Na verdade ela era o verdadeiro alvo da obsessão. A suicida no astral chorava muito e a cigana ficou arrependida de ter provocado a morte dela, queria ajudá-la de alguma forma e tendo desobedecido sua ‘chefe’, que mandou ela levar a mulher para o prostíbulo, pegou-a pela mão e saíram sem rumo. Passaram por locais lamacentos e imundos, até pararem exaustas em uma pequena elevação no terreno.
Após algum tempo apareceram alguns espiritos socorristas e lhes ofereceram ajuda. A suicida ainda muito perturbada foi com eles mas a cigana disse-lhes que não iria pq não merecia ajuda, devido ao mal que fizera, tendo ficado ali sentada por um tempo indeterminado, até que por fim ‘desmaiou’ e vieram os socorristas e a levaram a um posto de socorro.

O resgate - saindo do umbral

Já no posto de socorro ela quando acordou estava muito desconfiada, achando que lhe exigiriam que fizesse ‘alguma coisa’ em troca por a terem tirado daquele local. Ficou muito tempo deitada e só lhe ministravam o que ela percebeu como sendo água. Após algum tempo já se via sentada na cama e quando se recuperou totalmente foi encaminhada a um local onde um homem explicava a um grupo de recém-socorridos como ela, onde estavam, o que lhes havia acontecido (que estavam ‘mortos’), etc. Ela via muitos chorando e disse ao tal homem que ela não merecia estar ali pq não havia apenas morrido, ela havia provocado a morte de outra pessoa (a suicida). Foi-lhe dito que se ela estava ali é pq tinha algum merecimento e que não pensasse mais nisso, apenas tivesse paciência.

O reencarne - uma nova chance de acertar

Ela ficou algum tempo ali ajudando naquele posto como podia, até que lhe informaram que ‘estava na vez dela’ e que ela iria reencarnar, sendo que a única orientação que recebeu foi a de ‘fazer diferente desta vez’. A seguir se sentiu muito pequena e passando por um tubo escuro, cujo final era o ventre de sua futura mãe. Avançamos para uns 3 ou 4 anos de idade onde ela ouvia as pessoas dizerem que ela era muito bonita e que iria ser uma mulher linda. Era grandinha pra idade. Dali pulamos para um fato marcante nessa vida aos 6 anos. Detalhe: Essa vida é a vida atual dela, ou seja, ela acessou a última encarnação antes dessa, o período entre-vidas e o nascimento nesta vida. Talvez o termo correto para esta fase seja o de ‘progressão de memória’ pq ao invés dela voltar da fase adulta para a infância ela partiu do ventre para a fase adulta.
Ela ouvia a mãe falar ao pai que se sentia preocupada com ela pois ela já chamava a anteção dos homens sexualmente. Interessante que o episódio desta vida que ocorreu com ela aos 6 anos ela nem sequer lembrava, e foi algo que marcou profundamente sua existência atual. Nessa idade um tio-avô dela tentou lhe molestar sexualmente e, apesar de não ter ‘consumado’ o ato, isto bastou para despertar no inconsciente dela como num flash tudo que ela havia feito de errado na vida passada utilizando seu corpo e o sexo.

A determinação - a atuação da mente inconsciente

Nesse momento ela teve o pensamento muito forte de que ela não queria ser como antes. Sua mente acessou inconscientemente todo o drama que ela viveu na vida passada e no período entre-vidas e ela ‘determinou’ a si mesma que não seria como antes. Aí junta-se todo um conjunto de conceitos que o espirito tem em seu reposítório de memórias e o que ele pode acessar devido à frequência em que se encontra e o tipo de karma que está resgatando. O resultado prático dessa determinação foi que logo em seguida ela começou a engordar. Fez tratamentos, emagrecia, mas voltava a engordar. O ‘fazer diferente’ na mente dela foi interpretado como não ser bela e atraente aos homens. É uma forma de proteção muito utilizada pelas mulheres que já abusaram da beleza e tbm por mulheres que sofreram abuso sexual. Um tipo de proteção pra não serem molestadas.

Resgatando o passado - ‘teus pecados te encontrarão’

Nada acontece aleatoriamente, então vamos situar a família atual da ‘cigana’ com os personagens de sua encarnação anterior.
O tio-avô que a molestou era o seu irmão cigano, que abusou dela e a ‘cafetinava’ na vida anterior. Nesta vida ela já morreu tbm. O invocamos para oferecer ajuda mas ele recusou, disse que tem outras mulheres que ‘trabalham’ pra ele e lhe trazem bastante energia. Mostrei-lhe o futuro e fiz algumas considerações mas ele não aceitou, então o deixamos ir e continuar com a ‘vida’ que escolheu.
O marido atual dela foi um dos homens que ela seduziu e enganou na vida anterior.
Os avós da vida atual eram o homem que ela obsidiou e a esposa deste que se suicidou.
A mãe dela dessa vida tbm era filha deles na vida anterior e ficou com muita raiva pela morte da mãe na outra existência.
Aquele conjunto de seres que viveu um drama na vida anterior novamente se encontra a fim de se reajustar carmicamente. A memória dos fatos certamente não trazem consigo mas as emoções certamente surgiram e eclodem ainda nos embates naturais do dia a dia. O resgate consiste em ‘fazer diferente’ dessa vez, substituindo o ódio, o rancor, a calúnia, a traição, etc., pelo amor, a compreensão, a fraternidade, a solidariedade, etc.

O tratamento - reprogramação mento-emocional

A ‘determinação’ dela em não repetir os erros do passado, ocasionou uma programação mental que gerou um efeito no seu corpo físico, como ela tinha um entendimento muito ‘material’, ou carnal, da vida, ser diferente de ser bela e atraente seria ser gorda, a fim de não excitar a cobiça nos homens.
Coloquei-a novamente no momento do assédio e ‘congelei’ a cena. Pedi então que ela conversasse consigo mesma sobre essa determinação, e que mostrasse a ela ‘criança’ que agora ela era adulta e tinha consciência de seus erros e que não iria fazer coisas erradas, que não precisava ser assim, alterando seu corpo, que ela podia ter uma vida normal e que iria se controlar, etc. Acessei a frequência da feiticeira para desfazer o feitiço que ela deu para a cigana beber e nesse momento ela se apresentou em desdobramento inconsciente, a feiticeira, atualmente encarnada como sua cunhada, afirmando que não iria permitir, dizendo que ela não merecia, que tinha feito mal a muita gente, etc. Desmanchei o feitiço e fiz a feiticeira desdobrada esquecer daquela existência e a mandei de volta ao seu corpo.

De volta ao começo - o jardim

Encerramos com essa vida e a mandei de volta ao jardim, pedindo que ela observasse se não havia alguém lá pra falar com ela. Quem estava lá era a avó (a suicida de outra vida), que disse-lhe que tudo está acontecendo para ela no tempo certo e que tivesse fé que daria tudo certo. Abraçou-a e se foi. Trouxe ela de volta e analisamos os fatos vivenciados, discutimos algumas coisas, ponderamos outras, para que ela entendesse bem o processo todo.

Considerações finais

As pessoas que possuem algum tipo de mediunidade geralmente tem mais facilidade para acessar suas vidas passadas, em decorrência inclusive do seu tipo de karma, mas já obtivemos esse mesmo grau de ‘vivenciação’ das vidas passadas em pessoas que não possuem a mediunidade aflorada. Nunca é igual para todos, cada um tem seu tempo. Algumas pessoas tem mais facilidade outras precisam de algumas sessões e de tratamentos a nívelo ‘inconsciente’, em desdobramento, para conseguirem. Se a pessoa quer realmente ela consegue. Acontece que em função do karma da pessoa ela pode ter que movimentar mais recursos para obter o que deseja, sejam mentais, emocionais e até mesmo financeiros, mas a todos é facultado esse ‘benefício’ pois a Lei é justa e não disporia de um recurso apenas para alguns privilegiados.

Abraços.