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terça-feira
Um oceano de paixões
A jovem teve sorte a princípio pois encontrou o espirito de seu amado vagando nas profundezas do oceano astral e com ele seguiu sem rumo por algum tempo. Entretanto, de repente o espírito do rapaz sumiu e ela se viu sozinha vagando no submundo das trevas marinhas. Enquanto me relatava que se via só naquele ambiente estranho, ela ouviu uma voz grave dizendo-lhe que não permitiria que eles ficassem juntos, que antes ele os separou e que agora novamente não permitiria a união dos dois. Numa região trevosa, na subcrosta 'marítima' do astral, um ser horrendo mantinha presos vários outros espíritos, entre eles o amado da consulente. Isolamos a criatura num campo de contenção (uma bolha) e o local onde ele habitava tbm. Criamos uma enorme bolha ao redor da formação rochosa onde o tal ser vivia, dentro de uma caverna subaquática, e levamos tudo para o 'jardim'. Lá os seres escravizados foram socorridos, inclusice o rapaz, e o terrível algoz foi adormecido e levado pela equipe espiritual para cumprir seu destino perante a Lei.
A consulente estava no jardim mas foi novamente 'puxada' para aquela situação que ainda se desenrolava na dimensão astral, desta vez se viu dentro do barco onde naufragou seu amado, onde vários dos espíritos que morreram afogados ainda estavam ligados àquela nau, em especial um 'grumete' que fora contratado pela 'nobre' rival da consulente naquela vida para sabotar o navio, com a promessa de que ele, juntamente com o tal rapaz, seriam salvos por um outro navio, de um comparsa dela.
O tal comparsa era o ser terrível que habitava as profundezas e que aprisionara o rapaz, pq ele 'em vida' era apaixonado pela consulente e juntamente com a 'nobre' dama, que era apaixonada pelo rapaz, tramaram esta situação, que parece der dado errado. Com o resgate desses outros espíritos, a cena toda estava desaparecendo, pois as mentes que a mantinham viva estavam se dispersando e saindo do 'transe' da morte que as fixara naquele momento. Na praia onde a consulente havia se suicidado, estranhamente restava apenas o vestido com o qual ela se encontrava no momento da morte. Ela me relatava que as ondas estavam levando o vestido para o mar mas pedi que ela o segurasse e puxasse de volta para a praia. Quando fez isso percebeu que uma mão putrefata segurava o vestido e o arrastava para as profundezas. Recolhemos o ser e então ela percebeu que era a sua 'nobre' rival, que tbm se suicidara quando seu plano fracassou. O vestido havia sido presente da 'nobre' para sua dama de companhia, para que ela o vestisse para recepcionar seu amado quando de seu retorno. Este ser tbm foi levado para o jardim e socorrido junto com os demais. Com o resgate da jovem rival da consulente, se encerrrou esse trágico romance onde as paixões descontroladas levaram à destruição de tantas vidas.
Na dimensção astral a pequena ilha onde os protagonistas desta história viviam foi tragada pelas ondas de um imenso oceano, onde jazem ainda muitas vidas naufragadas, aguardando que os corações pesados que ali afundaram sejam trazidos à tona para embarcarem em outra jornada onde, mais leves, naveguem mais uma vez sobre as ondas das paixões avassaladoras, buscando talvez o porto seguro do amor, por vezes tão distante e difícil de encontrar.
Abraço.
Gelson Celistre.
sexta-feira
Um conto sem fadas
Ela 'entrou' na lembrança da vida passada no momento em que empreendia uma fuga após ter sido flagrada furtando algumas coisas das barracas do mercado local, que ficava no pátio interno do castelo, quando foi perseguida e presa pela guarnição do castelo. Como não era a primeira vez que ela fazia esse tipo de coisa, resolveram dar-lhe uma 'lição', decepando-lhe uma das mãos. Depois de ter sido mutilada ela ainda ficou presa no calabouço do castelo durante algum tempo, mas como sabia ler, algo incomum para a época numa cidadã de baixa estatura social, foi encarregada de ler histórias para a filha do nobre proprietário do castelo.
Na condição de serviçal próxima à família, ouvia muitas conversas e planos do suserano, e por ter ficado com ódio de todos por conta de sua mutilação, aliou-se com um outro empregado, para o qual fornecia informações estratégicas, que as vendeu a outros nobres medievais que cobiçavam as terras de seu senhor, tendo resultado essas intrigas todas com uma invasão do castelo e a consequente morte da família de nobres, inclusive da menina para a qual a mulher anã lia os contos de fadas, e tbm dela própria, pois não tinha mais serventia para eles, os usurpadores, e não era de confiança.
A cobiça do empregado desleal, que facilitou a queda de seu suserano, fez com que ele se mantivesse preso ao castelo por vários séculos. Na dimensão astral ele ainda vive naquele castelo, pois provavelmente o pagamento pela sua traição seria a governança daquela região e a propriedade desse castelo. Enquanto a consulente me relatava o que estava vendo, ela tentava conversar comigo dizendo para que eu não acreditasse nela, temendo que ela o estivesse delatando para mim.
A família proprietária do castelo, pai, mãe e filha, estavam vagando sem destino em uma região lamacenta do astral inferior e logo que a consulente os viu nós os resgatamos e nossa equipe espiritual os levou para o hospital, pois estavam em péssimo estado de saúde. Quanto ao traidor, ficou com seu prêmio, o castelo, e será regatado oportunamente quando estiver menos 'preso' às suas posses.
Este tipo de 'regressão' tem a finalidade pricipal de resgatar esses seres, que estão ligados ao consulente carmicamente e que acabam gerando ressonâncias em sua vida atual. Com o auxílio aos seres que se encontram em sofrimento, no caso a família de nobres do castelo, cessa de incidir sobre a consulente a carga energética que eles lhe lançavam inconscientemente, mas que poderia afetá-la devido aos laços cármicos e sentimento de culpa.
Abraço.
GELSON CELISTRE
(51) 9394-6023
sábado
3 vidas em 30 minutos
Como da primeira vez, sua avó (desencarnada) estava no jardim à espera dele, porém, desta vez ela apenas observou. Pedi a ele que escolhe um caminho para sair do jardim e o seguisse, o que ele fez em seguida.
O caminho era escuro e quando começou a clarear ele viu-se numa vila, trajando trajes antigos. Decidiu entrar numa igreja que avistara e quando estava em seu interior sentiu que lhe enconstavam uma lança nas costas, virou-se e se deparou com um homem furioso ameaçando matá-lo. Pedi que conversasse com o sujeito a fim de saber o motivo e est lhe disse que ele o havia traído, que havia passado para o outro lado. Pedi que ele lembrasse então do que o tal sujeito falava e ele lembrou então de que havia matado o tal sujeito, assim como vários outros de seus amigos. Estavam numa guerra e ele os havia traído. Era a Guerra Civil Espanhola (1936-1939) onde a Frente Popular (comunistas e anarquistas) e o Movimento Nacional do General Franco, lutavam contra o regime republicano. No final as tropas franquistas, apoiadas inclusive por Hitler e Mussolini, venceram e o General Francisco Franco se auto-proclamou caudilho de Espanha pela graça de Deus. A guerra civil espanhola deixou mais de 1 milhão de mortos.
Nosso consulente era da Frente Popular, provavelmente um membro ativo e de liderança, pois sua família foi aprisioanada pelas tropas nacionalistas com o apoio dos alemães e ele teve que trair seus companheiros para salvar seus familiares. Nesta pequena vila estavam algumas centenas de pessoas que sucumbiram nesse conflito, homens, mulheres e crianças, espíritos que não conseguiram se desvencilhar das fortes emoções sofridas nos momentos que precederam seu desencarne e que nem perceberam que já não habitavam mais um corpo físico.
Disse ao consulente que conversasse com seu antigo amigo e que lhe dissesse que agora estava ali para ajudá-los, a a ele e a todos que ali estavam, reunimos todos e os levamos para o jardim, onde um grupo de espíritos (médicos e outros) já esperavam para tratá-los.
Após nos certificarmos que estavam todos sendo atendidos o consulente partiu por outro caminho. Desta vez viu-se num campo vasto, era uma moça e observava um cavalho encilhado andando sozinho. Pedi que procurasse por alguma casa e a moça viu então uma casa onde havia uma família, um casal e uma criança. Estavam sofrendo e ficaram felizes em vê-la, pois estavam doentes. Pedi que ela lembrasse qual sua relaçaõ com eles e ela lembrou que era a filha mais velha daquele casal, e que os havia abandonado à própria sorte pq eles haviam contraído uma peste. Foram levados para o jardim por ela e atendidos pela equipe de espíritos que já os aguardava.
O consulente desta vez sentiu necessidade de sentar-se num dos bancos do jardim para descansar, momento em que sua avó que estava ali observando aproveitou para sentar ao seu lado e lhe dar alguns conselhos. Após esse breve descanso o consulente partiu por outro caminho e logo viu-se numa galera entre dezenas de remadores, buscando invadir algum território fortemente defendido, deviam estar próximos à costa pois seu navio foi atingido por uma grande bola de fogo, atirada por alguma catapulta que devia estar em terra.
Mais de uma centena de guerreiros, possivelmente vikings, sucumbiram naquelas águas. Assim que o consulente nos relatou o naufrágio já criei vários botes salva-vidas e assim que os viram os náufragos subiram neles e depois o conduziram remando, guiados pelo consulente, até o jardim, onde ele ajudou-os a desembarcar. Nossa equipe de espíritos já estava a postos esperando e logo todos foram socorridos e encaminhados a outro sítio no astral para tratamento.
É evidente que todos haviam morrido afogados mas como plasmaram aquela situação na dimensão astral estavam vivenciando aquele momento 'eternamente', sem perceberem que já estavam 'mortos'. Nestas situações costumo interagir com o a mente coletiva do grupo a ser resgatado criando algo que visualmente represente para eles a salvação, no caso um bote salva-vidas, pois explicar a um grupo enorme a situação real em que se encontram demandaria muito tempo e energia.
Após retirar o último companheiro do bote e entregá-lo aos espíritos socorristas, nosso consulente recebeu um abraço da sua avó, como a lhe parabenizar pelo trabalho cumprido, e logo despediu-se do jardim, voltando à nossa dimensão física. Entre o início da sessão e o término não se passaram mais de 30 minutos, onde foram acessadas três vidas do consulente e resgatados centenas de espíritos que viviam em sofrimento.
Muitos daqueles seres que foram resgatados já se encontram reencarnados, mas aqueles que não reencarnaram mantém a situação plasmada no astral e isso acaba fazendo com que muitos dos espíritos que já estão encarnados se desdobrem inconscientemente e participem de certa forma da angústia dos demais. Dependendo da sensibilidade da pessoa encarnada, ela pode vir a sentir mais ou menos o que eles sentem.
Não é um regressão do tipo 'clássica', onde o consulente revive algum drama pessoal seu, mas sim um trabalho de resgate de consciências que conviveram com ele e que estão sofrendo em outra dimensão.
Este tipo de situação é comum a todos nós, todos temos seres a quem podemos auxiliar, e muitos inclusive que foram prejudicados por nós mesmos em vidas passadas.
Abraços.
De um drama pessoal a um resgate coletivo
De volta ao jardim fomos em busca do homem das botas pretas, pois senti que ele tinha remorso pelo que aconteceu. Ele estava lá ainda, parado como antes, e então conversamos com ele e o esclarecemos. Ele chorou muito, disse que considerava o que aconteceu com ela uma injustiça; foi levado para um hospital no astral. Trabalhando a relação pai e filha da vida anterior e desta, posto que se tratava dos mesmos espíritos, e considerando que nesta vida o pai da consulente já faleceu tbm, há cerca de três meses, resolvemos procurá-lo para verificar se não restavam ainda alguns sentimentos mal resolvidos entre eles. Ele foi encontrado preso, numa cela com grades, lamentando-se da sua sorte. Indagado, afirmou que fora preso por seres aos quais ele pediu ajuda, não tendo, em contrapartida, efetuado o pagamento combinado, que seria ele dar vazão aos seus ‘instintos’ sexuais pervertidos. Mostramos a ele que esta sua filha da ultima existência era a mesma de outra vida passada e esta, tendo-o perdoado, conseguiu retirá-lo do cárcere e o trouxemos para o jardim, onde a mãe da consulente desta existência, tbm falecida, estava esperando e o levou consigo para outra estância do astral. A moça ainda estava se refazendo no jardim quando percebeu que parte dele pareceu escurecer. Vislumbrou então quatro entidades que vieram em busca do prisioneiro que ela havia libertado, eram seres de baixa vibração e quando foram informados de que não o teriam, mas que poderiam optar em serem auxliadas e encaminhadas a outro local para se reeducarem, destaram a rir debochadamente. Para não criar tumulto, emitimos um pouco de energia na direção dos mesmos, a fim de demonstrar-lhes que nada do que pretendiam obteriam ali, e eles nos deram as costas indignados e resmungando impropérios.
Ainda incursionamos por outra existência dela onde, ainda criança, seu pai suicidou-se por conta de dívidas. Eram uma família muito rica e de repente se viram na miséria. De luxuosa mansão mudaram -se para um pequeno cômodo, um ‘quartinho’. Sua mãe passou a trabalhar numa padaria, onde ela tbm trabalhou quando cresceu. Morreu de velhice naquela existência com o pensamento de que, apesar da vida miserável que teve, foi feliz. Entretanto, quando passou para a dimensão astral nesse momento de suas lembranças, sua visão escureceu. Pedi que voltasse ao jardim mas ela sentia-se pesada. Fomos averiguar o motivo e ela se viu então numa sala de aula, recebendo lições sobre o corpo humano, em suas várias dimensões, com camadas sobrepostas, em um quadro-negro. Dali os ‘alunos’ saíram todos para um grande salão, onde haviam várias macas, para as aulas práticas. Congelei a cena neste momento e pedi que ela se deslocasse do ponto onde estava, para cima, até sair do prédio, pois que queria saber como ele era por fora. Ela viu um prédio todo envidraçado com espelhos, que refletia com muita intensidade a luz do sol. Efetuamos alguns procedimentos de checagem relativamente a essa estrutura e de repente ela sentiu-se ‘descendo’. De acesso a lembranças de seu período intervidas, onde ela trabalhou nesse laboratório, ela passou a locomover-se na dimensão astral em direção ao tal prédio, em acentuado descenço vibratório. Quando ela chegou próximo do local o prédio explodiu, desaparecendo por completo, deixando expostas e aturdidas centenas de espíritos que eram usados ali como cobaias de experimentos macabros. Foi então efetuado um resgate coletivo, por uma equipe de seres que nos acompanhava, e que nos informou tratar-se de pessoas encanarnadas, em desdobramento, que serviam como cobaias.
Ficou ali um cientista, dirigente do local, que não se surpreendeu quando viu a consulente em sua frente pois já a conhecia, tendo dito inclusive que ’sabia que a reencontraria novamente’. Paralisei-o e pedi à consulente que ‘entrasse’ em sua mente para descobrir o que faziam ali. Os ‘cientistas’ deste laboratório, do qual nossa consulente fazia parte no passado, estavam desenvolvendo um novo tipo de câncer ou vírus, com ação muito rápida, e que consumia as pessoas por dentro, deixando-as ocas. A intenção era desenvolver o vírus ou o ‘agente’ que causaria essa doença nos corpos astrais de seres encarnados, para que então esse ‘agente’ passasse ao corpo físico dos mesmos, num processo semelhante à drenagem natural de fluídos densos, quando o corpo físico ‘puxa’ para si esses fluídos gerando doenças como os diversos tipos de câncer. A equipe que nos acompanhava solicitou que apagássemos a memória do tal cientista para que ‘eles’ não utilizassem o conhecimento dele para refazer os experimentos, sendo que então nos desdobramos e, nos colocando em frente ao mesmo, efetuamos os procedimentos para apagar sua memória. Ele desmaiou em função disso e foi levado para o hospital. Nos pediram que apagássemos tbm da mente da consulente o conhecimento que ela tinha e o que absorveu quando ‘invadiu’ a mente do cientista, o que fizemos logo em seguida. De volta ao jardim, a consulente foi reenergizada com a ajuda da equipe espiritual, devido ao desgaste provocado pelo resgate dos seres e destruição do laboratório.
Nesta regressão podemos observar elementos muito distintos entre si. Primeiramente ela voltou à vida imediatemente anterior a esta, reviveu seu drama pessoal, e passou para a vida atual, onde entendeu os motivos imediatos de sua relação conflituosa com o pai, e na outra existência acessada ela entendeu algo de seus ‘medos’ em relação a dificuldades financeiras. Foi um tipo bem ‘clássico’, onde se acesssaram vidas passadas que tem a ver com a vida atual. Num segundo momento foi acessado um período inter-vidas ‘físicas’, onde ela realizava atividades maléficas, fazendo parte de um grupo de seres que atua contra a humanidade. Foi através de uma frequência de passado dela que a equipe espiritual que dirigiu os trabalhos pôde acessar o tal laboratório e dar fim às atividades escusas ali realizadas. É um ‘trabalho’ um tanto atípico para quem trabalha apenas com regressão nos moldes ‘clássicos’, mas que pode ser executado se o terapeuta tem conhecimento e respaldo de entidades de graduação espiritual mais elevada, pois trata-se de um embate direto contra potências trevosas.
Abraços.