Neste post vou relatar uma regressão pelas palavras da própria consulente, que solicitei que escrevesse de memória, após a consulta e em sua casa, o que ela havia acessado na regressão. Na consulta, enquanto a pessoa relaxa e mentaliza o jardim, eu a desdobro (separo o corpo astral do corpo físico) e já a levo para o 'meu' jardim, que utilizaremos como base para as incursões nas vidas passadas do consulente (as partes em negrito são a descrição da regressão nas palavras da própria consulente):
"Enxerguei o jardim com flores e ao mesmo tempo tudo escureceu, vi um homem velho com cabelos brancos compridos e com bigode, parecia um mago, estava sentado numa poltrona de madeira alta olhando algo, quando olhei pra mesma direção vi pessoas de preto, tudo muito escuro diante de uma placa de cimento, tinha alguém ali, e nesse lugar tinha muitos vultos, não consegui ver nada nítido, muita confusão, ..."
A consulente estava já sintonizada com uma frequência no astral e assim que sua consciência se transferiu para o corpo astral dela, que eu havia desdobrado e levado para o jardim, ela foi 'puxada' para essa outra frequência, que era a que tinha que ser tratada naquele momento.
A 'placa de cimento' a que a consulente se refere era um altar de sacrifícios onde eu intuí que ela havia sido sacrificada e, como a visão estava confusa e estagnada nesse ponto, para ela pedi que se colocasse naquele local, para darmos seguimento à regressão.
"...quando tu disse pra eu me deitar na pedra, senti agulhadas pelo corpo inteiro, uma angústia, uma sensação horrível, o estranho que o mago não era mal ele era claro, tinha luz perto dele. Depois eu estava dentro de um buraco muito escuro e em cima tinha uma abertura e dava pra ver o céu."
Tendo se colocado na pedra (o altar) ela sentiu o que houve quando foi sacrificada e em seguida morta (ficou presa em um buraco em alguma região densa do astral). Geralmente eu permaneço desdobrado e acompanho a consulente no astral e quando ela fica temerosa por algum motivo qualquer me faço visíviel para a tranquilizar. Quando disse para ele olhar para lado pq eu estava junto dela ela só viu o mago, pois foi a forma com a qual me apresentei a ela em desdobramento. Pode ter sido pq tive alguma coisa a ver com ela no passado com essa personalidade, ou pq estivesse envolvido nessa situação. Nem sempre isso acontece, geralmente a consulente me vê com a fisionomia que tenho nesta vida, eventualmente com um traje diferente.
"Após, me vi em cima de um elefante, estava muito enfeitada, com vestido vermelho rosto coberto, estilo indiano, árabe... estava triste, havia muitos convidados, todos sentados no chão, o suposto noivo estava alegre, tinha um turbante na cabeça e uma espada na cintura, mais a frente tinha uma escadaria com uma mulher de vestimenta preta, ela quem conduzia a cerimônia. Quando acabou, uma parte dos convidados me separou do noivo e a outra parte o carregou, subi no elefante, tudo escureceu e novamente estava no buraco."
Quando ela estava no buraco pedi que ela voltasse no tempo e lembrasse como foi parar ali, e então ela teve essa visão. Parece ter sido um ritual onde a noiva era sacrificada após o casamento, pois a oficiante da cerimônia era uma sacerdotisa de vestimenta negra. A expressão do noivo parece indicar que ele próprio talvez não soubesse o que iria ocorrer depois, mas não conseguimos saber mais sobre ele.
Pedi a consulente que saísse do buraco e voltasse para o jardim, após termos resgatado (foram recolhidos para um hospital no astral) os seres que ainda estavam presos àquela situação na dimensão astral.
"Voltamos para o jardim, vi tulipas vermelhas lindas, uma tarde de inverno ensolarada, mais a frente avistei um celeiro quando dei a volta pra entrar, nossa tudo ficou muito escuro, muito frio, senti medo, era tipo um matadouro, tinha um cara furioso, havia pele de animais, vacas, porcos, cavalos, muito sangue, eu vi o cara matando algum animal ou pessoa, não era nítido, ele estava transtornado, tinha um túmulo, vi também um menino no canto da parede me olhando, ele estava com medo também, mas não falou nada somente olhava assustado, eu senti vontade de sair dali, mas não conseguia."
Ao voltar para o jardim (tulipas, tarde ensolarada) novamente a consulente foi atraída por outra frequência ativa em seu inconsciente e foi parar no tal celeiro onde algum ser perturbado estripava pessoas e animais. Essa situação ficou nebulosa para a consulente e não conseguimos ver exatamente do que se tratava, embora o mais provável é que ela tenha sido vítima de algum psicopata, possivelmente marido dela que a matou por ciúmes. Às vezes os fatos não se mostram com muitos detalhes pq o principal naquela situação é o resgate dos seres envolvidos e da transmutação das energias envolvidas, que foi o que fizemos, após eu trazer a consulente de volta.
Esta foi a primeira sessão de regressão dela, já havíamos tido uma consulta antes, mas foi a inicial, onde eu explico algumas coisas para a pessoa sobre o tratamento e sobre o mundo espiritual, sobre o karma, tiro suas dúvidas e já passo algumas orientações para quando formos fazer a regressão.
As coisas estão colocadas de maneira resumida e por elas parece que foi algo muito rápido, entretanto, a parte onde a consulente acessou essas vidas passadas, tirando uns 15/20 minutos para conseguirmos transferir a consciência da consulente para o seu corpo astral, durou mais de uma hora, sendo que depois fizemos algumas análises e observações sobre o que foi acessado e a vida atual da consulente.
Abraço.
Gelson Celistre.
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Sonhos e vidas passadas
Muitas pessoas tem sonhos que na verdade são lembranças de fatos ocorridos em suas vidas passadas. Isto ocorre pq as energias envolvidas naquela existência de alguma forma estão encontrando uma ressonância, um eco, na vida atual da pessoa. Essas lembranças tanto podem se relacionar a eventos agradáveis quanto a traumas vividos. Por vezes se misturam lembranças de vidas passadas com fatos vividos em desdobramento durante o sono do corpo físico.
Temos vários períodos de sono REM (Rapd Eye Movement), onde as sensações no sonho são mais vívidas. A maioria lembra vagamente do que sonhou, ficando gravados em nossa memória geralmente partes desconexas de vários acontecimentos e/ou lembranças.
Uma de minhas consulentes contou-me que havia tido um sonho onde ela estava num bordel. Era uma das 'garotas' da casa e 'servia' os homens que frequentavam o local, com bastante 'desenvoltura'. Durante a nossa sessão de regressão fiz com que ela relembrasse do sonho em detalhes e vimos que tratava-se em parte de eventos ocorridos em desdobramento e em parte de lembranças de uma vida passada dela.
Naquela existência ela teria sido seduzida por algum malandro e perdido sua 'virtude'. Seu pai a expulsou de casa e ela foi 'acolhida' num bordel. Em sua primeira noite no meretrício, ainda sem saber como 'funcionava' a coisa, um assíduo cliente, pessoa influente na cidade, encantou-se por ela e deixou de lado sua habitual 'acompanhante'. A garota que foi preterida ficou indignada e tentou agredir a 'novata' com uma navalha, o distinto cavalheiro tentou evitar a tragédia e acabou sendo ferido mortalmente.
A dona do bordel tratou logo de se livrar do corpo, que foi jogado numa viela distante, e tentou apaziguar a situação provocada involuntariamente pela 'novata'. Entretanto, a outra jovem não aceitou bem a situação de ter provocado a morte de seu melhor cliente e, naquela mesma noite, degolou a consulente enquanto ela dormia.
A princípio a consulente apenas sonhara que estava no bordel e que 'servia' os frequentadores da casa. Esta parte do sonho não era uma lembrança daquela vida passada, inclusive pq ela nem chegou a 'trabalhar' no tal bordel, morreu em sua primeira noite lá e nem teve chance de servir ninguém. Ela estava fora de seu corpo físico durante o sono, em corpo astral, e foi até um bordel existente na dimensão astral. Este bordel onde ela esteve na diimensão astral é o mesmo onde naquela existência ocorreu esta tragédia.
A cafetina que diriga o local foi morta pelas suas próprias garotas, às quais ela tratava muito mal, e depois de 'morta' permaneceu no local. Como geralmente acontece nessas ocasiões, a construção existente no plano físico (que possui uma duplicata etérica) se 'desprende' e passa a se situar numa região do astral, compatível com a frequência das atividades ali realizadas e dos seres a ela associados.
Havia no local, além da cafetina 'mor', várias garotas e clientes que frequentavam o bordel, que morreram e continuaram a viver na dimensão astral, 'congelados' no tempo/espaço. Efetuamos o 'resgate' desses seres, isto é, os recolhemos e encaminhamos a um local onde serão esclarecidos sobre sua situação, tendo a possibilidade de receberem auxílio e orientação para sua próxima reencarnação.
As razões que levaram a consulente a ir até o referido bordel durante o sono podem ser diversas, desde o desejo de fazer sexo até a necessidade de resgate daquelas consciências.
Entretanto, caso ela não estivesse em tratamento psicoterápico comigo, provavelmente passaria a frequentar o referido bordel durante o sono do corpo físico e acabaria sendo vampirizada pelos frequentadores do local. Em casos onde a frequência a esses locais por parte de pessoas encarnadas se prolonga por muito tempo, estas acabam frequentando o local em desdobramento inconsciente tbm (em estado de vigília) e vivem mais na dimensão astral do que na física. Frequentemte passam a levar uma vida sexual 'apática', sem muitos relacionamentos sexuais, pq criam uma espécie de 'vício' sexual em sem relacionar na dimensão astral.
Abraço.
Gelson Celistre.
Temos vários períodos de sono REM (Rapd Eye Movement), onde as sensações no sonho são mais vívidas. A maioria lembra vagamente do que sonhou, ficando gravados em nossa memória geralmente partes desconexas de vários acontecimentos e/ou lembranças.
Uma de minhas consulentes contou-me que havia tido um sonho onde ela estava num bordel. Era uma das 'garotas' da casa e 'servia' os homens que frequentavam o local, com bastante 'desenvoltura'. Durante a nossa sessão de regressão fiz com que ela relembrasse do sonho em detalhes e vimos que tratava-se em parte de eventos ocorridos em desdobramento e em parte de lembranças de uma vida passada dela.
Naquela existência ela teria sido seduzida por algum malandro e perdido sua 'virtude'. Seu pai a expulsou de casa e ela foi 'acolhida' num bordel. Em sua primeira noite no meretrício, ainda sem saber como 'funcionava' a coisa, um assíduo cliente, pessoa influente na cidade, encantou-se por ela e deixou de lado sua habitual 'acompanhante'. A garota que foi preterida ficou indignada e tentou agredir a 'novata' com uma navalha, o distinto cavalheiro tentou evitar a tragédia e acabou sendo ferido mortalmente.
A dona do bordel tratou logo de se livrar do corpo, que foi jogado numa viela distante, e tentou apaziguar a situação provocada involuntariamente pela 'novata'. Entretanto, a outra jovem não aceitou bem a situação de ter provocado a morte de seu melhor cliente e, naquela mesma noite, degolou a consulente enquanto ela dormia.
A princípio a consulente apenas sonhara que estava no bordel e que 'servia' os frequentadores da casa. Esta parte do sonho não era uma lembrança daquela vida passada, inclusive pq ela nem chegou a 'trabalhar' no tal bordel, morreu em sua primeira noite lá e nem teve chance de servir ninguém. Ela estava fora de seu corpo físico durante o sono, em corpo astral, e foi até um bordel existente na dimensão astral. Este bordel onde ela esteve na diimensão astral é o mesmo onde naquela existência ocorreu esta tragédia.
A cafetina que diriga o local foi morta pelas suas próprias garotas, às quais ela tratava muito mal, e depois de 'morta' permaneceu no local. Como geralmente acontece nessas ocasiões, a construção existente no plano físico (que possui uma duplicata etérica) se 'desprende' e passa a se situar numa região do astral, compatível com a frequência das atividades ali realizadas e dos seres a ela associados.
Havia no local, além da cafetina 'mor', várias garotas e clientes que frequentavam o bordel, que morreram e continuaram a viver na dimensão astral, 'congelados' no tempo/espaço. Efetuamos o 'resgate' desses seres, isto é, os recolhemos e encaminhamos a um local onde serão esclarecidos sobre sua situação, tendo a possibilidade de receberem auxílio e orientação para sua próxima reencarnação.
As razões que levaram a consulente a ir até o referido bordel durante o sono podem ser diversas, desde o desejo de fazer sexo até a necessidade de resgate daquelas consciências.
Entretanto, caso ela não estivesse em tratamento psicoterápico comigo, provavelmente passaria a frequentar o referido bordel durante o sono do corpo físico e acabaria sendo vampirizada pelos frequentadores do local. Em casos onde a frequência a esses locais por parte de pessoas encarnadas se prolonga por muito tempo, estas acabam frequentando o local em desdobramento inconsciente tbm (em estado de vigília) e vivem mais na dimensão astral do que na física. Frequentemte passam a levar uma vida sexual 'apática', sem muitos relacionamentos sexuais, pq criam uma espécie de 'vício' sexual em sem relacionar na dimensão astral.
Abraço.
Gelson Celistre.
sexta-feira
Um conto sem fadas
Nobres e castelos geralmente nos evocam lembranças de contos de fadas, onde o final é sempre feliz, entretanto, a realidade é sempre mais impressionante que a ficção. Nessa sessão nossa consulente acessou uma existência passada onde ela era uma mulher anã, que sobrevivia de pequenos furtos e 'golpes' em meio a uma sociedade medieval bastante rude.
Ela 'entrou' na lembrança da vida passada no momento em que empreendia uma fuga após ter sido flagrada furtando algumas coisas das barracas do mercado local, que ficava no pátio interno do castelo, quando foi perseguida e presa pela guarnição do castelo. Como não era a primeira vez que ela fazia esse tipo de coisa, resolveram dar-lhe uma 'lição', decepando-lhe uma das mãos. Depois de ter sido mutilada ela ainda ficou presa no calabouço do castelo durante algum tempo, mas como sabia ler, algo incomum para a época numa cidadã de baixa estatura social, foi encarregada de ler histórias para a filha do nobre proprietário do castelo.
Na condição de serviçal próxima à família, ouvia muitas conversas e planos do suserano, e por ter ficado com ódio de todos por conta de sua mutilação, aliou-se com um outro empregado, para o qual fornecia informações estratégicas, que as vendeu a outros nobres medievais que cobiçavam as terras de seu senhor, tendo resultado essas intrigas todas com uma invasão do castelo e a consequente morte da família de nobres, inclusive da menina para a qual a mulher anã lia os contos de fadas, e tbm dela própria, pois não tinha mais serventia para eles, os usurpadores, e não era de confiança.
A cobiça do empregado desleal, que facilitou a queda de seu suserano, fez com que ele se mantivesse preso ao castelo por vários séculos. Na dimensão astral ele ainda vive naquele castelo, pois provavelmente o pagamento pela sua traição seria a governança daquela região e a propriedade desse castelo. Enquanto a consulente me relatava o que estava vendo, ela tentava conversar comigo dizendo para que eu não acreditasse nela, temendo que ela o estivesse delatando para mim.
A família proprietária do castelo, pai, mãe e filha, estavam vagando sem destino em uma região lamacenta do astral inferior e logo que a consulente os viu nós os resgatamos e nossa equipe espiritual os levou para o hospital, pois estavam em péssimo estado de saúde. Quanto ao traidor, ficou com seu prêmio, o castelo, e será regatado oportunamente quando estiver menos 'preso' às suas posses.
Este tipo de 'regressão' tem a finalidade pricipal de resgatar esses seres, que estão ligados ao consulente carmicamente e que acabam gerando ressonâncias em sua vida atual. Com o auxílio aos seres que se encontram em sofrimento, no caso a família de nobres do castelo, cessa de incidir sobre a consulente a carga energética que eles lhe lançavam inconscientemente, mas que poderia afetá-la devido aos laços cármicos e sentimento de culpa.
Abraço.
GELSON CELISTRE
(51) 9394-6023
Ela 'entrou' na lembrança da vida passada no momento em que empreendia uma fuga após ter sido flagrada furtando algumas coisas das barracas do mercado local, que ficava no pátio interno do castelo, quando foi perseguida e presa pela guarnição do castelo. Como não era a primeira vez que ela fazia esse tipo de coisa, resolveram dar-lhe uma 'lição', decepando-lhe uma das mãos. Depois de ter sido mutilada ela ainda ficou presa no calabouço do castelo durante algum tempo, mas como sabia ler, algo incomum para a época numa cidadã de baixa estatura social, foi encarregada de ler histórias para a filha do nobre proprietário do castelo.
Na condição de serviçal próxima à família, ouvia muitas conversas e planos do suserano, e por ter ficado com ódio de todos por conta de sua mutilação, aliou-se com um outro empregado, para o qual fornecia informações estratégicas, que as vendeu a outros nobres medievais que cobiçavam as terras de seu senhor, tendo resultado essas intrigas todas com uma invasão do castelo e a consequente morte da família de nobres, inclusive da menina para a qual a mulher anã lia os contos de fadas, e tbm dela própria, pois não tinha mais serventia para eles, os usurpadores, e não era de confiança.
A cobiça do empregado desleal, que facilitou a queda de seu suserano, fez com que ele se mantivesse preso ao castelo por vários séculos. Na dimensão astral ele ainda vive naquele castelo, pois provavelmente o pagamento pela sua traição seria a governança daquela região e a propriedade desse castelo. Enquanto a consulente me relatava o que estava vendo, ela tentava conversar comigo dizendo para que eu não acreditasse nela, temendo que ela o estivesse delatando para mim.
A família proprietária do castelo, pai, mãe e filha, estavam vagando sem destino em uma região lamacenta do astral inferior e logo que a consulente os viu nós os resgatamos e nossa equipe espiritual os levou para o hospital, pois estavam em péssimo estado de saúde. Quanto ao traidor, ficou com seu prêmio, o castelo, e será regatado oportunamente quando estiver menos 'preso' às suas posses.
Este tipo de 'regressão' tem a finalidade pricipal de resgatar esses seres, que estão ligados ao consulente carmicamente e que acabam gerando ressonâncias em sua vida atual. Com o auxílio aos seres que se encontram em sofrimento, no caso a família de nobres do castelo, cessa de incidir sobre a consulente a carga energética que eles lhe lançavam inconscientemente, mas que poderia afetá-la devido aos laços cármicos e sentimento de culpa.
Abraço.
GELSON CELISTRE
(51) 9394-6023
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