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quarta-feira

Obsessão provocando desdobramento inconsciente

A consulente possui mediunidade ostensiva e embora não participe ativamente de nenhum trabalho mediúnico, sente a presença de seres ao seu redor e é influenciada por eles, chegando isto a lhe causar sérios transtornos psicológicos e emocionais, tendo a mesma recorrido à medicina terrena (psiquiatria) e chegando a se tratar com remédios 'fortes'. Nesta sessão acessamos três vidas passadas dela e em todas havia espíritos que conviveram com ela naquelas existência ligados a ela no presente (obsessão).
Na primeira vida passada acessada a consulente era uma mulher grávida, cujo marido era bêbado e a agredia constantemente. Após uma surra ela perdeu a criança e veio a falecer. Após a morte foi socorrida e e levada para um hospital no astral.. O espírito que fora esse seu marido estava estagiando na subcrosta astral, juntamente com outro espírito de uma mulher que fora sua amante naquela existência e que foi a causa dele ter matado a esposa, era uma região de vibração muito baixa, onde os seres são todos deformados e horripilantes. Efetuamos o resgate do casal e eles foram levados para o mesmo hospital em que a consulente havia sido levada. Pedi para que ela acompanhasse seu ex-marido e a amante até lá para ver como eram a coisas lá. Lá chegando ela encontrou vários familiares seus já falecidos, da vida atal, e entabulou diálogo com eles, que a orientaram e demonstraram seu apoio.
A segunda vida passada acessada foi na época da Idade Média, onde a consulente era então um homem que teve sua família morta por um grupo de soldados e que saiu enfurecido à caça dos assassinos. Ao encontrar o grupo de soldados que haviam matado sua família ele lutou e matou vários deles, mas foi morto por um cavaleiro montado, que lhe golpeou com uma espada pelas costas. Ligado a essa vida da consulente estava uma aldeia de camponeses onde ocorreu essa luta e nela havia vários espíritos que lá habitavam e que depois de morrer permaneceram vivendo na contra-parte etérica da aldeia, que se 'soltou' da região geográfica a que estava ligada e ficou plasmada na dimensão astral. Recolhemos os seres que lá estavam e 'desmanchamos' o local.
Na terceira e mais complicada vida passada da consulente ela era um garoto de cerca de 11 anos que foi sequestrado por um homem, que o levou num trem a vapor para um local distante de onde ele residia, tendo sofrido abuso sexual seguido de morte. Naquela existência o menino não percebeu que havia morrido e entidades 'cinzentas' (de baixa vibração, seres ruins) o aliciaram para atividades menos nobres no astral inferior. O espírito daquele homem estava obsidiando a consulente atualmente. A proximidade deste ser estava provocando o desdobramento inconsciente da consulente com a personalidade daquela existência (se desdobrava como um menino) e quando isso ocorria o tal ser a amedrontava e violentava novamente.
Ao invés de apenas retirar o ser de perto dele, fizemos com que ela enfrentasse o obsessor, transformando-se no desdobramento de um menino indefeso a uma mulher forte e decidida, que subjugou o tal ser antes dele ser levado para 'tratamento'.
Situações com essa são comuns, onde a presença de antigo desafeto provoca o desdobramento inconsciente da pessoa com a personalidade de uma vida passada. Se isto não for tratado a pessoa passa a viver em constante estado de angústia e depressão, que frequentemente evolui para síndrome do pânico ou patologias mais graves.
Abraço.

Gelson Celistre.

segunda-feira

Desenvolvimento da mediunidade

Muitas pessoas possuem mediunidade em algum grau próximo de produzir fenômenos ostensivos, como ver/ouvir espíritos e ter algumas sensações físicas (arrepios, frio, calor, etc.), em graus variados. Tbm é comum pessoas assim não serem espíritas ou mesmo sendo, não 'atuarem' em casas espírtas como médiuns.
Frequentemente estas pessoas ouvem que precisam 'desenvolver' a mediunidade mas a grande maioria não, tem a mínima idéia de como proceder para se 'desenvolver'.´
Já tratamos várias pessoas que nos procuram para fazer TVP e que possuem faculdades mediúnicas mais ou menos 'ativas' e que na maioria das vezes são as responsáveis por grande parte dos problemas que as trazem a nós.
É comum nas sessões de tratamento dessas pessoas efetuarmos desobsessões e resgates de entidades ligadas ao consulente, desta e de outras vidas. Nestas ocasiões estamos na realidade propiciando ao consulente que realize o trabalho mediúnico que 'deveria' fazer, a fim de ver cumprida sua 'missão' mediúnica. Mas vamos esclarecer que essa 'missão' é apenas um trabalho que a pessoa precisa realizar, para o seu próprio bem-estar, e que envolve outros seres ligados a ela carmicamente. As pessoas costumam interpretar que a tal 'missão' significam que elas são espíritos 'missionários', com um grau de evolução superior aos demais e que vieram aqui para 'resgatar' outras. Pessoas com um pseudo-conhecimento espírita costumam dizer que sua 'missão' é cuidar do fulano ou do cicrano, que geralmente são pessoas ligadas a elas (maridos, esposas, filhos, etc.) e que tbm 'suportam' muitas situações por este ser o seu 'karma', revelando tbm um desconhecimento sobre esta Lei maior.
Pessoas com o perfil de 'médiuns a desenvolver' e que possuem, geralmente, compromissos espirituais a resgatar, mas que pelas conjunturas de suas vidas não estão exercendo a mediunidade ativamente, propiciando assim a quitação de seus débitos cármicos, ao tentar fazer uma regressão, podem se ver diante de situações de 'trabalho mediúnico', pois a espiritualidade aproveita esta momento onde ela está buscando algo espiritual para lhe demonstrar qual o caminho a seguir.
Estamos tratando uma mulher com estas características, que possui um grau de mediunidade próximo do 'ostensivo', mas que tem 'medo' da mediunidade, outra coisa tbm muito comum nessas pessoas. O medo que essas pessoas possuem geralmente está associado ao fato de em vidas anteriores terem fracassado nessa 'missão', ou seja, nasceram com mediunidade e fizeram dela um uso errado, pois ao invés de utilizarem para o auxilio dos outros seres, vivos ou mortos, a usaram para proveito próprio de modo egoísta, frequentemente se envolvendo com magia negra.
Esta consulente já fez algumas sessões que seriam de regressão, mas o que conseguimos fazer foi resgates de entidades ligadas a ela por laços cármicos. Ao invés de ir para o 'jardim', nossa base para as explorações extra-físicas de de vidas passadas, a consulente, quando desdobrada, passa a sintonizar com as energias que a rodeiam, percebe cenas que tem a ver com a 'morte' dos espíritos que a circundam, e então efetuamos o 'resgate' como num trabalho de socorro mediúnico, ao estilo de nossos atendimentos em sessões de apometria. Quando a densidade das energias que envolvem o consulente é muito forte, somente depois de vários resgates semelhantes é que ele vai conseguir 'chegar' ao jardim e tratar algo especificamente seu. Nesse ínterim, vamos aliviando o karma do consulente e o ajudando a desenvolver a mediunidade, explicando o que ocorreu, fazendo-o ver que não há razão para o 'medo' da mediunidade, etc., e o mais importante, fazendo-o 'trabalhar', pois desenvoler a mediunidade não é apenas a pessoa começar a ver ou sentir os seres extra-físicos, é saber o que está vendo e o que fazer com isso.
Abraço.

sexta-feira

Um conto sem fadas

Nobres e castelos geralmente nos evocam lembranças de contos de fadas, onde o final é sempre feliz, entretanto, a realidade é sempre mais impressionante que a ficção. Nessa sessão nossa consulente acessou uma existência passada onde ela era uma mulher anã, que sobrevivia de pequenos furtos e 'golpes' em meio a uma sociedade medieval bastante rude.
Ela 'entrou' na lembrança da vida passada no momento em que empreendia uma fuga após ter sido flagrada furtando algumas coisas das barracas do mercado local, que ficava no pátio interno do castelo, quando foi perseguida e presa pela guarnição do castelo. Como não era a primeira vez que ela fazia esse tipo de coisa, resolveram dar-lhe uma 'lição', decepando-lhe uma das mãos. Depois de ter sido mutilada ela ainda ficou presa no calabouço do castelo durante algum tempo, mas como sabia ler, algo incomum para a época numa cidadã de baixa estatura social, foi encarregada de ler histórias para a filha do nobre proprietário do castelo.
Na condição de serviçal próxima à família, ouvia muitas conversas e planos do suserano, e por ter ficado com ódio de todos por conta de sua mutilação, aliou-se com um outro empregado, para o qual fornecia informações estratégicas, que as vendeu a outros nobres medievais que cobiçavam as terras de seu senhor, tendo resultado essas intrigas todas com uma invasão do castelo e a consequente morte da família de nobres, inclusive da menina para a qual a mulher anã lia os contos de fadas, e tbm dela própria, pois não tinha mais serventia para eles, os usurpadores, e não era de confiança.
A cobiça do empregado desleal, que facilitou a queda de seu suserano, fez com que ele se mantivesse preso ao castelo por vários séculos. Na dimensão astral ele ainda vive naquele castelo, pois provavelmente o pagamento pela sua traição seria a governança daquela região e a propriedade desse castelo. Enquanto a consulente me relatava o que estava vendo, ela tentava conversar comigo dizendo para que eu não acreditasse nela, temendo que ela o estivesse delatando para mim.
A família proprietária do castelo, pai, mãe e filha, estavam vagando sem destino em uma região lamacenta do astral inferior e logo que a consulente os viu nós os resgatamos e nossa equipe espiritual os levou para o hospital, pois estavam em péssimo estado de saúde. Quanto ao traidor, ficou com seu prêmio, o castelo, e será regatado oportunamente quando estiver menos 'preso' às suas posses.
Este tipo de 'regressão' tem a finalidade pricipal de resgatar esses seres, que estão ligados ao consulente carmicamente e que acabam gerando ressonâncias em sua vida atual. Com o auxílio aos seres que se encontram em sofrimento, no caso a família de nobres do castelo, cessa de incidir sobre a consulente a carga energética que eles lhe lançavam inconscientemente, mas que poderia afetá-la devido aos laços cármicos e sentimento de culpa.
Abraço.

GELSON CELISTRE
(51) 9394-6023

quinta-feira

Paixão, loucura, escravos, magia negra, drogas, mediunidade

Foi a primeira sessão com essa consulente, que possui mediunidade aflorada e que rapidamente chegou ao jardim e já sintonizou com uma vida passada. A consulente está em estado depressivo há bastante tempo, tratando-se inclusive com medicamentos e com acompanhamento psiquátrico. Ela acessou inicialmente a penúltima existência antes da vida atual, depois a última, e depois algumas outras em época bastante anterior, tendo no final retornado a um momento no astral depois da sua morte na última encarnação antes da atual que ela não tinha lembrado antes. No final juntamos as peças e confirmamos com um dos membros da equipe espiritual que se encontrava no jardim a ordem 'cronológica' das vidas acessadas.
Inicialmente ela viu-se em frente a um prédio, um hospício, onde ela era uma interna. Ela tinha a percepção de que não era louca, mas que estava totalmente apática, sendo-lhe indiferente viver ou morrer. Usando este ponto como referência fizemos ela voltar mais naquela vida para descobrirmos o motivo dela estar ali internada.
Era filha de uma família muito rica e envolveu-se com o jardineiro, resultando desse paixão uma gravidez. Seus pais descobriram e, para evitar um 'escândalo', deram um 'sumiço' no rapaz e arrumaram uma maneira de fazer um aborto. Chamaram um médico e disseram a ela que ele veio para examiná-la a fim de verificar se estava tudo bem, mas o que ele fez foi dopá-la e provocar um aborto. Quando ela acordou e percebeu o que houve teve uma forte crise nervosa e foi internada num manicômio, como perdera a razão de viver tornou-se apática e morreu velha nesse local.
Foi levada para um hospital no astral mas nem sabia que havia morrido e permaneceu nesse estado ainda por muito tempo, até que o rapaz por quem se apaixonara, o tal jardineiro, apareceu em seu quarto com um bebê no colo, dizendo que era a filha deles (a que foi abortada).
Ela ficou ainda confusa pois sabia que a criança não poderia estar daquele tamanho, mas depois acabou aceitando a situação e foi morar com o rapaz e a menina numas casinhas que haviam junto ao hospital onde se encontrava.
Depois de um tempo foi para um local maior, uma colônia, onde estudou sobre religiões diversas, budismo, cristianismo, espiritismo kardecista, etc. e principalmente, segundo ela, a umbanda, pq tinha muito preconceito com esta religião então estudou mais. Após algum tempo estudando isso, foi encaminhada para um local onde se preparou para a reencarnação. Foi-lhe informado que na próxima existência ela encontraria aqueles espíritos que foram seus pais na vida anterior e ela se revoltou com isso, não querendo reencarnar. Entretanto, teve que reencarnar a contra-gosto mesmo.
Nasceu numa família muito pobre, numa região montanhosa onde caía muita neve. Seus pais eram muito pobres e viviam mendigando comida, mesmo assim ainda passavam fome. Quando ela era ainda criança, apareceu um casal e seus pais a deram para que fosse criada por eles. Eles a tratavam muito bem mas ela era uma criança rebelde e segundo suas próprias palavras 'deu muito trabalho pra eles'. De fato, desencarnou com 17 anos vítima de overdose. Apareceu-lhe o espírito de uma moça loira jovem e lhe ofereceu ajuda, que ela recusou. Queria se drogar mais. Vagou sem rumo muito tempo no umbral até que alguns outros espíritos lhe ensinaram como vampirizar os encarnados, o que ela passou a fazer. Disseram-lhe que era só ela chegar bem perto das pessoas e dizer no ouvido delas o que ela queria que eles fizessem. Ela disse que a princípio não conseguia mas com a prática se tornou fácil isso, só não dando certo com pessoas que não eram viciadas pois ela tentara influenciar esses tbm sem êxito. Ela permaneceu nessa vida até que seus pais adotivos desencarnaram e vieram resgatá-la que, estando já muito desgastada, acabou aceitando ajuda, tendo sido levada para um hospital. Esse casal que a adotou nesta vida eram os mesmos espíritos que na vida anterior a essa eram seus pais biológicos, os que a internaram no hospício.
Nesse ponto a consulente 'pulou' para uma vida onde nasceu como filha de um fazendeiro de café, aqui no Brasil, ainda na época da escravidão. Ela tinha 'pena' dos negros e cuidavo dos doentes e feridos, tendo até se envolvido com um deles, que acabou sendo surrado no tronco e veio a falecer. Ela ainda teve tempo de retirá-lo com vida do tronco e cuidar dele na senzala antes dele morrer, tendo inclusive ficado presa com os negros na senzala pq seu pai não aprovava essa dedicação que ela tinha pelos escravos.
Passado algum tempo ela foi dada em casamento a um outro fazendeiro, bem mais velho que ela, de quem teve três filhos, dois homens e uma mulher. Ele morreu bem antes dela, que ficou tomando conta da fazenda, não permitindo que os negros fossem surrados. Ela demonstrou uma certa decepção consigo mesma por não ter libertado os escravos quando lembrou dessa parte daquela vida. Quando morreu nesse existência foi para um hospital no astral onde permaneceu por muito pouco tempo, tendo logo em seguida ido trabalhar num posto de socorro que atendia os espíritos de escravos negros mortos. Ficou lá por muito tempo mas foi 'convidada' a sair pq precisava reencarnar, tendo sido levada novamente ao local onde se preparara para reencarnar. Como tinha adquirido algum crédito, solicitou nascer como negra, para poder ajudar mais os escravos pois como branca não tinha feito muito por eles. Foi-lhe concedido este pedido e ela então nasceu como um homem negro, escravo, e com uma deformidade numa das pernas, que o impedia de trabalhar nas lavouras. Como tinha muito conhecimento de ervas, ele cuidava dos negros doentes e vivia numa palhoça à parte da senzala, fazia as vezes de curandeiro. Morreu de velhice.
Quando morreu nessa existência foi para uma colônia no astral onde só haviam negros, viveu lá por muito tempo, aprendendo tudo sobre a cultura africana, a magia, os orixás, etc. No momento de reencarnar queria novamente ser negro mas lhe disseram que ela precisava aprender sobre outras culturas tbm e não permitiram.
Sua próxima encarnação foi na região asiática, onde ainda criança, um menino, foi entregue por seus pais num monastério, onde lhe rasparam a cabeça e onde ela passou toda sua vida. Ela detestava as repetições de orações e mantras, etc. Foi uma vida, segundo a visão dela mesma, totalmente inútil, pois ela queria ter nascido negra. Ao desencarnar voltou para a mesma colônia de negros e mais uma vez pediu para nascer como um negro, pois queria muito ajudar os negros.
Nasceu mulher, negra, numa época onde já não javia mais escravidão. Era conhecedora da magia e do poder curativo das plantas. Curava as pessoas e muitas delas, agradecidas, lhe davam presentes e dinheiro. Isso lhe despertou a cobiça e ela começou a fazer todo tipo de feitiço, magia negra, para todos os fins. Segundo ela era muito bem sucedida pq havia seres muito trevosos que a auxiliavam no astral. Ficou muito rica e era mãe-de-santo. Quando morreu continuou a trabalhar no astral usando suas filhas, que uma após a morte da outra, eram 'promovidas' à condição de chefe do terreiro. Ela foi ficando 'conhecida' no baixo astral, ou em suas palavras, estava ficando 'muito forte', o que despertou a atenção de um outro ser trevoso, mais poderoso que ela, que a aprisionou e tomou para si os seres que a auxiliavam. Ficou muito tempo presa por este outro ser até que sonhou com a colônia de negros onde tinha estado, reconheceu os erros que cometeu, lembrou que estudou magia para auxiliar e acabou fazendo o mal a muita gente. Arrependeu-se e caiu em prantos. Novamente lhe apareceu aquela jovem moça loira lhe oferecendo ajuda e ela aceitou, tendo sido resgatada e levada para um hospital.
Nesse ponto a consulente embaralhou mais uma vez as lembranças, tendo 'pulado' para o que aconteceu com ela na vida onde era morreu de overdose. Estava fora de si e agredia a todos que encontrava, senão havia ninguém agredia a si própria. Foi colocada num quarto com as paredes e o chão acolchoados para não machucar a si mesma, onde havia sempre uma música suave tocando e onde lhe era administrado um tramento cromoterápico, ficando um tempo uma luz de uma cor, depois outra, etc. Não escutava ninguém, tendo permanecido assim muito tempo, até que a moça loira que a socorreu veio conversar com ela, que começou a melhorar. Foi transferida para um quarto 'normal', depois passou a frequentar uma sala onde haviam outros jovens como ela que tinham passado pelo mesmo problema com drogas. Aós algum tempo acabou reconhecendo que precisava de ajuda e foi encaminhada para o setor de reencarnação. Sua próxima existência foi a vida atual.
Fizemos uma checagem para verificar se dessas vidas que ela acessou, não haveria algum ser que pudesse estar ainda vivendo uma situação de passado no astral ou então algum outro que convivera com ela e que estivesse em condições de ser resgatado, caso estivesse no astral e precisando.
Foram resgatados oito negros 'escravos', cinco pessoas dementes (do hospício) e uma sala cheia de drogados. Reunimos todos e os levamos para o jardim, onde uma equipe médica já os aguardava.
Pedimos à consulente que conversasse com algum deles para confirmar a ordem das vidas dela pois percebemos que ela não estava seguindo uma ordem 'cronológica' e este amigo confirmou nossas suspeitas, afirmando que ela pulara muitas outras vidas pq tinha 'medo', pois ela tivera outras vidas onde tinha mediunidade e se bloqueava, com medo de novamente usar de maneira errada essa mediunidade.
Observem que na penúltima encarnação antes da vida atual ela fora estudar religiões e deteve-se principalmente no estudo da Umbanda pq tinha preconceito, justamente pq abusara do conhecimento que tinha quando numa vida passada fora mãe-de-santo e fizera muita magia negra. Isso é comum em muitos médiuns, muitos são reincidentes em abusar do intercâmbio com a dimensão astral e ficam com medo de exercer seu mandato mediúnico e errar novamente, agravando seu carma.
Abraços.

GELSON CELISTRE
(51) 9394-6023

terça-feira

Os tipos de karma

O karma pode ser dividido em quatro categorias: passado, presente, imediato e futuro.
karma passado (sanchita) - correspondente ao karma acumulado em nossas vidas passadas e ainda não processado, isto é, ainda não está sendo resgatado.
karma presente (prarabdha) - correspondente ao karma que está sendo processado, ou seja, gerado em vidas passadas e que estamos resgatando atualmente nesta encarnação.
karma imediato (kryiamana) - correspondente ao karma gerado e processado na vida atual, é aquele onde o intervalo de tempo entre a causa e o efeito se dá na mesma encarnação, ou seja é gerado e resgatado numa mesma vida.
karma futuro (agama) - correspondenteao karma gerado na vida atual mas que vai ser resgatado numa vida futura, ou seja, vai virar um karma do tipo Sanchita.
O karma passado acumulado (sanchita) é processado lentamente e pode ser modificado, porque as ações que adotamos no presente também vão sendo acumuladas no reservatório kármico, neutralizando ou agravando os efeitos das causas ali armazenadas.
O karma atual (prarabdha) é aquele destacado do reservatório (sanchita) para ser eliminado ou resgatado, sendo que para a grande maioria das pessoas aqui na Terra ele é gerado automaticamente pela Lei do Karma, ou seja, a pessoa não tem nenhuma ingerência sobre onde vai nascer, quem vão ser seus pais, com que espíritos ela vai conviver, etc. O karma presente (prarabdha) por sua vez se subdivide em 3 tipos:
  • Uma maior parte fixa e inevitável, que não pode ser alterada.
  • Uma parte que pode ser mudada e evitada, embora exija um grande esforço de vontade ou uma grande expansão de consciência.
  • E uma pequena parte variável, que pode ser alterada dependendo de outras ações adicionadas ao karma acumulado e de interações com o karma coletivo. Este depende do karma familiar, nacional, etc., e da relação entre estes e o nosso karma individual.
A Lei do Karma não tem uma função punitiva como pode parecer a princípio mas sim visa harmonizar as energias que existem no universo, onde a cada ação corresponde uma reação igual e contrária. Quem define qual karma vai ser retirado do reservatório sanchita e transformado em prarabdha, ou seja, quem decide qual karma vamos resgatar em uma encarnação são entidades de alta hierarquia espiritual, arcanjos, que estão muito acima da nossa capacidade de compreensão. Entretanto, são seres que escolhem sempre a melhor opção para que nós tenhamos um melhor aproveitamento de nossa existência levando em consideração nossas fraquezas e limitações. Sempre agem no sentido de nos causar menos sofrimento. São seres cheios de compaixão por nós, seus irmãos de jornada em estágio inferior, mas que possuem um senso de justiça correto e em pleno acordo com as leis universais.
O livre-arbítrio é uma conquista do espírito e é proporcional ao seu grau evolutivo. À medida que formos evoluindo, e isso não é algo que se consiga nesta mesma vida ou dessa para uma próxima, teremos condições de escolher que tipo de karma iremos resgatar em determinada vida, e iremos tendo cada vez mais 'controle' sobre nossas encarnações. Atualmente entretanto, somos levados pelo nosso primitivismo espiritual e não temos como evitar a maior parte dos acontecimentos de nossa vida.
As boas ações que efetuamos, isto é, quando agimos caritativamente em prol de nossos irmãos, estamos acumulando karma positivo em nosso reservatório (sanchita) e reduzindo nosso saldo devedor na balança cósmica, propiciando inclusive a alteração da parte do nosso karma atual (prarabdha) que pode ser modificada pela interação com o karma coletivo. Talvez Allan Kardec, ao escolher como máxima do Espiritismo o lema “fora da caridade não há salvação” tivesse em mente essa possibilidade, conhecedor que era da situação evolutiva da humanidade atual.
As más ações que cometemos ao longo de nossas inúmeras existências causam um efeito negativo em nosso conjunto de corpos ou veículos de manifestação (corpos etérico, astral, mental, etc.) que fazem com que tenhamos mais sensibilidade às energias de outros planos dimensionais. Esta sensibilidade, que é popularmente conhecida como mediunidade, pode ir desde sentir-se um mal-estar na presença de alguma pessoa ou em determinado local até a pessoa ver e ouvir claramente os seres que vivem em outra dimensão, como a astral, os chamados espíritos. Esta sensibilidade é agravada enormemente se no passado tenhamos utilizado mal as energias da natureza, para fins egoísticos e maléficos, isto é, se tivermos nos utilizado de magia negra.
Além disso, precisamos considerar que todos nós estamos interligados uns aos outros. Temos um fio que nos une a cada ser que já se relacionou de alguma forma conosco, nem que tenha sido por um segundo apenas, esteja este ser vivendo em um corpo físico ou astral. Disso resulta que trocamos energias com todos estes seres e também com aqueles que 'vibram' na mesma frequência que nós, com todos que têm pensamentos e sentimentos semelhantes no mundo todo.
Através da Terapia de Vidas Passadas – TVP podemos reduzir o nosso carma acumulado acessando frequências de vidas passadas e ressignificando eventos, trabalhando energias desarmônicas, ‘resgatando’ consciências que conviveram conosco e que se encontram ‘aprisionadas’ em dimensões astrais e que estão ‘transmitindo’ para nós, devido a ligações existentes entre elas e nós, seu estado de sofrimento e perturbação. Isso sem falar no entendimento que passamos a ter sobre nossa própria existência, descobrimos os 'porquês' de muitas situações que nos causam aflição às vezes, os motivos das antipatias entre colegas de trabalho, de medos e fobias, traços de nossa personalidade, dos encontros e desencontros amorosos, das brigas familiares, etc.

GELSON CELISTRE