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sexta-feira

Um conto sem fadas

Nobres e castelos geralmente nos evocam lembranças de contos de fadas, onde o final é sempre feliz, entretanto, a realidade é sempre mais impressionante que a ficção. Nessa sessão nossa consulente acessou uma existência passada onde ela era uma mulher anã, que sobrevivia de pequenos furtos e 'golpes' em meio a uma sociedade medieval bastante rude.
Ela 'entrou' na lembrança da vida passada no momento em que empreendia uma fuga após ter sido flagrada furtando algumas coisas das barracas do mercado local, que ficava no pátio interno do castelo, quando foi perseguida e presa pela guarnição do castelo. Como não era a primeira vez que ela fazia esse tipo de coisa, resolveram dar-lhe uma 'lição', decepando-lhe uma das mãos. Depois de ter sido mutilada ela ainda ficou presa no calabouço do castelo durante algum tempo, mas como sabia ler, algo incomum para a época numa cidadã de baixa estatura social, foi encarregada de ler histórias para a filha do nobre proprietário do castelo.
Na condição de serviçal próxima à família, ouvia muitas conversas e planos do suserano, e por ter ficado com ódio de todos por conta de sua mutilação, aliou-se com um outro empregado, para o qual fornecia informações estratégicas, que as vendeu a outros nobres medievais que cobiçavam as terras de seu senhor, tendo resultado essas intrigas todas com uma invasão do castelo e a consequente morte da família de nobres, inclusive da menina para a qual a mulher anã lia os contos de fadas, e tbm dela própria, pois não tinha mais serventia para eles, os usurpadores, e não era de confiança.
A cobiça do empregado desleal, que facilitou a queda de seu suserano, fez com que ele se mantivesse preso ao castelo por vários séculos. Na dimensão astral ele ainda vive naquele castelo, pois provavelmente o pagamento pela sua traição seria a governança daquela região e a propriedade desse castelo. Enquanto a consulente me relatava o que estava vendo, ela tentava conversar comigo dizendo para que eu não acreditasse nela, temendo que ela o estivesse delatando para mim.
A família proprietária do castelo, pai, mãe e filha, estavam vagando sem destino em uma região lamacenta do astral inferior e logo que a consulente os viu nós os resgatamos e nossa equipe espiritual os levou para o hospital, pois estavam em péssimo estado de saúde. Quanto ao traidor, ficou com seu prêmio, o castelo, e será regatado oportunamente quando estiver menos 'preso' às suas posses.
Este tipo de 'regressão' tem a finalidade pricipal de resgatar esses seres, que estão ligados ao consulente carmicamente e que acabam gerando ressonâncias em sua vida atual. Com o auxílio aos seres que se encontram em sofrimento, no caso a família de nobres do castelo, cessa de incidir sobre a consulente a carga energética que eles lhe lançavam inconscientemente, mas que poderia afetá-la devido aos laços cármicos e sentimento de culpa.
Abraço.

GELSON CELISTRE
(51) 9394-6023

quarta-feira

Perigos de uma regressão mal-feita

Atendemos emergencialmente uma mulher que nos procurou por estar se sentindo muito mal após ter feito uma regressão no dia anterior (com outro terapeuta). Não houve uma conversa preliminar antes dela ter feito a regressão onde lhe explicassem o que poderia ocorrer ou o que ela provavelmente veria. Tbm depois da sessão não houve nenhum tipo de explicação para ela sobre o que foi acessado. Ela ligou para a terapeuta que atendeu por estar se sentindo mal e a resposta que obteve foi a de que isso era 'normal' e que ela poderia sentir-se assim durante uma semana.
Nossa intenção em relatar isso não é no sentido de denegrir a imagem de quem a atendeu, mas sim, de alertar aos terapeutas e pessoas interessadas em fazer regressão a vidas passadas que a simples lembrança de uma vida anterior não 'cura' ninguém. É preciso que seja explicado para a pessoa que se submeteu à regressão o que foi que ela acessou, qual a relação disso com a sua vida atual, etc.
E tbm é preciso salientar que situações relembradas que envolvem situações traumáticas ou violentas, geralmente provocam uma sintonia com regiões da dimensão astral onde um ou vários seres podem estar ainda apegados, vivendo em sofrimento e agonia constantes. Situações dolorosas ficam com uma carga emocional agregada muito forte e se houver numa situação dessas seres que não reencarnaram, a consciência deles mantém esta situação na dmensão astral, perpetuando seu sofrimento e mantendo ligados a ele outros seres que podem até estar reencarnados, mas que ficam com parte de sua consciência sinotnizada naquela situção, trazendo para a vida atual todo o sentimento e angśutia dos seres que lá se encontram, Este foi o caso em questão. A consulente na outra regressão que fez acessou uma frequência de passado onde era carceceiro em uma série de cavernas onde havia muitas pessoas acorrentadas às paredes, em estado de saúde deplorável, sem receber alimentação adequada ou outro tipo de cuidado.
O que fizemos fo levá-la de volta àquele local para efetuar o resgate daqueles espíritos sofredores, alguns até estão reencarnados hoje e são pessoas de suas relações. Pedimos a ela que libertasse pessoalmente todos os que estavam aprisionados ali e depois desmanchamos o local no astral. Dali ela foi conduzida para o jardim que mantemos no astral para utilizar como base para as regressões que fazemos, deixamos que ela ficasse lá algum tempo, até que estivesse se sentindo bem, harmonizada, e depois a trouxemos de volta.
Para se conduzir uma pessoa por suas vidas passadas não basta apenas induzir-lhe a relaxar e ficar apenas escutando o que ela diz, é preciso ter conhecimento da realidade astral e condições de resolver as situações que possam surgir.
Para este tipo de trabalho é indispensável o auxilio da espiritualidade superior pois em casos como esse, que não são raros, as pessoas acabam saindo da regressão com muito mais problemas do que tinham. Levantar o véu do passado pode ser um caminho para o auto-conhecimento e a 'cura' de vários problemas emocionais e até fisiológicos, mas tbm pode ser um atalho para muitas dores de cabeça, quando o processo é mal conduzido.

Abraços.

Gelson Celistre.