Muitas pessoas tem sonhos que na verdade são lembranças de fatos ocorridos em suas vidas passadas. Isto ocorre pq as energias envolvidas naquela existência de alguma forma estão encontrando uma ressonância, um eco, na vida atual da pessoa. Essas lembranças tanto podem se relacionar a eventos agradáveis quanto a traumas vividos. Por vezes se misturam lembranças de vidas passadas com fatos vividos em desdobramento durante o sono do corpo físico.
Temos vários períodos de sono REM (Rapd Eye Movement), onde as sensações no sonho são mais vívidas. A maioria lembra vagamente do que sonhou, ficando gravados em nossa memória geralmente partes desconexas de vários acontecimentos e/ou lembranças.
Uma de minhas consulentes contou-me que havia tido um sonho onde ela estava num bordel. Era uma das 'garotas' da casa e 'servia' os homens que frequentavam o local, com bastante 'desenvoltura'. Durante a nossa sessão de regressão fiz com que ela relembrasse do sonho em detalhes e vimos que tratava-se em parte de eventos ocorridos em desdobramento e em parte de lembranças de uma vida passada dela.
Naquela existência ela teria sido seduzida por algum malandro e perdido sua 'virtude'. Seu pai a expulsou de casa e ela foi 'acolhida' num bordel. Em sua primeira noite no meretrício, ainda sem saber como 'funcionava' a coisa, um assíduo cliente, pessoa influente na cidade, encantou-se por ela e deixou de lado sua habitual 'acompanhante'. A garota que foi preterida ficou indignada e tentou agredir a 'novata' com uma navalha, o distinto cavalheiro tentou evitar a tragédia e acabou sendo ferido mortalmente.
A dona do bordel tratou logo de se livrar do corpo, que foi jogado numa viela distante, e tentou apaziguar a situação provocada involuntariamente pela 'novata'. Entretanto, a outra jovem não aceitou bem a situação de ter provocado a morte de seu melhor cliente e, naquela mesma noite, degolou a consulente enquanto ela dormia.
A princípio a consulente apenas sonhara que estava no bordel e que 'servia' os frequentadores da casa. Esta parte do sonho não era uma lembrança daquela vida passada, inclusive pq ela nem chegou a 'trabalhar' no tal bordel, morreu em sua primeira noite lá e nem teve chance de servir ninguém. Ela estava fora de seu corpo físico durante o sono, em corpo astral, e foi até um bordel existente na dimensão astral. Este bordel onde ela esteve na diimensão astral é o mesmo onde naquela existência ocorreu esta tragédia.
A cafetina que diriga o local foi morta pelas suas próprias garotas, às quais ela tratava muito mal, e depois de 'morta' permaneceu no local. Como geralmente acontece nessas ocasiões, a construção existente no plano físico (que possui uma duplicata etérica) se 'desprende' e passa a se situar numa região do astral, compatível com a frequência das atividades ali realizadas e dos seres a ela associados.
Havia no local, além da cafetina 'mor', várias garotas e clientes que frequentavam o bordel, que morreram e continuaram a viver na dimensão astral, 'congelados' no tempo/espaço. Efetuamos o 'resgate' desses seres, isto é, os recolhemos e encaminhamos a um local onde serão esclarecidos sobre sua situação, tendo a possibilidade de receberem auxílio e orientação para sua próxima reencarnação.
As razões que levaram a consulente a ir até o referido bordel durante o sono podem ser diversas, desde o desejo de fazer sexo até a necessidade de resgate daquelas consciências.
Entretanto, caso ela não estivesse em tratamento psicoterápico comigo, provavelmente passaria a frequentar o referido bordel durante o sono do corpo físico e acabaria sendo vampirizada pelos frequentadores do local. Em casos onde a frequência a esses locais por parte de pessoas encarnadas se prolonga por muito tempo, estas acabam frequentando o local em desdobramento inconsciente tbm (em estado de vigília) e vivem mais na dimensão astral do que na física. Frequentemte passam a levar uma vida sexual 'apática', sem muitos relacionamentos sexuais, pq criam uma espécie de 'vício' sexual em sem relacionar na dimensão astral.
Abraço.
Gelson Celistre.
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Passado vivo
Nesta sessão a consulente acessou uma vida passada onde ela era uma moça cega que vivia num orfanato mantido por uma organização religiosa (freiras). Ela já era adulta mas como não tinha para onde ir, vivia ali junto das crianças, auxiliando no que podia, fazendo companhia, contando histórias para elas, etc. Ela se viu cercada por todas aquelas crianças alegres brincando ao redor dela.
A princípio ela mesma pensou que se tratava apenas de uma lembrança mas analisando a situação verificamos que todos aqueles espíritos encontravam-se na dimensão astral, vivendo ainda naquele local, plasmado por eles inconscientemente. Era uma memória viva, ou seja, uma situação real. Este tipo de acontecimento é muito comum e encontramos esses casos com frequência.
O que aconteceu naquela vida foi que, brincando com as crianças, estas fizeram uma 'tenda' com lençóis e acenderam uma vela dentro. Após a brincadeira acabaram dormindo e esqueceram a vela acesa. Houve um incêndio e todas, inclusive a moça cega, que é a nossa consulente, pereceram nas chamas. A consulente reconheceu seus dois filhos da vida atual como sendo duas daquelas crianças que viviam no orfanato.
Encaminhamos todos esses espíritos para o 'nosso' jardim, onde já havia uma equipe de socorristas prontos para recebê-los.
Abraço.
Gelson Celistre.
A princípio ela mesma pensou que se tratava apenas de uma lembrança mas analisando a situação verificamos que todos aqueles espíritos encontravam-se na dimensão astral, vivendo ainda naquele local, plasmado por eles inconscientemente. Era uma memória viva, ou seja, uma situação real. Este tipo de acontecimento é muito comum e encontramos esses casos com frequência.
O que aconteceu naquela vida foi que, brincando com as crianças, estas fizeram uma 'tenda' com lençóis e acenderam uma vela dentro. Após a brincadeira acabaram dormindo e esqueceram a vela acesa. Houve um incêndio e todas, inclusive a moça cega, que é a nossa consulente, pereceram nas chamas. A consulente reconheceu seus dois filhos da vida atual como sendo duas daquelas crianças que viviam no orfanato.
Encaminhamos todos esses espíritos para o 'nosso' jardim, onde já havia uma equipe de socorristas prontos para recebê-los.
Abraço.
Gelson Celistre.
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