Ao iniciarmos a regressão a consulente disse que acreditava estar em outro planeta. Via-se flutuando 'no ar' e ao seu redor passavam várias naves 'espaciais', com dois ocupantes cada, e a sua frente divisava uma enorme construção reluzente, de onde provinha muita luz. Comentei com ela que poderia ser alguma região na dimensão astral de nosso próprio planeta mas ela disse que, apesar de não ver ninguém especificamente lhe dizendo alguma coisa, ela 'escutava' uma voz lhe dizer mentalmente que a tinham 'trazido até ali' (outro planeta) para estudá-la, pq queriam saber qual era o estágio tecnológico em que se encontrava a humanidade terrestre.
Pedi a ela para questionar a tal 'voz' pq não escolheram outro meio de obter essa informação, como 'abduzir' um cientista, pesquisar os arquivos de alguma universidade, biblioteca, etc. Depois desse questionamento a tal voz disse que queriam saber se ela estava usando 'todo o potencial' dela (da consulente) de vidas passadas. Quando a consulente me disse isso eu mostrei a ela a contradição pois se a tinham 'abduzido' para saber em que nível tecnológico estávamos, como agora já sabiam até (antes de qualquer exame) que ela tinha algum potencial de vidas passadas a utilizar.
Nossa intuição e experiência já haviam nos alertado de que se tratava de algum engodo e então isolamos essa cena que a consulente estava vendo num campo magnético de contenção de alta frequência, a fim de destruir essa criação mental e revelar a ela o que estava acontecendo realmente.
Após fazermos isso ela viu então que se encontrava numa assembléia de entidades 'trevosas', espíritos malignos, todos sentados em cadeiras com espaldar alto e vestindo capuzes negros. Em seguida, antes mesmo que pudéssemos entabular algum diálogo com essas entidades para descobrir o que pretendiam, a equipe de espíritos que nos auxilia na dimensão astral os isolou em uma 'bolha magnética' e os encaminhou para outro local.
Pedi a consulente que observasse o procedimento e que os interrogasse pergutando para onde seriam levados. Informaram a ela que estes seres seriam encaminhados para o 'planeta do exílio'. A consulente estava ouvindo isso mas, como na situação anterior, não via ninguém. Solicitei mentalmente a nossa equipe espiritual que algum dos trabalhadores se fizesse visível a ela e tbm solicitei que o mesmo, a título de estudos, nos desse algumas informações sobre o processo, no que fomos atendidos.
Nosso 'colaborador' respondeu algumas perguntas que lhe fizemos sobre o grupo de espíritos que havíamos descoberto tentando nos ludibriar se fazedo passar por alienígenas. Segundo nos informaram nenhum deles, eram cerca de uma dúzia, tinha condições de reencarnar mais na Terra, em função do baixíssimo nível vibratório de seus corpos 'sutis'.
Perguntei a quanto tempo estes seres estavam estagiando aqui em nosso planete e a entidade respondeu que tinham tempos variados aqui na Terra e que eram todos espíritos vindos de outros orbes, alguns inclusive de Capela, e que o tempo que estavam aqui variava muito, alguns com cerca de 2.000 anos, outros com 12.000, etc., mas que a média somando o tempo de cada um e dividindo entre o número deles dava cerca de 25.000 mil anos. Disse ainda que eles tiveram poucas encarnações na Terra por tratar-se de espíritos rebeldes e detentores de uma mente poderosa.
A consulente percebeu o grupo de espíritos foi miniaturizado, que a bolha que estavam foi encolhendo até ficar do tamanho de uma 'bola de cristal', com cerca de uns 15 cm de diâmetro. Perguntei ao nosso colaborador o mottivo e ele disse que estes seres iriam recomeçar sua jornada evolutiva num nível muito baixo no planeta exílio, como 'insetos peçonhentos'. Fiz alguns questionamentos ao nosso colaborador e ele disse que eles tiveram todas as oportunidades possíveis mas se recusaram terminantemente a abandonar seu comportamento maligno, mesmo tendo sido avisados reiteradas vezes de que seu comportamento os levaria a esse ponto.
Deus em sua infinita sabedoria sempre nos dá uma nova chance mas essa chance ocorre dentro dos parâmetros de suas leis divinas. Não seria justo para com aqueles que estão em processo de regeneração e tentando se melhorar e vencer seus vícios e imperfeições se a entidades que se devotam exclusivamente ao mal com finalidades mesquinhas e egoístas fosse permitido indefinidamente a prática do mal. Pedi que mostrassem à médium o ambiente para onde esses seres iriam ela viu uma cena 'dantesca', onde enormes animais, que poderíamos comparar aos nossos extintos dinossauros, devoram seres menores que eles, praticamente todos disformes e tbm de aparência monstruosa.
Após isso nosso colaborador nos alertou da necessidade de 'trabalharmos' mais nossas potencialidades e tbm na necessidade de se efetuar trabalhos de resgate e auxílio aos espíritos sofredores, pois os 'tempos difíceis' já estão bem próximos e os 'trabalhadores da última hora' já estão sendo convocados a fazer a sua parte.
Gelson Celistre.
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Memórias de um exilado de Capela
Alienígenas capelinos
Iniciada a sessão, a consulente já em estado alterado de consciência, afirmava que não conseguia chegar no jardim, via algo 'de cima' que ela imaginava ser o 'meu' jardim, mas onde ela estava era escuro. Coloquei 'luz' no local para que ela visse onde estava e ela se viu dentro de uma tubulação que lhe parecer ser de algum tipo de conduto de ventilação.
Pedi a ela que seguisse o tubo onde ela estava para verificar de que estrutura ele fazia parte. Aos poucos ela foi percebendo que estava dentro de uma 'nave' onde haviam vários espíritos 'humanos' em enormes tubos de ensaio, como se estivessem em 'suspensão'. Era um veículo grande e havia vários compartimentos, em outro deles, os tubos de ensaio eram menores e havia neles órgãos internos humanos e alguns seres os analisando.
Estes seres eram semelhantes a nós, porém, tinham o crânio um pouco avantajado, não chegava a ser descomunal, mas seria um humano considerado 'cabeçudo', segundo a consulente.
Isolamos um desses grupos de seres numa bolha e os levamos para o 'meu' jardim, onde uma equipe já estava de prontidão os esperando. Indagamos sobre quem seriam e nos informaram que se trata de um grupo de espíritos capelinos que haviam sido exilados aqui na Terra mas que não se adaptaram e então foram transferidos para outro planeta, onde tbm não se adaptaram e onde ainda não se digniram a reencarnar. Esses seres vivem na dimensão astral desse outro planeta e desenvolveram uma tecnologia que lhes permitiu chegar ao plano astral da Terra, onde estão coletando espíritos humanos para suas experiências.
Perguntei se devíamos, eu e a consulente, fazer alguma coisa com a tal nave e com os demais 'alienígenas' mas nos disseram que não era preciso.
Eles já sabiam da existência desses seres na nossa crosta e de suas atividades, precisavam apenas de 'alguém' para entrar lá e como a consulente era 'um deles', quando sai do corpo ao invés de ir para o jardim foi direcionada para o interior da nave. Como o procedimento para retirada daqueles espíritos dos 'tubos de ensaio' é complexo, eles farão gradativamente. Inclusive nos disseram que vão manter a nave onde está pois ela é uma espécie de 'nave mãe' de onde saem outras naves menores que recolhem os espíritos. Eles vão criar um campo de força ao redor da nave e interceptar as outras menores quando estiverem retornando com as 'cobaias' humanas desencarnadas. Depois de recolherem todas é que vão levar a tal nave para outro local a fim de ser estudada.
O primeiro periodo de encarnações na Terra - O elo perdido?
Para a consulente foi uma surpresa informarem que ela era um capelino exilado e quando retornou para o jardim ficou sentada na grama, pensativa. Mostraram-lhe então o início de sua saga nesse planeta e ela lembrou de sua primeira encarnação aqui na Terra, depois de ter sido exilada de Capela.
Eram como macacos, nus, vivendo em cima de árvores enormes. Seus corpos eram peludos e muito similar aos símios, com feições um pouco grandes para nosso padrão atual segundo a consulente.
Não conheciam o fogo e nem tinham uma linguagem definida. À noite dormiam nos galhos das árvores e se alimentavam de pequenos animais e insetos, assim como de plantas. A consulente se viu no alto de uma árvore enorme, que ficava ao lado de um desfiladeiro muito profundo, onde ela não conseguia divisar o fundo, e em suas costas havia um ser da raça dela, um 'filhote', que lhe catava insetos na cabeça, provavelmente piolhos.
Ela morreu de velhice nessa vida, não percebeu que estava morta, ficou convivendo com esse mesmo grupo e reencarnou entre eles, por várias vidas.
O segundo ciclo na Terra - O poder do fogo
As próximas encarnações que a consulente relembrou foram num período posterior, onde aquele agrupamento havia descoberto como manipular o fogo. Tinham menos pelos no corpo, apesar ainda do corpo ser totalmente coberto de pelos, e dormiam em troncos ocos das árvores. Aqueles que sabiam manipular o fogo, assutavam os demais e os dominavam, tornando-se uma espécie de líderes.
Nesse grupo em particular havia um ser, que a consulente já havia identificado no grupamento anterior, que dominava os demais por saber fazer fogo. Sua 'macaca' como a consulente se referiu à companheira deste ser era muito má para os demais membros do grupo mas estes não a machucavam por ela ser a 'mulher do líder'. Uma espécie de primeira-dama da pré-história.
Assavam pequenos animais em fogueiras, espetados em gravetos, nesta época, diversificando sua alimentação, entretanto, ainda não dispunham de armas ou utensílios, a não ser o fogo, que era o diferencial de 'poder'. Ainda andavam nus, como no primeiro ciclo.
Em determinada etapa desta vida, o local onde eles residiam foi atacado por outro grupo de seres, semelhantes a eles, porém mais 'peludos' e aparentemente mais 'selvagens', mais embrutecidos. Nessa batalha a consulente, naquela existência, foi morta por um dos invasores. Eles no entanto foram rechassados pelos demais membros do grupo.
A consulente, como já ocorrera anteriormente, não percebeu que morrera. Ela foi arremessada no desfiladeiro que ficava próximo de onde habitavam, mas depois de 'morta', escalou as paredes rochosas e continuou lutando contra os invasores, acreditando que os havia vencido. Ficou por ali e acabou reencarnando ali por várias gerações, totalmente inconsciente de quando estava no físico ou no astral.
O terceiro ciclo - A idade da pedra
Essa vida da consulente, muito posterior às demais embora não possamos precisar o tempo entre um ciclo e outro, foi na idade de pedra. Os seres já usavam peles de animais para cobrir o corpo e viviam em cavernas. Caçavam e viviam em pequenos grupos, onde os homens traziam a caça e as mulheres retiravam a pele raspando com pequenas lascas de pedra. Já havia uma certa organização das tarefas, embora ainda não se comunicassem através da fala.
Segundo a consulente, eles dividiam a carne dos animais perto do local onde caçavam, como não sabiam ainda armazenar os alimentos de modo a não apodrecerem, eles deixavam o que não iriam consumir nesses locais, pois sabiam que outros animais viriam comer esses restos, caso fizessem isso perto de onde moram, se arriscariam a ter que enfrentar esses outros predadores que seriam atraídos pelos restos que eles deixaram.
Nessas vidas não havia nenhum ser a resgatar e tbm nenhum 'trauma' para a consulente. Isso foi-lhe permitido lembrar para que ela possa agora formar um quadro de sua própria trajetória como espírito imortal, conscientizando-se de que, assim como a maioria de nós (eu era aquele ser que dominava os demais por saber manipular o fogo), é uma repetente na escola universal do amor.
Precisamos todos nos conscientizar de que o tempo das contemporizações e conjecturas já passou, carecemos de mudar urgentemente, dissolvendo nossas trevas interiores com a luz do amor e do conhecimento, a fim de nos habilitarmos a ingressar na nova Terra de regeneração, que se descortina à nossa frente.
Abraços.
Gelson Celistre
Iniciada a sessão, a consulente já em estado alterado de consciência, afirmava que não conseguia chegar no jardim, via algo 'de cima' que ela imaginava ser o 'meu' jardim, mas onde ela estava era escuro. Coloquei 'luz' no local para que ela visse onde estava e ela se viu dentro de uma tubulação que lhe parecer ser de algum tipo de conduto de ventilação.
Pedi a ela que seguisse o tubo onde ela estava para verificar de que estrutura ele fazia parte. Aos poucos ela foi percebendo que estava dentro de uma 'nave' onde haviam vários espíritos 'humanos' em enormes tubos de ensaio, como se estivessem em 'suspensão'. Era um veículo grande e havia vários compartimentos, em outro deles, os tubos de ensaio eram menores e havia neles órgãos internos humanos e alguns seres os analisando.
Estes seres eram semelhantes a nós, porém, tinham o crânio um pouco avantajado, não chegava a ser descomunal, mas seria um humano considerado 'cabeçudo', segundo a consulente.
Isolamos um desses grupos de seres numa bolha e os levamos para o 'meu' jardim, onde uma equipe já estava de prontidão os esperando. Indagamos sobre quem seriam e nos informaram que se trata de um grupo de espíritos capelinos que haviam sido exilados aqui na Terra mas que não se adaptaram e então foram transferidos para outro planeta, onde tbm não se adaptaram e onde ainda não se digniram a reencarnar. Esses seres vivem na dimensão astral desse outro planeta e desenvolveram uma tecnologia que lhes permitiu chegar ao plano astral da Terra, onde estão coletando espíritos humanos para suas experiências.
Perguntei se devíamos, eu e a consulente, fazer alguma coisa com a tal nave e com os demais 'alienígenas' mas nos disseram que não era preciso.
Eles já sabiam da existência desses seres na nossa crosta e de suas atividades, precisavam apenas de 'alguém' para entrar lá e como a consulente era 'um deles', quando sai do corpo ao invés de ir para o jardim foi direcionada para o interior da nave. Como o procedimento para retirada daqueles espíritos dos 'tubos de ensaio' é complexo, eles farão gradativamente. Inclusive nos disseram que vão manter a nave onde está pois ela é uma espécie de 'nave mãe' de onde saem outras naves menores que recolhem os espíritos. Eles vão criar um campo de força ao redor da nave e interceptar as outras menores quando estiverem retornando com as 'cobaias' humanas desencarnadas. Depois de recolherem todas é que vão levar a tal nave para outro local a fim de ser estudada.
O primeiro periodo de encarnações na Terra - O elo perdido?
Para a consulente foi uma surpresa informarem que ela era um capelino exilado e quando retornou para o jardim ficou sentada na grama, pensativa. Mostraram-lhe então o início de sua saga nesse planeta e ela lembrou de sua primeira encarnação aqui na Terra, depois de ter sido exilada de Capela.
Eram como macacos, nus, vivendo em cima de árvores enormes. Seus corpos eram peludos e muito similar aos símios, com feições um pouco grandes para nosso padrão atual segundo a consulente.
Não conheciam o fogo e nem tinham uma linguagem definida. À noite dormiam nos galhos das árvores e se alimentavam de pequenos animais e insetos, assim como de plantas. A consulente se viu no alto de uma árvore enorme, que ficava ao lado de um desfiladeiro muito profundo, onde ela não conseguia divisar o fundo, e em suas costas havia um ser da raça dela, um 'filhote', que lhe catava insetos na cabeça, provavelmente piolhos.
Ela morreu de velhice nessa vida, não percebeu que estava morta, ficou convivendo com esse mesmo grupo e reencarnou entre eles, por várias vidas.
O segundo ciclo na Terra - O poder do fogo
As próximas encarnações que a consulente relembrou foram num período posterior, onde aquele agrupamento havia descoberto como manipular o fogo. Tinham menos pelos no corpo, apesar ainda do corpo ser totalmente coberto de pelos, e dormiam em troncos ocos das árvores. Aqueles que sabiam manipular o fogo, assutavam os demais e os dominavam, tornando-se uma espécie de líderes.
Nesse grupo em particular havia um ser, que a consulente já havia identificado no grupamento anterior, que dominava os demais por saber fazer fogo. Sua 'macaca' como a consulente se referiu à companheira deste ser era muito má para os demais membros do grupo mas estes não a machucavam por ela ser a 'mulher do líder'. Uma espécie de primeira-dama da pré-história.
Assavam pequenos animais em fogueiras, espetados em gravetos, nesta época, diversificando sua alimentação, entretanto, ainda não dispunham de armas ou utensílios, a não ser o fogo, que era o diferencial de 'poder'. Ainda andavam nus, como no primeiro ciclo.
Em determinada etapa desta vida, o local onde eles residiam foi atacado por outro grupo de seres, semelhantes a eles, porém mais 'peludos' e aparentemente mais 'selvagens', mais embrutecidos. Nessa batalha a consulente, naquela existência, foi morta por um dos invasores. Eles no entanto foram rechassados pelos demais membros do grupo.
A consulente, como já ocorrera anteriormente, não percebeu que morrera. Ela foi arremessada no desfiladeiro que ficava próximo de onde habitavam, mas depois de 'morta', escalou as paredes rochosas e continuou lutando contra os invasores, acreditando que os havia vencido. Ficou por ali e acabou reencarnando ali por várias gerações, totalmente inconsciente de quando estava no físico ou no astral.
O terceiro ciclo - A idade da pedra
Essa vida da consulente, muito posterior às demais embora não possamos precisar o tempo entre um ciclo e outro, foi na idade de pedra. Os seres já usavam peles de animais para cobrir o corpo e viviam em cavernas. Caçavam e viviam em pequenos grupos, onde os homens traziam a caça e as mulheres retiravam a pele raspando com pequenas lascas de pedra. Já havia uma certa organização das tarefas, embora ainda não se comunicassem através da fala.
Segundo a consulente, eles dividiam a carne dos animais perto do local onde caçavam, como não sabiam ainda armazenar os alimentos de modo a não apodrecerem, eles deixavam o que não iriam consumir nesses locais, pois sabiam que outros animais viriam comer esses restos, caso fizessem isso perto de onde moram, se arriscariam a ter que enfrentar esses outros predadores que seriam atraídos pelos restos que eles deixaram.
Nessas vidas não havia nenhum ser a resgatar e tbm nenhum 'trauma' para a consulente. Isso foi-lhe permitido lembrar para que ela possa agora formar um quadro de sua própria trajetória como espírito imortal, conscientizando-se de que, assim como a maioria de nós (eu era aquele ser que dominava os demais por saber manipular o fogo), é uma repetente na escola universal do amor.
Precisamos todos nos conscientizar de que o tempo das contemporizações e conjecturas já passou, carecemos de mudar urgentemente, dissolvendo nossas trevas interiores com a luz do amor e do conhecimento, a fim de nos habilitarmos a ingressar na nova Terra de regeneração, que se descortina à nossa frente.
Abraços.
Gelson Celistre
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