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quinta-feira

Frequência ressonante - Acessando memórias alheias

A consulente quando iniciamos a regressão viu uma porta giratória, como essas de agências bancárias, girando muito rapidamente. Comandei que a porta parasse de girar e logo em seguida ela principiou a ver outra cena, de um assalto, onde uma mulher que andava por uma rua escura de uma grande cidade foi atacada por dois homens, que lhe bateram na cabeça com a coronha de um revólver e em seguida lhe roubaram a bolsa. Ela seguiu seu caminho depois de encontrar alguém, e os assaltantes continuaram com suas "atividades" até que a consulente visualizou uma luz de sirene e um dos ladrões passou a fugir. Na fuga, ele foi baleado nas costas e enquanto agonizava foi percebido três homens rindo daquela situação.

Novamente a consulente chegou na cena da porta giratória, que descobrimos ser a entrada de um grande prédio onde havia um laboratório com várias máquinas e homens com aventais brancos. Em determinada sala, sobre uma maca, havia um homem deitado, com uma perna metálica ou robótica. Auscultando os pensamentos daqueles seres que ali trabalhavam, descobrimos que se tratava de um laboratório de entidades trevosas, onde estavam desenvolvendo uma espécie de armadura metálica para ser utilizada em espíritos que estejam com suas formas degeneradas. A intenção deles era não ter que se preocupar em ficar 'tratando' desses seres, seus 'soldados', em função da degeneração que ocorria em seus corpos astrais em função da manipulação de energias deletérias, que eram endereçadas e pessoas vivendo ainda na dimensão física (obsessões, magias, etc.), e tbm amenizar o efeito de desgate provocado inevitavelmente pela atração gravitacional do planeta sobre matéria etérea de que é feito nosso corpo astral. Objetivo maior desse laboratório era justamente usar esses soldados para eliminiar pessoas que no nosso plano de alguma forma atrapalham os 'crimes astrais' ou que beneficiam de alguma forma projetos do bem ou ainda pessoas que conseguem seguir rumo a sua evolução quando esta não é desejável.
Apesar de ser imenso o prédio e a quantidade de seres ali ser muito grande, envolvemos o prédio inteiro em um campo de força vibracional de formato esférico e o deslocamos para junto da base que usamos para as regressões, nosso 'jardim'.
Algo interessante que ocorreu nesse atendimento é que as memórias que a consulente acessou não são dela. A moça que ela viu sendo assaltada não era ela, mas apenas uma pessoa que tbm sofreu algo que já ocorreu com a consulente diversas vezes nesta vida, isto é, ser assaltada. A 'espiritualidade' se utilizou de um fato que ocorreu na vida atual da consulente (assalto) para acessar uma frequência de vida passada de uma outra pessoa (a moça que ela viu), em função de serem fatos que vibram numa mesma frequência (ressonante). A intenção dessa 'manobra' era localizar e desativar o laboratório citado, o que foi feito. Uma vez no jardim já havia uma equipe numerosa esperando para socorrer os espíritos que eram cobaias ali dessas experiências macabras.
Abraço.

Gelson Celistre

quarta-feira

Memórias de um exilado de Capela

Alienígenas capelinos

Iniciada a sessão, a consulente já em estado alterado de consciência, afirmava que não conseguia chegar no jardim, via algo 'de cima' que ela imaginava ser o 'meu' jardim, mas onde ela estava era escuro. Coloquei 'luz' no local para que ela visse onde estava e ela se viu dentro de uma tubulação que lhe parecer ser de algum tipo de conduto de ventilação.
Pedi a ela que seguisse o tubo onde ela estava para verificar de que estrutura ele fazia parte. Aos poucos ela foi percebendo que estava dentro de uma 'nave' onde haviam vários espíritos 'humanos' em enormes tubos de ensaio, como se estivessem em 'suspensão'. Era um veículo grande e havia vários compartimentos, em outro deles, os tubos de ensaio eram menores e havia neles órgãos internos humanos e alguns seres os analisando.
Estes seres eram semelhantes a nós, porém, tinham o crânio um pouco avantajado, não chegava a ser descomunal, mas seria um humano considerado 'cabeçudo', segundo a consulente.
Isolamos um desses grupos de seres numa bolha e os levamos para o 'meu' jardim, onde uma equipe já estava de prontidão os esperando. Indagamos sobre quem seriam e nos informaram que se trata de um grupo de espíritos capelinos que haviam sido exilados aqui na Terra mas que não se adaptaram e então foram transferidos para outro planeta, onde tbm não se adaptaram e onde ainda não se digniram a reencarnar. Esses seres vivem na dimensão astral desse outro planeta e desenvolveram uma tecnologia que lhes permitiu chegar ao plano astral da Terra, onde estão coletando espíritos humanos para suas experiências.
Perguntei se devíamos, eu e a consulente, fazer alguma coisa com a tal nave e com os demais 'alienígenas' mas nos disseram que não era preciso.
Eles já sabiam da existência desses seres na nossa crosta e de suas atividades, precisavam apenas de 'alguém' para entrar lá e como a consulente era 'um deles', quando sai do corpo ao invés de ir para o jardim foi direcionada para o interior da nave. Como o procedimento para retirada daqueles espíritos dos 'tubos de ensaio' é complexo, eles farão gradativamente. Inclusive nos disseram que vão manter a nave onde está pois ela é uma espécie de 'nave mãe' de onde saem outras naves menores que recolhem os espíritos. Eles vão criar um campo de força ao redor da nave e interceptar as outras menores quando estiverem retornando com as 'cobaias' humanas desencarnadas. Depois de recolherem todas é que vão levar a tal nave para outro local a fim de ser estudada.

O primeiro periodo de encarnações na Terra - O elo perdido?


Para a consulente foi uma surpresa informarem que ela era um capelino exilado e quando retornou para o jardim ficou sentada na grama, pensativa. Mostraram-lhe então o início de sua saga nesse planeta e ela lembrou de sua primeira encarnação aqui na Terra, depois de ter sido exilada de Capela.
Eram como macacos, nus, vivendo em cima de árvores enormes. Seus corpos eram peludos e muito similar aos símios, com feições um pouco grandes para nosso padrão atual segundo a consulente.
Não conheciam o fogo e nem tinham uma linguagem definida. À noite dormiam nos galhos das árvores e se alimentavam de pequenos animais e insetos, assim como de plantas. A consulente se viu no alto de uma árvore enorme, que ficava ao lado de um desfiladeiro muito profundo, onde ela não conseguia divisar o fundo, e em suas costas havia um ser da raça dela, um 'filhote', que lhe catava insetos na cabeça, provavelmente piolhos.
Ela morreu de velhice nessa vida, não percebeu que estava morta, ficou convivendo com esse mesmo grupo e reencarnou entre eles, por várias vidas.

O segundo ciclo na Terra - O poder do fogo

As próximas encarnações que a consulente relembrou foram num período posterior, onde aquele agrupamento havia descoberto como manipular o fogo. Tinham menos pelos no corpo, apesar ainda do corpo ser totalmente coberto de pelos, e dormiam em troncos ocos das árvores. Aqueles que sabiam manipular o fogo, assutavam os demais e os dominavam, tornando-se uma espécie de líderes.
Nesse grupo em particular havia um ser, que a consulente já havia identificado no grupamento anterior, que dominava os demais por saber fazer fogo. Sua 'macaca' como a consulente se referiu à companheira deste ser era muito má para os demais membros do grupo mas estes não a machucavam por ela ser a 'mulher do líder'. Uma espécie de primeira-dama da pré-história.
Assavam pequenos animais em fogueiras, espetados em gravetos, nesta época, diversificando sua alimentação, entretanto, ainda não dispunham de armas ou utensílios, a não ser o fogo, que era o diferencial de 'poder'. Ainda andavam nus, como no primeiro ciclo.
Em determinada etapa desta vida, o local onde eles residiam foi atacado por outro grupo de seres, semelhantes a eles, porém mais 'peludos' e aparentemente mais 'selvagens', mais embrutecidos. Nessa batalha a consulente, naquela existência, foi morta por um dos invasores. Eles no entanto foram rechassados pelos demais membros do grupo.
A consulente, como já ocorrera anteriormente, não percebeu que morrera. Ela foi arremessada no desfiladeiro que ficava próximo de onde habitavam, mas depois de 'morta', escalou as paredes rochosas e continuou lutando contra os invasores, acreditando que os havia vencido. Ficou por ali e acabou reencarnando ali por várias gerações, totalmente inconsciente de quando estava no físico ou no astral.

O terceiro ciclo - A idade da pedra

Essa vida da consulente, muito posterior às demais embora não possamos precisar o tempo entre um ciclo e outro, foi na idade de pedra. Os seres já usavam peles de animais para cobrir o corpo e viviam em cavernas. Caçavam e viviam em pequenos grupos, onde os homens traziam a caça e as mulheres retiravam a pele raspando com pequenas lascas de pedra. Já havia uma certa organização das tarefas, embora ainda não se comunicassem através da fala.
Segundo a consulente, eles dividiam a carne dos animais perto do local onde caçavam, como não sabiam ainda armazenar os alimentos de modo a não apodrecerem, eles deixavam o que não iriam consumir nesses locais, pois sabiam que outros animais viriam comer esses restos, caso fizessem isso perto de onde moram, se arriscariam a ter que enfrentar esses outros predadores que seriam atraídos pelos restos que eles deixaram.

Nessas vidas não havia nenhum ser a resgatar e tbm nenhum 'trauma' para a consulente. Isso foi-lhe permitido lembrar para que ela possa agora formar um quadro de sua própria trajetória como espírito imortal, conscientizando-se de que, assim como a maioria de nós (eu era aquele ser que dominava os demais por saber manipular o fogo), é uma repetente na escola universal do amor.
Precisamos todos nos conscientizar de que o tempo das contemporizações e conjecturas já passou, carecemos de mudar urgentemente, dissolvendo nossas trevas interiores com a luz do amor e do conhecimento, a fim de nos habilitarmos a ingressar na nova Terra de regeneração, que se descortina à nossa frente.
Abraços.

Gelson Celistre